Tsunamidesaudade63

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n. 1963 PT PT

Sou a lágrima que une o carinho ao amor, a tristeza á solidão, e quando amo! entrego o meu coração…

n. 1963-08-11, Pego-Abrantes

Perfil
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À noite


À noite,
eu escondo-me como o sol,
tentando ocultar as artérias,
da minha solidão,
do meu desespero,
procurando afugentar as mágoas,
que caminham, em cada um dos meus passos,
À noite as dores, as saudades, os antigos abraços,
as lembranças que vagueiam,
nas almas perdidas dos meus abandonos.
À noite, aguardo as estrelas
como quem espera, ter companhia em cada uma delas,
e ter a última chance de ser feliz.
Os pássaros se escondem à tarde
voltando aos seus recantos,
aos seus abrigos.
sem entoar mais os seus cantos
À noite,
eu não tenho para onde voltar
senão para dentro de mim,
tentando me identificar
e eu mesmo me encontrar...

Luzern, 5 maio de 2014, Joao Neves
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Biografia
Sou a lágrima que une o carinho ao amor, a tristeza á solidão, e quando amo! entrego o meu coração... Não sou um poeta, sou um sofredor, que a vida ensinou a escrever, palavras amargas, cheias de dor, e se dizem que escrever, é só pós tristes, ninguém me deve censurar, hoje é um dia que eu escrevo, com uma vontade enorme de chorar...

Poemas

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Meu amor por ti é infinito

Como com palavras não te sei explicar.
como é grande o amor que sinto por ti,
em geito de poesia sei definir sim,
o meu amor por ti é enorme, ele não tem fim.

Não há nada pra comparar, pensei tanto,
pra poder-te explicar que és um encanto.
Nem o céu nem a terra, nem mesmo o infinito,
só sei dizer que o meu amor por ti é o mais bonito.

Me desespero a procurar a forma de te dizer,
de explicar como é eterno o meu amor por ti,
irei morrer sem te poder dizer,
o quanto o teu amor foi importante pra mim.

Luzerna, 02.01.2013, João Neves.
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Cerveja , cigarro e solidão

Sentado num bar,
acendo um cigarro,
olho pro lado,
não vejo ninguém 
sozinho senti que a solidão 
estava ali mesmo a meu lado.
A cerveja, o cigarro e a solidão
eram minhas únicas companhias.
Olho pra trás,
pela janela vejo nuvens negras,
onde o sol se escondeu.
e foi aí que senti,
que a tempestade do ontem já partiu,
deixando marcas de destruição,
ficou pouco mais
que destrossos de uma vida bem passada,
tudo isto não passa duma imaginação 
da minha mente solitária em interação.

Luzerna, 02.01.2014, João Neves.
19

A vida é um retalho

Minha vida é um retalho onde eu vivo a costurar a cicatriz.
17

Comentários (6)

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ademir domingos zanotelli zanotelli
ademir domingos zanotelli zanotelli

Lindo poema... bravo... quero aproveitar esse momento para pedir ajuda , pois no meu portal não esta aparecendo a palavra (CRIAR) não sei o que esta acontecendo, se o sr. poder entrar em contato com sr Luis, porque não estou nem por email onseguindo. falar com ele. obrigado. ademir o popeta.

Tsunamidesaudade63

Muito obrigado pelo teu construtivo comentário abraço aqui das terras Helveticas

fernandoarroz

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tsunamidesaudade63

Muito obrigado a todos, abraços

CORASSIS

Parabéns pelo versejar poético , De uma grande sentimentalidade! Abraço