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Lágrimas de Setúbal

Não sei se fui seu melhor amigo e 
a saudade que sinto, não sei explicar.
Todo amor que tu me deu, talvez não tenha sido o suficiente.
Meu peito clama pelo teu abraço.
E saber que as recordações não vão trazer a calma.
Minha mente quer teu aconchego.
Não terei mais a tua serenidade.
Na saudade que lembro, posso me confundir com o som da tua voz.
Eu pensei nesse tempo, em que estive a sós, no último dia em que pronunciará teu nome.
Acompanhe-me, com ou sem lágrimas.
Não sei o que faço, pelo momento que me esvazio eu só vejo os conselhos e as boas conversas

Não era a hora meu alicerce.
Esse céu que me mostrou
segurava tão solidamente.
Certamente, minha juventude teima
em não entender.
Aproveitei tão pouco, eternamente.
Não pude declarar tudo que queira
Por não refletir teu significado, significando tudo que sou.
As palavras só servem para mim, porque a ti só lhe resta a memória
O que faço agora?
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Poemas

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Lágrimas de Setúbal

Não sei se fui seu melhor amigo e 
a saudade que sinto, não sei explicar.
Todo amor que tu me deu, talvez não tenha sido o suficiente.
Meu peito clama pelo teu abraço.
E saber que as recordações não vão trazer a calma.
Minha mente quer teu aconchego.
Não terei mais a tua serenidade.
Na saudade que lembro, posso me confundir com o som da tua voz.
Eu pensei nesse tempo, em que estive a sós, no último dia em que pronunciará teu nome.
Acompanhe-me, com ou sem lágrimas.
Não sei o que faço, pelo momento que me esvazio eu só vejo os conselhos e as boas conversas

Não era a hora meu alicerce.
Esse céu que me mostrou
segurava tão solidamente.
Certamente, minha juventude teima
em não entender.
Aproveitei tão pouco, eternamente.
Não pude declarar tudo que queira
Por não refletir teu significado, significando tudo que sou.
As palavras só servem para mim, porque a ti só lhe resta a memória
O que faço agora?
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Canto XIII

Muitos de nós apoeiraram-se na guerra.
Homens, fortes, esbravejo atroz.
Com quantos cavalos esbarrou Troia?
Caíram em descrédito por uma terra.

Se sois insignificância, servidez.
Atordoado lutaste com venda.
Nega-te, é tempo de angústia.
Furor, não temas, deve de ater.

Cintilam sobre nós, doce estrídulo.
Queima nossas verves, lar, que anseio!
Pois galgueiaainda há tu chronos.

Quanta cousa barra em nossas fachadas.
A vida custou tão caro, nossas mirras.
Irmãos! hão de esfacelar as glórias.
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