À noite, eu escondo-me como o sol, tentando ocultar as artérias, da minha solidão, do meu desespero, procurando afugentar as mágoas, que caminham, em cada um dos meus passos, À noite as dores, as saudades, os antigos abraços, as lembranças que vagueiam, nas almas perdidas dos meus abandonos. À noite, aguardo as estrelas como quem espera, ter companhia em cada uma delas, e ter a última chance de ser feliz. Os pássaros se escondem à tarde voltando aos seus recantos, aos seus abrigos. sem entoar mais os seus cantos À noite, eu não tenho para onde voltar senão para dentro de mim, tentando me identificar e eu mesmo me encontrar...
Sou a lágrima que une o carinho ao amor, a tristeza á solidão, e quando amo! entrego o meu coração...
Não sou um poeta,
sou um sofredor,
que a vida ensinou a escrever,
palavras amargas, cheias de dor,
e se dizem que escrever, é só pós tristes,
ninguém me deve censurar,
hoje é um dia que eu escrevo,
com uma vontade enorme de chorar...
Se eu um dia fosse poeta, e tivesse grande poder, todos os necessitados viviam bem, sem nunca terem a necessidade de sofrer. Seria eu o autor das mais bonitas frases, ou dos mais lindos cânticos escreveria as mais lindas cartas de amor, prós eternos românticos, A paixão e a alma gritaria, de felicidade e alegria. Como não sou poeta nem escritor, só posso desejar que todo o mundo seja feliz, e que reine a todos, paz, prosperidade e amor.
Não sei o nome, nem sei donde vem, não tenho palavras pra descrever este tormento. Talvez seja o que lhe chamam saudade, talvez seja mesmo só um sentimento, Sei que os olhos, se alagam, e pela face sentem-se lágrimas a cair com aquele saborzinho a mar.
Alvor, 20.10.2021, João Neves.
13
Esta vontade enorme de chorar
Não sou poeta, sou um simples sofredor, que a vida ensinou a escrever, palavras amargas, cheias de dor, e se dizem que escrever é só pós tristes, ninguém me deve censurar, hoje é um dia que eu escrevo, com uma vontade enorme de chorar.
Luzerna, 19.10.2012, João Neves
12
Quadras soltas Amor, mar, flores e amores
Teu coração é o meu mar, teus braços são a minha bandeira teu corpo é o meu barco, onde por sempre quererei velejar.
Está na pétala da flor, o mais doce do mel, mas não existe nada mais doce, que a doçura da tua pele.
Espera, meu amor, vou comprar essa viagem, vou apanhar esse avião, onde levarei na bagagem, amor e muita paixão.
Hoje te levarei pelo caminho da glória, te ajudarei a conquistar essa vitória oferecer-te-ei mil e uma flores pra te demonstrar que és um dos meus maior dos amores.
Roupas brancas pelo chão, rosas vermelhas pelo ar, nunca pensei te desejar tanto, e muito menos que te voltaria a amar.
Quem iria pensar? Que com esta idade me iria apaixonar sou humilde a amar-te assim como tu meu amor me amas a mim.
Eu sou aquele que te ama, sou esse que te deixa louca na cama, que te queima com a chama da paixão e te deseja com todo o seu coração.
Luzerna, 18.10.2022 João Neves.
31
Eu sou boémio
Nem este sol quente, nem covid's, nem uma guerra deprimente, muito menos a chuva ou o vento, tiram o alento a este boémio que vive uma vida feliz e contente. Este boémio que não pára de andar de tasca em tasca de bar em bar, todos os dias ele reza com o seu copinho na mão, pra boémia nunca terminar. Em cada poema uma recordação, com as cordas duma guitarra a trinar ele não pára de pensar nos amores vividos e nos amores perdidos. Hoje se ele é triste, é só pra fingir que a tristeza existe.
Pego,13.10.2021, João Neves
145
Viajar longe do teu olhar
Adoraria viajar longe do teu olhar, onde jamais me pudesses ver, pra que saísses de dentro do meu ser, eu iria pro outro lado do mar, pra estar bem longe desta grande desilusão. Ai, meu amor, como feriste o meu coração, nunca ouve uma razão, minha fofura! Só quis ser teu tudo, pra seres tu a minha maior loucura.
Luzerna, 05.10.2022, João Neves.
14
Aos que foram meus amigos.
21
Inicio de Outono
As folhas iniciaram a cair e eu inocentemente não sabia pra onde ir. Com os pés no chão, sinto a humidade desta chuva miudinha, que acarícia o telhado desta minha humilde casinha, Já de lareira acesa, aqueço minhas mãos, neste fogo que embeleza. Lá fora o vento sopra, como se tivessem batendo á minha porta, Levantei-me, abri, não era o vento, era mesmo o meu amor, que estava ali.
Luzerna, 05.10.2022, Joao Neves.
22
Porque me arrasto a teus pés?
Porque me arrastei aos teus pés Toda a gente viu, só tu não vês. Quando quis despertar a teu lado, me consideraste um pedaço de nada. Me disseste! Teus pés não são prá minha estrada, Hoje eu maldigo a hora que te conheci, poderia ser tão feliz sem ti. Contigo até foi bonita a aventura, Hoje posso te dizer que este amor que vivo É um amor cheio de paixão e loucura...
Luzerna, 16.09.2022, Joao Neves.
23
Me duele lalma.
Después de tantos dias hermosos, Tantas noches maravillosas, Quisiera yo saber porque me duele tanto el alma, Los versos que el amor me dio, Se los llevó el viento, Hoy solo ay en mi, tristezas, esperanzas, penas, flores destruidas Ahora estoy en la ventana Contemplando el tiempo, la brisa me toca la face, No vale la pena esperar más, Traté de devolver la fé a mi alma que esta moribunda, Busqué la soledad del cuerpo que fue mio un dia, Y ahora sin tenerte aquí, Ya no hago poesía, Tristezas, sufrimientos, hacen parte de mi dia a dia, son penas que no las merecía...
Lindo poema... bravo... quero aproveitar esse momento para pedir ajuda , pois no meu portal não esta aparecendo a palavra (CRIAR) não sei o que esta acontecendo, se o sr. poder entrar em contato com sr Luis, porque não estou nem por email onseguindo. falar com ele. obrigado. ademir o popeta.
Uma melancolia romântica que me interessou bastante, adorei seus poemas, continue publicando aqui, estarei acompanhando seus poemas, pois realmente me identifiquei. Parabéns!
Uma melancolia romântica que me interessou bastante, adorei seus poemas, continue publicando aqui, estarei acompanhando seus poemas, pois realmente me identifiquei. Parabéns!