Vilar Romancista

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Obra N.° 4: Enxurrada de Beijos

Me deixas tão louco! 

À beira de um precipício, eu diria

Minha esposa e amiga

Que pele macia! 

 

Só de ver o brilho da tua pele

Meu corpo se estremece! 

Em mim nasce um grande desejo

A tal "enxurrada de beijos" 

 

A maciez da tua pele tão felina

Provoca meus lábios carentes 

Quero te marcar hoje, 

Quero te marcar sempre.

 

Quero te beijar sem parar 

Até meus lábios ficarem doloridos 

É meu maior vício, eu admito 

Um doente beijoqueiro! 

 

A textura da pele fala por si só 

E o atrito das bocas se entendem

Essa é a tal magia 

Da Enxurrada de Beijos.

 

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Poemas

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Obra N.° 8: Corrente do Nosso Amor

Corrente de amor

Quente, contínua 

Transparece seu sabor

Afirma o teu frescor. 

 

Corrente de amor 

Brilhando contra o luar 

Umedecendo seu queixo 

Molhando sua bochecha. 

 

Corrente de amor 

Primeiro é estranho

Depois é bonito

Por fim, irresistível. 

 

Corrente de amor

Inundando minha língua 

Enchendo minha boca 

E lambuzando meu rosto. 

 

A corrente do nosso amor 

Sem ela, não sou ninguém 

Me deixa excitado

E demasiado apaixonado!

 

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Obra N.° 7: Mentira e Coração

Em um mundo onde mentir

É como comprar pão

Quem fala a verdade com frequência

Rouba meu coração.

 

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Obra N.° 6: Amo Cada Parte Sua!

Na imensidão do vermelho

Enxerguei teus sapatos de vidro

Teus pés magros e delicados 

E sua silhueta mística.

 

Teu corpanzil camuflado entre as multidões

Até o teu andar é majestoso! 

Nenhuma mulher seria capaz de copiar

Quão longe elas estão de se igualar! 

 

Meus olhos só se arregalam para ti

Minhas narinas só sentem teu cheiro 

Minha boca só clama teu nome

E minhas mãos só molham as suas palmas. 

 

Serei fiel até o fim 

Senão prefiro a morte! 

A morte do que te trair

Pois nenhuma terá o mesmo elixir. 

 

Sua risada, seu canto, seu olhar 

Seu beicinho, seu grito, sua ignorância

Tudo em você me faz delirar!
 

Amo cada parte sua!

 

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Obra N.° 5: Vícios do Cavaleiro

Os vícios são maldições

Nos perseguem, nos infastiam

Primeiro agradam, depois corroem

Primeiro é prazer, depois pranto.

 

Até o nobre cavaleiro os têm 

São pequenos, mas cruéis 

Nem o vinho e nem a morte

Talvez o orgulho e a mentira. 

 

O mundo dirá: 

"Você não está machucando ninguém"

Mas quem é alguém... 

Se não nossa alma? 

 

Vicie a si mesmo

Que assim contaminará o outro

Porque o outro tampouco sabes

Os vícios do cavaleiro. 

 

Você diz: 

"Amanhã será diferente" 

Um verme que mente!

Defensor dos próprios vícios!

 

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Obra N.° 4: Enxurrada de Beijos

Me deixas tão louco! 

À beira de um precipício, eu diria

Minha esposa e amiga

Que pele macia! 

 

Só de ver o brilho da tua pele

Meu corpo se estremece! 

Em mim nasce um grande desejo

A tal "enxurrada de beijos" 

 

A maciez da tua pele tão felina

Provoca meus lábios carentes 

Quero te marcar hoje, 

Quero te marcar sempre.

 

Quero te beijar sem parar 

Até meus lábios ficarem doloridos 

É meu maior vício, eu admito 

Um doente beijoqueiro! 

 

A textura da pele fala por si só 

E o atrito das bocas se entendem

Essa é a tal magia 

Da Enxurrada de Beijos.

 

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Obra N.° 3: Minha Imperatriz

Antes mesmo que eu viesse
ao encontro dela 

ela mesma invadiu o meu mundo, 

de forma tão asfixiante
com seu perfume floral,

que desejei não ter narinas. 

 

O olhar dela me corta, 

os cabelos dela me enrolam, 

o cheiro dela me queima 

e a pele dela me causa choque; 

 

sim, CHOQUE! Aquele choque!

Um tipo de choque
que me faz duvidar, 

não acreditar
que a pele pode ser tão elétrica!

Mas ela é. Ela é. 

 

Sei que depois do primeiro beijo

não haverá mais volta, 

apenas a mais devota submissão

do meu apaixonado coração! 

 

Por que ela faz isso comigo? 

Tão ingenuinamente
pensei ser seu amigo, 

mas a quem eu quero enganar? 

Ela é a imperatriz da minha alma. 

 

Eu sou tímido demais, 

por isso quero que ela prossiga 

e não me deixe em paz, 

é esse seu atrevimento
que me satisfaz.

 

Ela tem uma atitude jamais vista, 

não tem medo
de ser mal interpretada, 

mas não deixa
de ser moça prendada, 

com certeza a mais intocada.

 

Com certeza serei muito feliz, 

porque de todas que conheci...

Nenhuma cheguei tão perto de dizer:

"Eu te amo, Minha Imperatriz!"

 

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Obra N.° 2: Segundo Poema

Céu inundado de rosas,

mar inundado de cravos, 

me encantei por teus olhos 

E do teu coração sou escravo.

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Obra N.° 1: Olhos Cor de Âmbar

Mesmo que eu ande 

sem o calor da tua presença, 

Meus olhos hão de ter 

o frescor da tua excelência. 

 

Olhos cor de âmbar, 

Gotas de mel sob o sol poente;

promessa de calma e tempestade

em igual medida. 

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