A judia Foi judiada Pobre coitada! Pelo seu namorado Após com ele ter transado Seu namorado a judiou Assim que com ela,transou Ele chamou a judia De vadia Ele só a maltratou E ela desgostou De ser tratada desse jeito Totalmente imperfeito Por seu namorado também judeu Que,certamente,a cabeça perdeu E este lhe bateu E,no motel, um funcionário Escutando no exato horário Quando as agressões aconteciam Ouvia-se gritos e gemidos Lá do quarto E então,a testemunha do fato Decidiu a polícia chamar Para vir lhe algemar E assim que a polícia chegou Ele logo parou Mas em nada adiantou Ela já estava toda avermelhada E esmurrada Com hematomas No semblante E o policial prendeu o judeu No exato instante Que viu a judia Naquele dia Toda fria E envergonhada Por ter sido vista pelada Na madrugada E por outro lado,o judeu Na prisão amanheceu Quem sabe, ele aprende a lição De nunca, jamais,dever em uma mulher encostar a mão Não importa qual seja, a razão.
Meu amor Olhe para mim De um jeito sem fim Que me provoque calor Não olhe para trás Nem para os lados Não me olhe com olhares disfarçados Olhe para mim Como exatamente faz Um anjo querubim Que só seu olhar Me traz paz Olhe-me assim De um modo que só você sabe me olhar Colocando seus olhos diretamente em mim Portanto, pare de hesitar Meu amor E me dê valor Não olhe para a esquerda nem para a direita Só olhe para mim Olhe para frente Não,deixe-me ,seu olhar ausente Porque, só tu,do meu coração, és eleita ! Disso, podes acreditar, realmente Venha ,então, me olhar.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
160
Uma voz
Eu ouço uma voz Mas, eu não sei ,de onde,ela vem ! Será que do além? É uma voz muito linda Porém, de onde vem,eu não sei ainda! É uma voz de amor Que por dentro,me provoca calor É uma voz que me dá inspiração Para poder criar no meu violão Uma canção Ou quem sabe,uma poesia de alegria É uma voz desconhecida Porém, para mim Assim, uma voz querida É uma voz,sem fim Eu amo tanto Poder ouvir essa voz Que enche-me de pranto Ela é para todos nós! Uma voz assim Só pode ser de um anjo querubim Ou talvez ,de Deus Ao falar com os lábios seus Essa voz É impossível de não escutar Apesar de eu não saber, de onde, ela vem! Porque,também, seu som passa muito mais rápido que um trem a mais de cem ! Eu sempre e para sempre, vou me questionar Sobre quem emite essa voz ! Que deixa-me com falta de ar. Toda voz Que eu for escutar Eu irei comparar Embora, ela seja incomparável Com essa voz de fundo que me vem No entanto, eu nunca sei de quem!
Autor: Wilhans Lima Mickosz
162
O menino jogador de futebol da escola
O menino não queria saber de estudar Ele só queria levar Sua bola para a escola Para, enfim,nela, poder jogar Ele faltava às aulas E quando ia cabulava Em nada adiantava Quando, por milagre, o menino ficava na escola Ele só queria saber de jogar bola Educação física era sua única aula preferida A única por ele, escolhida As outras, o mesmo, dispensava Literalmente , recusava Em educação física, ele tirava nota 10 Mas, por outro lado, em outras matérias, ele tirava nota 0 É porque, ele não tinha nenhum interesse em aprender Na verdade, o menino, só queria ter tempo de na escola Quando, raramente, ia, era seus gols no futebol fazer Para feliz, assim, ser Sem sequer, com nada , se preocupar Senão, com sua bola na escola Assim, levar Para, enfim, nela, poder jogar.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
125
A crocheteira
Ela fazia crochê! Sem sequer, saber explicar o porquê! Ela simplesmente fazia crochê Ela assim crochetava Os outros diziam era porque,ela adorava A arte do crochê Essa arte da agulha Mas será mesmo? Não era o que parecia! Ela fazia disso,seu passatempo de vida Porém,ela não sentia alegria A vida de uma mulher Que fazia crochê Sem sequer,saber explicar o porquê ! Ela fazia por fazer! Mas,também para financeiramente,se manter Em sua pobre existência de viver Essa era a mulher do crochê! Sem sequer disso,saber explicar o porquê Ela simplesmente fazia por fazer Para poder sobreviver Ela crochetava,crochetava e crochetava E em nada,se inspirava ou se alegrava Era assim, a vida inteira Que ela, a crocheteira Por si só, levava.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
340
O caderno
O que tens para escrever hoje em mim? Meu confidente fiel ! Que escreves no meu papel Sem fim! O que lhe surgiu na cabeça? Seja lá, o que for Ou quem sabe, até,uma poesia de amor Escrevas em mim, antes que se esqueça Afinal de contas, sou eu que vou guardar Seus escritos que a qualquer pessoa é capaz de inspirar Também,sou eu que te acompanho, desde, a escola até a faculdade Portanto, não me jogue fora em qualquer canto da cidade Ao contrário,guarde-me contigo Meu amigo! Queira, me ler Sempre que puder Folheando-me e lembrando dos nossos momentos juntos Dos nossos assuntos Quando,eu era sua única companhia E que lhe trazia alegria Através de mim,onde, você escrevia sua mais bela poesia Você disso consegue se lembrar? Quando, você mal, se levantava da cama E já me pegava para logo começar a poetizar Vai,diga que me ama! É só isso que eu estou a lhe pedir Um pouco de consideração De todo meu coração Quando,você olhando para o céu E o qual,você o desenhou no meu papel Antes mesmo,de você, deixar-me de lado e abandonado Para outro vir e me possuir Para que assim possa escrever em mim Uma nova história.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
153
Namorados alucinados
Para onde os namorados alucinados Assim vão ? Os quais foram por suas famílias abandonados! Pobres coitados! São namorados adoidados Porém,apaixonados Que foram largados de mão Só por causa de viverem mais pela emoção do que pela razão Seus pais os expulsaram de suas residências Para morarem nas ruas De carências A pedirem esmola pelas mãos suas Ninguém tinha pena desse casal de namorados alucinados Totalmente alienados Que viviam na alucinação No seu próprio mundo de imaginação.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
165
O tique -taque do relógio
Tique-taque, Tique-taque Hora que vai e vem ! Vem e vai ! Hora que dentro de mim ! Não sai É sem fim ! Hora que passa e repassa Relógio que mostra sua hora A toda hora E não disfarça De tanto tique-taque,tique-taque Que até me dá um tique nervoso De olhar o relógio Que ,às vezes, a hora passa rápido Ou também, às vezes, demora a passar Não importa o dia nem o lugar É porque,o relógio sempre estará,de graça, a trabalhar Sem sequer ,nunca nada a cobrar Com seus eternos tique-taques.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
209
Um palhaço sem palhaçadas
Havia um palhaço Que era o rei do pedaço Que fazia sua palhaçada Que para isso,não tinha nenhuma maçada! Ele era um palhaço hilariante E totalmente sorridente Que alegrava toda gente A todo instante Mas só que um dia De melancolia O circo fechou E o palhaço triste ficou e chorou É porque não mais haveria plateia Para sua estreia E, infelizmente, esse palhaço acabou não tendo mais E nem onde que fazer suas palhaçadas Que só lhe traziam paz E, ele teve que sobreviver pedindo esmola pelas calçadas.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
149
Um professor de escola chamado: Hilário
Havia um professor ,chamado: Hilário que fazia coisas hilárias ,totalmente hilariantes, a todo instante mesmo. Ele fazia coisas que faziam jus ao seu nome, como por exemplo: contar piadas e anedotas de sua vida em sala -de- aula para seus alunos poderem ouvir e rir. Ele contava de uma maneira única que só ele sabia contar e que chamava atenção dos ouvintes. Todos seus alunos riam de sua cara e de suas palhaçadas ,cada dia que ele chegava era com uma roupa diferente , às vezes até de bermuda e camisa regata e chinelos, ele ia lecionar,o mesmo não ligava para formalismos. Ele só ligava em sempre ter algo inédito para contar e sua matéria era língua portuguesa e como professor letrado, ele falava nossa língua, como ninguém, apesar dele não se importar muito sobre isso ,ele somente falava eloquentemente sem sequer perceber. Seus alunos, o adoravam e as aulas dele eram sempre as melhores que os mesmos esperavam ansiosamente para assistir. Ele lecionava sua matéria , ao mesmo tempo, que fazia alguma excentricidade. Foi quando ,um dia ,o diretor da escola, onde, o professor Hilário lecionava, soube de suas aulas anormais e decidiu proibir que o mesmo continuasse assim e disse o seguinte: " Ou você, se torna, um professor normal ou eu serei obrigado a te demitir"! Foi então que o mestre Hilário como sendo, um funcionário subalterno, seguindo ordens teve que parar com seu jeito engraçado e divertido de ser e de ensinar e então começou a trabalhar, como qualquer outro professor,não completamente, às vezes, acontecia ,de uma vez ou outra, uma pilhéria ,porém, de um modo, um tanto ou quanto, às escondidas, de seus superiores.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
137
Um livro vivo
Era uma vez,entre centenas de milhares de livros da biblioteca pública da cidade. Um único livro que tinha vida e que falava com seus leitores. Ele ficava em cima das mesas e então assobiava e chamava os frequentadores da biblioteca. Ele dizia o seguinte: Ei, você aí, está parado pensando em quê? Pois venha cá, logo, ler-me ,Leia as minhas páginas poéticas e de amor que possam vir a lhe oferecer cultura e conhecimento a todo momento,venha saborear as minhas histórias,as minhas poesias,palavra por palavra. Você não vai sair perdendo nada com isso, ao contrário, você só vai ganhar. Seu possível leitor que lhe pega em mãos retruca : Era um menino que diz assim , pois, eu odeio ler , a leitura para mim é enjoativa. O livro ri de sua cara e ainda lhe diz, só quem lê consegue enxergar o mundo com outros olhos! O menino ainda com o livro em mãos lhe pergunta franzindo a testa com quais olhos, afinal? O livro simplesmente ,lhe responde com os olhos da imaginação ! A leitura abre novos horizontes para os que leem. Portanto,se eu fosse você leria-me para também abrir sua mente e ampliar seu vocabulário, o quanto for necessário. O menino acabou sendo persuadido pelo livro e também acabou por ,finalmente, abri-lo e lê-lo, página por página. Era um livro pequeno, mas com uma sabedoria grande. Suas palavras de veracidade e persuasão foram tão vivas quanto a si mesmo.