À noite, eu escondo-me como o sol, tentando ocultar as artérias, da minha solidão, do meu desespero, procurando afugentar as mágoas, que caminham, em cada um dos meus passos, À noite as dores, as saudades, os antigos abraços, as lembranças que vagueiam, nas almas perdidas dos meus abandonos. À noite, aguardo as estrelas como quem espera, ter companhia em cada uma delas, e ter a última chance de ser feliz. Os pássaros se escondem à tarde voltando aos seus recantos, aos seus abrigos. sem entoar mais os seus cantos À noite, eu não tenho para onde voltar senão para dentro de mim, tentando me identificar e eu mesmo me encontrar...
Sou a lágrima que une o carinho ao amor, a tristeza á solidão, e quando amo! entrego o meu coração...
Não sou um poeta,
sou um sofredor,
que a vida ensinou a escrever,
palavras amargas, cheias de dor,
e se dizem que escrever, é só pós tristes,
ninguém me deve censurar,
hoje é um dia que eu escrevo,
com uma vontade enorme de chorar...
Amor, se tens pena, chora! Se não tens lenço, eu te dou. se a tua família não gosta mim, nosso namoro aqui terminou...
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Poesia é o grito da alma
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Pintar com teus beijos
Quero beber dos teus lábios, essas caricias de lua e mel, e descobrir o encanto da tua paixão, que se esconde na tua linda pele. Quero pintar com os teus beijos, um céu de estrelas plantado de luz e cor, e buscar no abrigo do teu corpo, a noite eterna, da fúria do amor.
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Provo da tua boca
Provo da tua boca, o doce sabor do amor, que é teu e meu. e quanto mais bebo, mais dou valor a tudo o que a vida um dia me escondeu, Apaixonado!!! Lanço-me sobre os teus braços, apreciando as tuas emoções finais, abraço-te tão forte, quanto forte posso e juntos desfrutamos sonhos imorais...
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Amar é um verbo
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Por onde andas solidão?
Madrugada gelada, espera em vão, amor, sentimento, dor. lágrimas, e paixão. por onde andas coração ?
João neves
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Esses teus olhos
Esses teus olhos imorais, mulher, mais que louca, onde teus olhos dizem mais, que mil e uma boca...
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Quadras soltas 6
Quadras soltas...
Encontrei umas quatro quadras soltas, la pós lados do gavião, me apaixonei tanto por elas, que ainda hoje moram no meu coração...
Querida guitarra minha, andas-te de mão em mão, um dia te chamei-te gatinha, e foste dona do meu coração...
Tanto esperei por ti, foste a mais linda prenda, que chegou por aqui, demorei tanto em te a abrir, que sem querer te perdi...
Esses teus olhos imorais, mulher, mais que louca, teus olhos me dizem mais, que mil e uma boca...
Voltaste a passar á minha porta, pois, pouco me importa, como já não me dizes nada, és como no rio, és água passada...
Luzerna, 29.12.2020 Joao Neves
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Por mais que eu corra
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Eu sou triste como;
Eu sou triste, triste como a noite sem luar, Eu sou triste, como a tristeza nos faz chorar, Eu sou triste, como as madrugadas chuvosas e nostálgicas, Eu sou triste, como as lágrimas nos olhos duma mãe, pela perda dum filho, Eu sou triste, quando vejo panelas vazias na hora de comer, ou como quem dorme ao relento. Eu sou triste como quem mora sob o viaduto, Eu sou triste. ao ver essa gente morrer lentamente, Eu sou triste, como quem vende o corpo para sobreviver, Eu sou triste, como a tristeza de ver um ser querido morrer...
Lindo poema... bravo... quero aproveitar esse momento para pedir ajuda , pois no meu portal não esta aparecendo a palavra (CRIAR) não sei o que esta acontecendo, se o sr. poder entrar em contato com sr Luis, porque não estou nem por email onseguindo. falar com ele. obrigado. ademir o popeta.
Uma melancolia romântica que me interessou bastante, adorei seus poemas, continue publicando aqui, estarei acompanhando seus poemas, pois realmente me identifiquei. Parabéns!
Uma melancolia romântica que me interessou bastante, adorei seus poemas, continue publicando aqui, estarei acompanhando seus poemas, pois realmente me identifiquei. Parabéns!