A judia Foi judiada Pobre coitada! Pelo seu namorado Após com ele ter transado Seu namorado a judiou Assim que com ela,transou Ele chamou a judia De vadia Ele só a maltratou E ela desgostou De ser tratada desse jeito Totalmente imperfeito Pelo seu namorado também judeu Que,certamente,a cabeça perdeu E este lhe bateu E,no motel, um funcionário Escutando no exato horário Quando as agressões aconteciam Ouvia-se gritos e gemidos Lá do quarto E então,a testemunha do fato Decidiu a polícia chamar Para vir lhe algemar E assim que a polícia chegou Ele logo parou Mas em nada adiantou Ela já estava toda avermelhada E esmurrada Com hematomas No semblante E o policial prendeu o judeu No exato instante Que viu a judia Naquele dia Toda fria E envergonhada Por ter sido vista pelada Na madrugada E por outro lado,o judeu Na prisão amanheceu Quem sabe, ele aprende a lição De nunca, jamais,dever em uma mulher encostar a mão Não importa qual seja, a situação.
A judia Foi judiada Pobre coitada! Pelo seu namorado Após com ele ter transado Seu namorado a judiou Assim que com ela,transou Ele chamou a judia De vadia Ele só a maltratou E ela desgostou De ser tratada desse jeito Totalmente imperfeito Pelo seu namorado também judeu Que,certamente,a cabeça perdeu E este lhe bateu E,no motel, um funcionário Escutando no exato horário Quando as agressões aconteciam Ouvia-se gritos e gemidos Lá do quarto E então,a testemunha do fato Decidiu a polícia chamar Para vir lhe algemar E assim que a polícia chegou Ele logo parou Mas em nada adiantou Ela já estava toda avermelhada E esmurrada Com hematomas No semblante E o policial prendeu o judeu No exato instante Que viu a judia Naquele dia Toda fria E envergonhada Por ter sido vista pelada Na madrugada E por outro lado,o judeu Na prisão amanheceu Quem sabe, ele aprende a lição De nunca, jamais,dever em uma mulher encostar a mão Não importa qual seja, a situação.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
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A judia
A judia Foi judiada Pobre coitada! Pelo seu namorado Após com ele ter transado Seu namorado a judiou Assim que com ela,transou Ele chamou a judia De vadia Ele só a maltratou E ela desgostou De ser tratada desse jeito Totalmente imperfeito Por seu namorado também judeu Que,certamente,a cabeça perdeu E este lhe bateu E,no motel, um funcionário Escutando no exato horário Quando as agressões aconteciam Ouvia-se gritos e gemidos Lá do quarto E então,a testemunha do fato Decidiu a polícia chamar Para vir lhe algemar E assim que a polícia chegou Ele logo parou Mas em nada adiantou Ela já estava toda avermelhada E esmurrada Com hematomas No semblante E o policial prendeu o judeu No exato instante Que viu a judia Naquele dia Toda fria E envergonhada Por ter sido vista pelada Na madrugada E por outro lado,o judeu Na prisão amanheceu Quem sabe, ele aprende a lição De nunca, jamais,dever em uma mulher encostar a mão Não importa qual seja, a razão.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
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O frio e o calor
Certo dia, o frio resolveu perguntar para o calor assim: Por que no calor as pessoas ficam tão bem à vontade na praia os homens de sunga e as mulheres de biquíni a se banharem no mar, enquanto, está um sol de rachar? E o calor retruca a pergunta com outra pergunta ao frio. E por que no frio enquanto uns se agasalham tanto , as pessoas, ficam mais elegantes com blusas, calças,botas e cachecóis e luvas e outras pessoas, as mais necessitadas moram nas ruas e morrem de frio? Com certeza,esses mendigos , moradores de rua, sentem a minha falta, ou seja , a falta do meu calor. E o frio acrescenta, e por que em alguns países desérticos, as pessoas morrem de calor, elas também, por outro lado, não gostariam de um vento frio a bater nos seus rostos, elas sentem o clima abafado e querem uma temperatura agradável. O frio e o calor ficaram a discutir, o dia todo sobre qual era o melhor? Se o frio que esfriava ou se o calor que acalorava ? Foi, então, que Deus, após ,tanto ouvir aquela discussão banal, o mesmo decidiu pôr um basta naquilo. E o Senhor Deus, disse-lhes, o seguinte: Cada qual de vocês têm sua função nessa terra, mas tem que estar em seu devido lugar , hora e tempo. Deus,então,inventou o nome de estação certa para o frio que chamou de inverno e também inventou o nome de estação certa para o calor que chamou de verão. E, sendo assim, cada uma dessas duas estações ficaram a fazer seu papel na natureza conforme seu tempo e quem determinou isso ,foi Deus. Também, o senhor Deus criou o nome de duas outras estações anuais que chamou de outono e primavera. Mas essas outras duas estações já ficam para outra história. E por hoje é só.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
233
A mariposa
A mariposa Numa flor pousa E, onde,ali nela repousa Depois de voar Por horas e horas Em busca de seu par Que ela ainda Não conseguiu encontrar Uma mariposa tão linda quanto ela Com a qual pudesse vir a sonhar Como no castelo por seu príncipe, a mais bela donzela Para então, finalmente, ser seu par Porém,enquanto,ela não acha A mesma começa a descansar Porque,amanhã cedo O que não é nenhum segredo Tem mais Com seus voos matinais E a vida continua Sobre a procura sua De um par Para amar E como sendo mariposa Que nas flores de amores Dos mais adoráveis odores Onde, ali, nelas pousa E também, repousa Após, horas e horas De voo pela beleza da natureza Diante da ventania da brisa do ar Em relação a todas as auroras Que possa acordar.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
314
O empresário e o proletário
Um dia, eu estava conversando e reclamando do meu trabalho com uma amiga,ao acaso,ela disse-me algo que me fez refletir sobre o empresário e o proletário. Que nós trabalhadores somos explorados pelos empregadores,a gente trabalha para receber no fim do mês, uma miséria de salário,ainda com vários descontos que do valor bruto que já é pouco, fica o valor líquido na folha de pagamento que é menor ainda. Os pobres trabalham para enriquecer o bolso dos ricos,os ricos ganham em cima do trabalho dos pobres ,ou seja,a burguesia contra o proletariado. O empresário não se importa, se o trabalhador está doente, se faltou e logo desconta do salário do mesmo,ou até mesmo se o trabalhador morrer,tanto faz,o empresário logo contrata outro e coloca no lugar sendo assim substituindo-o para a empresa e o empresário. Nós funcionários somos apenas números seja números pares ou ímpares que só somos pagos para fazer nosso mísero trabalho e muito mal pagos, sem sequer levar nenhum crédito ou consideração do empresário, o qual pensa apenas em seu lucro no fim do mês. Quanto mais, nós trabalhadores damos nosso sangue pela empresa para receber uma merreca ,a exigência em relação ao nosso trabalho é ainda maior e o empresário enriquece, ainda mais,muito mais, as nossas custas, essa é a consequência do capitalismo, esse sistema do dinheiro, o trabalho em troca de dinheiro ,por isso, existe tanta desigualdade social por aí ,muita gente passando fome, enquanto muitos tem bastante, outros tem pouco ou não tem nada É isso e entre tantas outras coisas que eu passei a refletir sobre o capitalismo e o empresário que faz os funcionários serem apenas números, digamos assim, do jogo matemático de sua empresa exploradora.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
118
Olhe para mim
Meu amor Olhe para mim De um jeito sem fim Que me provoque calor Não olhe para trás Nem para os lados Não me olhe com olhares disfarçados Olhe para mim Como exatamente faz Um anjo querubim Que só seu olhar Me traz paz Olhe-me assim De um modo que só você sabe me olhar Colocando seus olhos diretamente em mim Portanto, pare de hesitar Meu amor E me dê valor Não olhe para a esquerda nem para a direita Só olhe para mim Olhe para frente Não,deixe-me ,seu olhar ausente Porque, só tu,do meu coração, és eleita ! Disso, podes acreditar, realmente Venha ,então, me olhar.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
159
Você e seu violão
Você é tão linda ! Ao tocar uma canção No seu violão Que eu não vi nem ouvi nada igual ainda Você dedilhando corda por corda dos acordes do seu violão Escala por Escala musical Lendo e interpretando as cifras e notas das tablaturas e também até partituras Você tocando suavemente as cordas do seu violão Com essas suas mãos tão macias quanto algodão E você, ao cantar com essa voz doce que alegra o meu coração Você toca,canta e me encanta E também, você me olha com esse seu olhar Que só você é capaz Assim de me fascinar Você me traz paz Você tem tanto talento musical Você é genial Com esse violão Eu te digo isso, de todo meu coração Seu talento Vem do momento Em que estamos juntos Lembrando dos nossos mais belos assuntos De amor Num dia de calor Só nós dois sentados na praia, à beira-mar Enquanto, eu estou a escutar Você, lindamente,para mim Seu violão a tocar De um jeito perfeito E sem fim.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
165
O soldado e o capitão
Estava a marchar, o soldado De um jeito errado E o capitão De supetão Deu-lhe um sermão E o capitão,ainda diz Para o soldado infeliz Se você marchar errado Outra vez,eu lhe coloco no xadrez É porque num desfile militar Tem que saber marchar E ,então,por outro lado,o soldado ,escutando por um ouvido e saindo pelo outro Ou seja, sem sequer, se importar Com o que seu capitão Acaba de lhe falar O soldado indisciplinado Ele volta a marchar De um jeito errado Mas ,também,agora, de supetão,o capitão Como sendo ,o responsável por todo o pelotão Dessa vez, lhe colocou , na prisão.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
188
Uma moça com belas mãozinhas
No ônibus que eu sempre pego para ir e voltar do trabalho, certo dia, nele,eu entrei e acomodei-me ,em um dos assentos dos fundos e ao meu lado, sentara-se ,uma moça e o que, eu pude observar ,de pronto nela ,foram suas mãos. Eram umas mãos aparentemente tão pequenininhas, delicadas e macias que eu só fiquei com vontade de poder tocar nelas, porém, eu só fiquei mesmo a olha-las, a segurar sua bolsa , ela era uma moça linda, mas, suas mãos eram mais lindas ainda, ela segurava sua bolsa com a mão esquerda e também segurava seu celular com a mão direita ,ela estava a escutar música com os fones de ouvido conectados ao seu celular ,assim como eu . O que eu mais queria naquela noite, voltando para casa ,era conversar com ela no entanto, minha timidez não deixava. Foi quando, de repente,depois de cerca de uns trinta minutos de admiração desde que a vi e então,chegara o momento dela descer em seu ponto de ônibus. Infelizmente, ela desceu antes de mim, não foi no mesmo ponto em que eu desço nem depois. E o que foi que acabou acontecendo que eu acabei por vê -la ,indo embora, rapidamente dos meus olhos, sem sequer , eu falar nada nem fazer nada, a não ser, esse meu texto que eu acabei escrevendo sobre esse fato que marcou aquela ocasião do meu dia de trabalho, ao voltar para casa ,em questão.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
150
A borboleta e a lagarta
A borboleta esvoaça Com toda sua graça Espalhando seu amor De flor em flor Essa borboleta Não cansa de esvoaçar À procura de seu par Em todo lugar Enquanto, isso,a borboleta olha para uma lagarta Lá, no chão Que a mesma, já está farta De só viver a se arrastar,como esta sendo por enquanto, sua única condição E a lagarta, não vê a hora de assim como a borboleta,poder se transformar Para a natureza,lá nas alturas,por aí,também,esvoaçar De flor em flor Com todo seu amor Somente à procura de seu par.