À noite, eu escondo-me como o sol, tentando ocultar as artérias, da minha solidão, do meu desespero, procurando afugentar as mágoas, que caminham, em cada um dos meus passos, À noite as dores, as saudades, os antigos abraços, as lembranças que vagueiam, nas almas perdidas dos meus abandonos. À noite, aguardo as estrelas como quem espera, ter companhia em cada uma delas, e ter a última chance de ser feliz. Os pássaros se escondem à tarde voltando aos seus recantos, aos seus abrigos. sem entoar mais os seus cantos À noite, eu não tenho para onde voltar senão para dentro de mim, tentando me identificar e eu mesmo me encontrar...
Sou a lágrima que une o carinho ao amor, a tristeza á solidão, e quando amo! entrego o meu coração...
Não sou um poeta,
sou um sofredor,
que a vida ensinou a escrever,
palavras amargas, cheias de dor,
e se dizem que escrever, é só pós tristes,
ninguém me deve censurar,
hoje é um dia que eu escrevo,
com uma vontade enorme de chorar...
Amores perdidos, são fitas cortadas, relevam nos nossos sentidos, que também foram pessoas amadas...
Luzern, 02.08.2013, Joao Neves
45
O dia entristeceu
A chuva cai, o dia entristeceu, e com ele, entristeci eu, parei um pouco para pensar aqui estou sentado a beira mar, lembrei-me de nós dois, e vi que nosso amor, era como as ondas do mar, cheio de idas e voltas, paz e águas revoltas, a única diferença é! Que as ondas continuam indo e voltando, e o nosso amor á muito que terminou...
Luzern, 02.08.2011, Joao Neves...
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tenho sede de ti
Tenho sede de ti, tenho sede de teus beijos, tu que existes em mim, e de ti tenho deseijos...
Tu que um dia foste minha princesa tu fostes meu tudo, meu bem, eras a mais bela duquesa, e eu era o teu Refém...
Luzern, 01.08.2014, Joao Neves
1 207
sede sedente
Gostava de poder descrever o que sinto, mas tudo é tanto e muito mais. parece que não tenho nenhum sentimento, será que há uma agonia, que me toma o peito? Ela é leve como a brisa, mas constante! Será chuva? Será vento? Amor não é certamente! O que sinto é uma sede sedente, e à mistura uma saudade ardente...
Luzern, 01.08.2020, Joao Neves...
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gosto de ti
O mais bonito é que eu não precisei de nenhum beijo teu pra gostar tanto de ti...
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brilho no meu olhar
Pela janela espreitei, vi o sol brilhar, pouco depois a noite caiu, com ela, chegou o luar, onde nunca deixei de te esperar, sempre com um brilho no meu olhar...
Luzern, 31.07.2014, Joao Neves
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sou louco por ti
Eu sou louco por ti, desde o primeiro dia que te vi, Vem dai, da-me a tua mão, encosta teu ouvido ao meu peito, escuta como esta acelerado o meu coração, Envolve me nos teus braços, beija-me meu amor assim sentiras este fogo que me arde por dentro, Deita-te aqui a meu lado, neste simples colchão, te darei tudo, te amarei com paixão. Pois a noite já nos deixou, com a madrugada a chegar, o sol rompe, com os seus raios a brilhar, e nos aqui, ainda não terminamos de nos amar...
Luzern, 11.11.2019, Joao Neves
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teu olhar me devora
Como uma fera, o teu olhar me devora, Mais te assemelhas, a um animal predador Esse teu corpo bonito, atraente e dominador, corpo que queima quando fazemos amor...
Luzern, 20.10.2018, Joao Neves
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Corona Vírus
“Corona Vírus” Há doenças malditas, e esta é uma delas, atacam pela calada, Se tornam invisíveis, são falsas e traiçoeiras e tu Corona és das piores que andam, por aí, matas veloz e silenciosamente, apoderas-te de quem é mais fraco, e a tua cobardia leva-te a atacar sempre com os golpes mais baixos, minando as pessoas durante 14 dias, desactivando nelas todas as formas de defesa e só depois das a cara, com temperaturas elevadas És repulsiva. Com a tua tosse, e tua febre, De repente, pessoas que tinham saúde transformam-se em marionetas nas tuas mãos, Atacas de traição com a tua traiçoeira arte de matar. quando tu te anunciaste, escondias-te num cantinho, dos poros da pele, hoje penetras a pele de forma tão intensa, e vens pra matar. por isso te digo, maldito Corona vírus, desaparece! põe-te na alheta! Deixa as pessoas em paz!
Luzern, 10-03-2020, João Neves
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Tsunami de Lágrimas
"Tsunami de Lágrimas"
Minhas lágrimas ficaram perdidas no chão. Abandonaram o meu rosto entristeceram meu coração. São pedaços de mim, que deixei partir em vão. Elas não podiam partir assim, muito menos me deixar na solidão. Ó tristeza! Sentiste as minhas lágrimas percorrer, o meu rosto magro, triste e abalado Eu prometi não desistir! Venci a tristeza que sentia, e senti a tristeza que venci. As minhas lágrimas percorriam a minha face vindas da tristeza que eu não terminava de sentir. Mais tarde! Quando a noite estava alta e não conseguia dormir com meu rosto encharcado. A Deus perdão pedi pelo meu pecado, pra meu coração não nunca mais ser fustigado...
Lindo poema... bravo... quero aproveitar esse momento para pedir ajuda , pois no meu portal não esta aparecendo a palavra (CRIAR) não sei o que esta acontecendo, se o sr. poder entrar em contato com sr Luis, porque não estou nem por email onseguindo. falar com ele. obrigado. ademir o popeta.
Uma melancolia romântica que me interessou bastante, adorei seus poemas, continue publicando aqui, estarei acompanhando seus poemas, pois realmente me identifiquei. Parabéns!
Uma melancolia romântica que me interessou bastante, adorei seus poemas, continue publicando aqui, estarei acompanhando seus poemas, pois realmente me identifiquei. Parabéns!