A judia Foi judiada Pobre coitada! Pelo seu namorado Após com ele ter transado Seu namorado a judiou Assim que com ela,transou Ele chamou a judia De vadia Ele só a maltratou E ela desgostou De ser tratada desse jeito Totalmente imperfeito Por seu namorado também judeu Que,certamente,a cabeça perdeu E este lhe bateu E,no motel, um funcionário Escutando no exato horário Quando as agressões aconteciam Ouvia-se gritos e gemidos Lá do quarto E então,a testemunha do fato Decidiu a polícia chamar Para vir lhe algemar E assim que a polícia chegou Ele logo parou Mas em nada adiantou Ela já estava toda avermelhada E esmurrada Com hematomas No semblante E o policial prendeu o judeu No exato instante Que viu a judia Naquele dia Toda fria E envergonhada Por ter sido vista pelada Na madrugada E por outro lado,o judeu Na prisão amanheceu Quem sabe, ele aprende a lição De nunca, jamais,dever em uma mulher encostar a mão Não importa qual seja, a razão.
Vertendo lágrimas santas pelos seus filhos pecadores
Que ao mesmo tempo que pecam
Também são capazes de provocar amores
Como os sons do violino
E das pessoas que o cercam
Este é o violino
Um instrumento pequenino
Mas com um som divino
Capaz de trazer paz
Tanto para quem o toca
Quanto para quem o escuta
Um instrumento musical
Totalmente celestial
Que quem conhece
Jamais se esquece!
Wilhans Lima Mickosz
126
O verbo do amor amar
Amor é um substantivo misterioso
Que vem do verbo do amor amar
Eu te amo
Você me ama
Nós dois deitados na cama
Eu te amo
Até certo ponto de nunca deixar de te amar
Nas ondas do mar
Sob o sol a cintilar
No ato de conjugar o verbo do amor amar
Eu te amo
Ainda mais ao conjugar esse verbo do amor
Que me deixa com calor
É por isso que eu te amo
E você me ama
Nós dois nos amamos
Nas duas situações em que estamos
Do amor e do verbo amar
Para que assim a gente possa conjugar
O verbo do amor sem parar
Do início ao fim.
Wilhans Lima Mickosz
117
O tempo
Nessa vida
Existe tempo para tudo
Tempo para nascer
Tempo para crescer
Tempo para viver
Tempo para amadurecer
Tempo para envelhecer
E também tempo para morrer
Existe tempo para se conhecer alguém
Para isso, precisa-se de tempo
Sobretudo para adquirir confiança em alguém
Leva-se tempo
A gente vive de acordo com o tempo
Com o tempo ,a gente, querendo ou não
De acordo vive
A gente não leva o tempo e sim, o tempo nos leva
O tempo nos leva a todo tempo
O tempo nos leva para o outro tempo
O tempo das memórias
O tempo das histórias
O tempo é sem tempo
O tempo é sem fim
É porque a gente morre e morrerá
E o tempo sempre e para sempre continuará
Com o mesmo tempo que não nos dá tempo.
De nem ao menos parar para pensarmos ao certo
Sobre o que é o tempo.
Wilhans Lima Mickosz
105
O resgate de uma princesa
Era uma vez, num reino ,onde um rei e uma rainha, ambos tinham uma linda princesa.
Ela era jovem e ainda nunca tivera um príncipe para chamá-lo de seu amor, pois ainda ,tampouco alguém tivera a oportunidade de poder conquistar seu coração.
Ela vivia no reino de seus pais que também era seu reino,porém ,ela ainda não ,se tornara uma rainha ,só com a morte de seus pais que isso se tornaria realidade.
Entretanto, não era isso que ela queria ou esperava, na verdade ,ela queria e esperava era poder conhecer alguém que fosse capaz de fazer com que a mesma se apaixonasse de corpo e alma.
Mas só que, havia um porém ,seus pais ,não queriam que ela se casasse nem que fosse uma futura rainha, eles não queriam vê-la desposada por ninguém ,pois tinham medo de que nunca mais pudessem vê-la diante de seus olhos egocêntricos.
Ou seja ,os reis temiam que com o casamento ,alguém pudesse levá-la para muito longe dali do seu castelo ,para sempre.
Sendo assim, infelizmente,seus pais, a aprisionaram lá no alto da torre do seu castelo,onde ninguém pudesse , se aproximar ou tentar entrar.
Ela, em plena juventude nunca beijara um só homem sequer em toda sua vida,ela vivia entristecida,aprisionada naquela torre do castelo,apertada,fechada por todos os lados,só havia uma janela do lado de fora, por onde ela podia olhar para o horizonte.
Os serviçais do castelo do rei levavam tudo para ela e deixavam o prato de comida e um copo de água por debaixo da porta trancada,onde ela estava trancafiada.
Não havia como escapar daquela sua situação de total enclausuramento,a segurança do reino era reforçada.
Mas um dia,tudo iria mudar ,ela tinha fé de que algo bom aconteceria,para que sua tão almejada liberdade pudesse chegar.
Foi quando,um dia,chegou a data da festa de aniversário do rei,e este iria comemorar uma tremenda festa e convidar todos do seu reino com muita bebida e comida.
Todos eram bem-vindos à festança,até mesmo,pessoas de outros reinos.
Cartazes foram colados por toda a parte anunciando a festa.
Inclusive,havia muitos boatos de que algo imprevisto aconteceria a festa real,porém,ninguém estava botando fé nisso.Muito menos o aniversariante do dia.Que era o despreocupado e feliz rei.
Pois bem! Na noite que começou a festa,evidentemente,havia nela muita gente,desde os plebeus até os nobres,todos eles e elas misturados e muita bebida e comida, tinha mais bebida ali do que comida.
Tinha vinho para dar e vender,mas só que um princípe disfarçado de servo do rei responsável por servir as bebidas.
Ele acabou indo a festa,carregando consigo, uma certa quantidade de sonífero,um pequeno frasco em seu bolso que se fosse despejado,faria todo o reino cair no sono instantaneamente.
E foi,exatamente isto que ele fez,enquanto todos bêbados estavam tomando seus copos de vinho,então ,disfarçadamente e num piscar de olhos, ele despejou todo o frasco lá no caldeirão de bebida alcoólica e alguns minutos depois todos dormiram,até mesmo os mais fortes,não resistiram àquele sonífero capaz de fazer até mesmo um elefante dormir.
Feito isto,lá estava ele,tranquilo por todo o reino e ele vai à procura da princesa.
E,coincidentemente, ele sobe umas escadas,e acaba chegando ao topo da torre daquele gigante castelo.
Assim que ele chegou lá,ele tentou abrir a porta,mas estava fechada,ele bate a porta com a mão com força e perguntou: tem alguém aí?
Ela,surpresa, lhe respondeu com sua voz angelical:Sim,Eu estou aqui,por favor!tire-me daqui de dentro!
Afaste-se,eu vou derrubar a porta!disse ele.
Ele,forte,como era,derrubou aquela porta com um só chute!
Ai,a porta veio ao chão,e eles dois se viram,foi amor à primeira vista,eles se beijaram,ambos faziam um belíssimo casal.
Logo em seguida disso,eles não tinham tempo a perder,eles,desceram as escadas rápido até o piso terréo do castelo.
E assim conseguiram sair de lá,antes que todos acordassem,tudo isso,em menos de 30 minutos.
Eles sairam do castelo,e lá do lado de fora do muro do portão do castelo,estava parado o cavalo branco do príncipe.
Eles dois então sobem no cavalo branco,e fogem dali daquele reino,onde a maldade e o egoísmo de seus pais reinavam,mas só que nunca mais reinarão.
Pois sua filha,nunca mais a verão.
Assim sendo,a princesa foi resgatada por seu tão esperado príncipe encantado, enfim e assim termina aqui esse conto de fadas.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
150
O Pai da Linguística
Certo fato histórico, foi quando '' Ferdinand Saussure'' ,nasceu em meados do século 19 ,mais precisamente em 1857 para revolucionar o mundo da Linguística .
Porque, ele foi um homem suíço genial,um mestre da Universidade de Génebra que estudou a fundo, de cabo a rabo, a língua em todos os seus parâmetros para poder chegar a um consenso dela ser o que ela é hoje.
Tudo conforme suas leituras e mais leituras de gramáticas de outras línguas,de outros povos.
Ele nasceu numa família de alto padrão cultural e econômico,sempre dedicado aos seus estudos, começou desde cedo a estudar,ele chegou a estudar outras áreas também,mas,viu,que não era aquilo que queria,e interessou-se mais em se aprofundar na área de humanas no seu campo linguístico mesmo.
A maioria de seus trabalhos escritos,seus rascunhos que eram guardados numa gaveta acabavam sendo rasgados por ele próprio.
Só depois de 3 anos de sua morte em 1916,dois de seus melhores alunos, resolveram reunir e publicar suas principais ideias num livro chamado : Curso de Linguística Geral.
Cujas principais ideias do Pai da Linguística,nos dizem a respeito de:DiacrôniaxSincrônia,Fala e Língua,Significante e Significado e Sintagma e Paradigma.
Um homem tão revolucionário acerca do mundo linguístico que fez tanto perante a estudar a língua em todo seu conjunto ,mas só que morreu,em tão pouco tempo, mal chegou a viver os seus 55 anos de idade direito.
Enfim,grandes gênios morrem cedo,porém suas ideias permanecem em nossos corações para todo o sempre
Sendo assim,podendo ajudar os estudantes de letras ,ou seja, para que nós possamos nos tornar futuros bons professores especialistas na profissão da qual escolhemos para nossas vidas.
Que é lecionar,lecionando tudo de nossa matéria,sobretudo as dicotomias de ''Ferdinand Saussure''.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
119
O óbvio
O que realmente é o óbvio?
O óbvio pode ser 1 +1 que é a soma de dois
Para alguns isso pode ser óbvio
Mas para alguns outros,não.
Alguns podem achar óbvio
O fato de amanhã amanhecer
De chover ou do dia ficar ensolarado
Mas também,não se sabe,necessariamente
O que é explicavelmente óbvio.
O óbvio é muito relativo
Para alguns e para outros
Cada um tem seu modo de pensar,de raciocinar
A respeito do que é óbvio ou não
Tudo gira em torno do coração
A possível verdadeira forma evidente do óbvio
É nascer,crescer,reproduzir,envelhecer e...
Sabendo nós de que,um dia, iremos morrer
Para mim!
O óbvio não tem fim
Isso que é o óbvio!
O óbvio é acabar morrendo
Amando alguém!
Que vai muito além!
Do que é o óbvio!
Sem sequer,eu poder saber claramente explicar
O verdadeiro motivo óbvio disso.
Que é poder te amar.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
115
O mistério dos teus olhos,do teu olhar
Havia algo em teus olhos
Havia algo em teu olhar
Que eu não sabia nem podia explicar
Só alguém como eu
Para poder olhar para o teu azulado olhar
E mergulhar nas àguas do seu mar.
Ou quem sabe,também me perder no labirinto do seu olhar
É assim que eu me sinto
Ao olhar para o teu enigmático olhar
São olhos que me deixam sem explicação
Eu perco a minha visão dentro da sua visão
Eu fico sem orientação
Totalmente desorientado
Perdido no labirinto do seu olhar
Eu me afogo no mar do seu olhar
Cujas profundezas,vão muito além
De quem te olhar
Assim como eu te olhei
E me perdi,me senti perdido
Eu mergulhei no azulado do seu olhar
Mas por tentar descobrir o mistério dos seus olhos