Valmir (Durão)

Valmir (Durão)

n. 1966 BR BR

Valmir Alves Silva, mais conhecido como Durão (Rio de Janeiro, 12 de outubro de 1966), escritor brasileiro. Escreveu seu primeiro poema aos 53 anos.

n. 1966-10-12, São João de Meriti, R/J

Perfil
13 822 Visualizações

Estação Poesia

Se frutos não deu
Gratule a florada
O ciclo se rompeu
Mas não a temporada.

Se flores não deu
Remedieis na sala
Nem só com buquê
Beleza se exala.

Se folhas não deu
Tenhas esperança
O galho cresceu
Pode a sua planta.

Se não germinou
Replante a semente
Regue mais um pouco
Seja persistente.

Primavera cubra
Que o outono vente
Inverno atenua
E o verão esquente.

Se aconteceu
Valeu a ciência
E agradeça a Deus
Pela sua presença.

              (Durão)
Publicado na revista Litera Livre - 26ª edição - 2021

Publicado na Antologia Poética Sarau Brasil 2020
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Biografia
Valmir Alves Silva, mais conhecido como Durão (Rio de Janeiro, 12 de outubro de 1966), escritor brasileiro. Escreveu seu primeiro poema aos 53 anos. Filho de Lair de Oliveira Silva (Lalá) e Ila Maria Alves Silva, mudou-se em 1974 para a cidade de Jacareí S/P, onde residiu até meados de 2015 quando mudou-se para a cidade de Caraguatatuba S/P e por lá reside até o momento.

Poemas

7

Estação Poesia

Se frutos não deu
Gratule a florada
O ciclo se rompeu
Mas não a temporada.

Se flores não deu
Remedieis na sala
Nem só com buquê
Beleza se exala.

Se folhas não deu
Tenhas esperança
O galho cresceu
Pode a sua planta.

Se não germinou
Replante a semente
Regue mais um pouco
Seja persistente.

Primavera cubra
Que o outono vente
Inverno atenua
E o verão esquente.

Se aconteceu
Valeu a ciência
E agradeça a Deus
Pela sua presença.

              (Durão)
Publicado na revista Litera Livre - 26ª edição - 2021

Publicado na Antologia Poética Sarau Brasil 2020
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AMO-TE

Desorganiza o meu ser quando ele desperta
Leva a acabrunhar o destemido atleta
Sobe a temperatura e derruba a pressão
Remove montanhas e almeja união.

Este sentimento sempre que é despertado
Requer atenção, necessita de cuidados
A sua frequência é superior ao padrão
Desarruma as batidas do meu coração.

Se esse sentimento não for correspondido
Sei que meu coração corre muito perigo
Dessa vez é capaz de ele não suportar          
Outra reprovação no quesito amar.

Tanta fascinação, cometi um pecado
Um bilhete mandei antes de revisado
Para minha surpresa ocorreu o melhor
Com a sua correção hoje somos um só.

Com cuidado e atenção ele foi respondido
“’Te amo’ quando parte de quem não é querido
Estraga a poesia, despedaça o português                                      
Estou perdida! Que emoção! É a primeira vez”.

                                                       (Durão)


Publicado na Coletânea 2021 - A Lágrima e o Tempo

Publicado na Antologia Literária – Enquanto Espero 2020
Litteris -152p. 16x23cm - ISBN 978-65-88697-00-9
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EQUIPE MÉDICA

Humildade é a dádiva
Que o pai lhes concedeu
Doam a própria vida
Não são suicidas, são anjos de Deus.
 
Sempre à linha de frente
Em tempos de guerra e de paz
Munidos de amor, cheios de confiança
Cumprem com honradez os desejos do pai.

Recepcionam a vida
Remedeiam o mal
Estancam os sangramentos
Corrigem defeitos e levantam o moral.

Esse time é seleto
Gente especial
Plantonistas da vida
Se entregam em prol do bem-estar social.

Este quadro é pintado
Com uma história real
Só cabe a você fazer a sua parte
Proteger-se e manter a distância ideal.
 
                                               (Durão)

Publicado na 27ª edição da Revista Litera Livre 2021

1º Colocado na categoria Adulto do concurso do 2º aniversário do Colei 2020
E-book gratuito no endereço https://drive.google.com/…/17Muw0eicb-N-2KEmJhjNNS5Wof…/view
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A JUSTIÇA É



(Durão)

Verbete: justiça é a aplicação da mesma lei para os brancos da direita, os pretos da esquerda, os pretos da direita, os brancos da esquerda; para todos independente de raça, credo, opção sexual... enfim aplicada de baixo para cima e de cima para baixo com zero grau de impunidade.

Em exposição na III Mostra de Poesia Contemporânea da APPERJ
https://mostraapperj.blogspot.com/p/iii-mostra-de-poesia-contemporanea_17.html
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QUARENTENA NO LITORAL

Desperta-me a vida, alimenta o meu corpo
Invade o quintal e aquece-me tão bem
Um lindo coqueiro repleto de cocos
Centenas de insetos e flores também.

E o vento balança, que coisa mais linda
Uma chuva de flores a acontecer
Borboletas desfilam nessa berlinda
Formiguinhas apressadas até a correr.

Ao fundo a serra com uma mata densa
Unindo- se ao céu, onde eu posso ver
Predadores alados cheios de vida
Que morrem e matam para sobreviver.

E o astro principal, que regeu o dia
Atrás dessa serra esconde-se tão bem
E a o procurar, surge sua rainha
Todo dia escoltada de estrelas vem.
 
Nesse segundo ato, eu muito cansado
Tento e não consigo acordado ficar
Recolho-me, banho-me, fico deitado
Venha fresta de luz no meu quarto entrar.

(Durão)

Publicado na revista eletrônica e interativa arte e cultura D-ARTE #15

Publicado na revista entre poetas e poesias - 27/09/2020

Publicado na Coletânea 2020 - O Mundo parou!!
Relatos do período da Pandemia
https://bit.ly/32KcYtf


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FATOS E OLFATO

Quem incitou violência, foi violentado
Quem vazou dados sigilosos, teve seus dados vazados
Certamente quem julgar errado, um dia também será julgado.

                                                    (Durão)
1 395

LEMA

Enquanto houver pandemia, vai haver poesia...
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Comentários (5)

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eloisavida

Parabéns por colocar nas rimas a intenção dos sujeitos! Amei a composição das estações!! Abraços Abraços

farlleyderze

Aplausos !

Karen
Karen

Lindoo

Henrique
Henrique

Parabéns poeta extraordinário

Vilma Oliveira

Muito bom seu poema! Parabéns!