À noite, eu escondo-me como o sol, tentando ocultar as artérias, da minha solidão, do meu desespero, procurando afugentar as mágoas, que caminham, em cada um dos meus passos, À noite as dores, as saudades, os antigos abraços, as lembranças que vagueiam, nas almas perdidas dos meus abandonos. À noite, aguardo as estrelas como quem espera, ter companhia em cada uma delas, e ter a última chance de ser feliz. Os pássaros se escondem à tarde voltando aos seus recantos, aos seus abrigos. sem entoar mais os seus cantos À noite, eu não tenho para onde voltar senão para dentro de mim, tentando me identificar e eu mesmo me encontrar...
Sou a lágrima que une o carinho ao amor, a tristeza á solidão, e quando amo! entrego o meu coração...
Não sou um poeta,
sou um sofredor,
que a vida ensinou a escrever,
palavras amargas, cheias de dor,
e se dizem que escrever, é só pós tristes,
ninguém me deve censurar,
hoje é um dia que eu escrevo,
com uma vontade enorme de chorar...
Adorei essoas novas conheci a ti meu bem te reencontrei a felicidade fez parte de mim naquele dia que te abracei Hoje só penso em ti no tanto, tanto que te desejei tu por aí eu por aqui e pra sempre te amarei.
Luzerna, 31.10.2023, João Neves
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Outono da incerteza
Neste Outono amargo, descalço, caminho sozinho sigo sem direção, com o rosto molhado, desta chuva miudinha, e com os pensamentos feridos, paro; mas nem sei onde estou, apenas sei que este chão frio, congela meus pés perdidos, num tapete de folhas caídas, deste Outono da minha vida. Pressinto o frio e o medo, que se entranha no corpo da humanidade causado por estas malditas guerras frias, onde tanques e artilharia percorrem ruas como se fosse uma romaria pra não nos deixar viver em paz e alegria.
Luzerna, 29.10.2023, Joao Neves
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Outono da incerteza
Neste Outono amargo, descalço, caminho sozinho sigo sem direção, com o rosto molhado, desta chuva miudinha, e com os pensamentos feridos, paro; mas nem sei onde estou, apenas sei que este chão frio, congela meus pés perdidos, num tapete de folhas caídas, deste Outono da minha vida. Pressinto o frio e o medo, que se entranha no corpo da humanidade causado por estas malditas guerras frias, onde tanques e artilharia percorrem ruas como se fosse uma romaria pra não nos deixar viver em paz e alegria.
Luzerna, 29.10.2023, Joao Neves
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Que estranho é este amor!
Que estranho é este amor! As vezes ele é feliz, outras vezes ele é triste. como nunca eu o quis Que estranho é este amor! Quanto mais te quero, mais sou desprezado e odiado, que até me desespero. Que estranho é este amor! me faz viver, encadenado à tua vida ao ponto de ser torturado e causar uma enorme ferida. Que estranho é este amor! Quanto mais de ti sou apaixonado tu me desprezas ao ponto de me sentir ignorado. Que estranho é este amor! Quanto mais te entrego meu coração mais só me sinto e mais afogado estou nesta imensa solidão...
Lindo poema... bravo... quero aproveitar esse momento para pedir ajuda , pois no meu portal não esta aparecendo a palavra (CRIAR) não sei o que esta acontecendo, se o sr. poder entrar em contato com sr Luis, porque não estou nem por email onseguindo. falar com ele. obrigado. ademir o popeta.
Uma melancolia romântica que me interessou bastante, adorei seus poemas, continue publicando aqui, estarei acompanhando seus poemas, pois realmente me identifiquei. Parabéns!
Uma melancolia romântica que me interessou bastante, adorei seus poemas, continue publicando aqui, estarei acompanhando seus poemas, pois realmente me identifiquei. Parabéns!