À noite, eu escondo-me como o sol, tentando ocultar as artérias, da minha solidão, do meu desespero, procurando afugentar as mágoas, que caminham, em cada um dos meus passos, À noite as dores, as saudades, os antigos abraços, as lembranças que vagueiam, nas almas perdidas dos meus abandonos. À noite, aguardo as estrelas como quem espera, ter companhia em cada uma delas, e ter a última chance de ser feliz. Os pássaros se escondem à tarde voltando aos seus recantos, aos seus abrigos. sem entoar mais os seus cantos À noite, eu não tenho para onde voltar senão para dentro de mim, tentando me identificar e eu mesmo me encontrar...
Sou a lágrima que une o carinho ao amor, a tristeza á solidão, e quando amo! entrego o meu coração...
Não sou um poeta,
sou um sofredor,
que a vida ensinou a escrever,
palavras amargas, cheias de dor,
e se dizem que escrever, é só pós tristes,
ninguém me deve censurar,
hoje é um dia que eu escrevo,
com uma vontade enorme de chorar...
A mim não me ensinaste nada, tudo era velho como um velho moinho, como uma flor desfolhada, hoje pra mim és água passada.
29
Morto em vida
Pra que quero eu uma tumba? se já morri em vida. pelo teu maldito amor, aqui estou eu, a morrer de dor.
15
O caminho da felicidade
O caminho da felicidade é viver o presente com intensidade e recordar maravilhosamente o passado. É fazer o caminho do futuro com um céu azul, mesmo que ele esteja enevoado.
15
Se um dia virares gaivota!!
Se tu um dia virares gaivota, eu quererei ser o mar, pra estar bem perto de ti, e do teu voar, Se tu um dia volveres onda quero ser o teu barco, pra nas tuas ondas flutuar.
14
Tenho uma alma pra encontrar
Não sei o que fiz noutras vidas, que hoje tenho uma alma pra encontrar, não sei que vida vivi no passado, que agora te procuro por todo o lado.
156
Hora da minha morte
Com a face entristecida e enrugada, sem poder mais sorrir ou caminhar, precinto que a minha hora chegar, sinto que o corpo não tem mais porte, penso mesmo que chegou, a hora da minha morte.
Luzerna, 27.12.2021, João Neves.
127
Senti ciúmes da chuva
Hoje senti ciúmes da chuva, como ela afagava levemente, o teu lindo cabelo, ainda senti mais ciúmes quando vi como ela percorria o teu corpo e te acariciava apaixonadamente.
175
Quando!!!
Quando me sinto triste, escrevo sobre minha tristeza num pedaço de papel. Quando estou feliz pinto a minha felicidade no rosto, com o sorriso mais radiante do mundo, Quando me sinto doloroso, pinto com lágrimas a amargura na minha cara. Quando me apaixono sou pura paixão, entrego a alma e brindo o meu coração.
15
Sem rosto nem vida
Ela não tem rosto, nem vida de sorriso triste, pedra mal polida, sem carácter nem vida, passou do luxo a pobreza. num lar sem amor e muita incerteza, sem brio, nem cor. esforços ineficientes e um vazio interior, sem calma nem brio, vivendo no limite da vida, no confim da alma. Sem felicidade nem alegria, sem brilho nem vivacidade. Sem certezas, nem vontade. Ela deixou de ter personalidade...
Luzern, 26.12.2021, João Neves.
19
Olhar-te nos olhos
Quando sinto o teu odor, a tua voz doce, o teu olhar meigo, causam em mim, sensações inesquecíveis, que só tu me fazes sentir! Quando te olho nos olhos, e não te posso falar, está dentro do meu coração, tudo aquilo que diz o meu olhar.
Lindo poema... bravo... quero aproveitar esse momento para pedir ajuda , pois no meu portal não esta aparecendo a palavra (CRIAR) não sei o que esta acontecendo, se o sr. poder entrar em contato com sr Luis, porque não estou nem por email onseguindo. falar com ele. obrigado. ademir o popeta.
Uma melancolia romântica que me interessou bastante, adorei seus poemas, continue publicando aqui, estarei acompanhando seus poemas, pois realmente me identifiquei. Parabéns!
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Uma melancolia romântica que me interessou bastante, adorei seus poemas, continue publicando aqui, estarei acompanhando seus poemas, pois realmente me identifiquei. Parabéns!