_umapoetisadesconhecida_

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n. 2004 AO AO

Oque nada sei sobre o amorFita-me e ensina-me Desde a palavra á silaba Desde o toque á tal dita “magia”

n. 2004-05-15

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em águas refletoras, de uma lua cantante...

Na noite de amanhã,
antes da luz da lua tocar no seu divã,
no longe campo,dissestes.
Reúna-se para comigo estar, meu amor.
 
escondida ficarás,
ao lado de cidreiras, para ninguem a realçar.
Amanhã a morte deitará em cima de mim, com um vestido branco. Me escrevestes,
me casarei com a infelicidade, por títulos e poder.
quando a felicidade é com você,

o nosso amor é proibido
antes que a magia acabe,
esta noite…
levarei o meu violino,
na nossa última noite,
em um barco, pousarei as suas mãos em canto poético em meu colo.
flutuando sobre as águas cristalinas,
tocarei a última música que ecoará nos nossos ouvidos,
até o leito de nossa morte,
uma despedida, em águas refletoras de uma lua cantante.

o meu amor não me serve de nada.
Se por voce não me posso afogar,
me afogo em si pelo olhar,
em publico ñ lhe posso amar,
deixarei o meu coração aqui,
no canto do barco, ao lado da cidreira e dentro de si.

                                                 -_umapoetisadesconhecida_
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Poemas

1

Um assovio

Foste como um assobio em meu peito,
um canto estridente no meu coração.
Eras o meu refúgio;
o meu coração pertencia a ti.

Se me olhasses por um minuto, saberias
o quanto estava entregue a ti.
O teu olhar despê-me;
o teu sorriso paralisa-me;
o teu corpo contempla-me.

A tua fidelidade falante,
a tua educação oceânica,
o teu ser enlouquecedor —
tu és o ataque cardíaco que o meu peito lutará para sobreviver.

Meu dantes querido,—.
(que encontres alguém que te amou e te respeitou como eu.)

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