Wilhans Lima Mickosz

Wilhans Lima Mickosz

n. 1990 BR BR

Eu sou um poeta que faço dessa atividade a minha predileta!

n. 1990-01-06, São Paulo

Perfil
28 373 Visualizações

A judia

A judia
Foi judiada
Pobre coitada!
Pelo seu namorado
Após com ele ter transado
Seu namorado a judiou
Assim que com ela,transou
Ele chamou a judia
De vadia
Ele só a maltratou
E ela desgostou
De ser tratada desse jeito
Totalmente imperfeito
Pelo seu namorado também judeu
Que,certamente,a cabeça perdeu
E este lhe bateu
E,no motel, um funcionário
Escutando no exato horário
Quando as agressões aconteciam
Ouvia-se gritos e gemidos
Lá do quarto
E então,a testemunha do fato
Decidiu a polícia chamar
Para vir lhe algemar
E assim que a polícia chegou
Ele logo parou
Mas em nada adiantou
Ela já estava toda avermelhada
E esmurrada
Com hematomas
No semblante
E o policial prendeu o judeu
No exato instante
Que viu a judia
Naquele dia
Toda fria
E envergonhada
Por ter sido vista pelada
Na madrugada
E por outro lado,o judeu
Na prisão amanheceu
Quem sabe, ele aprende a lição
De nunca, jamais,dever em uma mulher encostar a mão
Não importa qual seja, a situação.

Autor: Wilhans Lima Mickosz
Ler poema completo

Poemas

165

Que horas são?

Por que você sempre me pergunta que horas são?
E na mesma hora
Dos meus olhos vai embora?
Assim,você entristece o meu coração !
Não é nem uma, nem duas, nem três vezes
São todos os meses !
E tambem, todos os anos !
Quais são seus planos?
Será que os de me magoar?
Com seu breve perguntar
De que horas são?
E logo sumir
Assim partir
De mim ,de supetão
Você ,nem ao menos, se importa
Sobre,o que diz,o meu coração !
Porque é sempre a mesma coisa
Você me pergunta :Que horas são?
E logo, vai embora
A toda hora
Fechando da minha casa, a porta
Você, realmente,nunca,se importa!
Talvez,se,eu comigo
O relógio não mais levar
Você para de me perguntar
Que horas são?
Meu amigo!
E não vá embora
A toda hora
De supetão
E assim,não magoe ,o meu coração.

Autor: Wilhans Lima Mickosz
216

O tique -taque do relógio

Tique-taque, Tique-taque
Hora que vai e vem !
Vem e vai !
Hora que dentro de mim !
Não sai
É sem fim !
Hora que passa e repassa
Relógio que mostra sua hora
A toda hora
E não disfarça
De tanto tique-taque,tique-taque
Que até me dá um tique nervoso
De olhar o relógio
Que ,às vezes, a hora passa rápido
Ou também, às vezes, demora a passar
Não importa o dia nem o lugar
É porque,o relógio sempre estará,de graça, a trabalhar
Sem sequer ,nunca nada a cobrar
Com seus eternos tique-taques.

Autor: Wilhans Lima Mickosz
204

O menino jogador de futebol da escola

O menino não queria saber de estudar
Ele só queria levar
Sua bola para a escola
Para, enfim,nela, poder jogar
Ele faltava às aulas
E quando ia cabulava
Em nada adiantava
Quando, por milagre, o menino ficava na escola
Ele só queria saber de jogar bola
Educação física era sua única aula preferida
A única por ele, escolhida
As outras, o mesmo, dispensava
Literalmente , recusava
Em educação física, ele tirava nota 10
Mas, por outro lado, em outras matérias, ele tirava nota 0
É porque, ele não tinha nenhum interesse em aprender
Na verdade, o menino, só queria ter tempo de na escola
Quando, raramente, ia, era seus gols no futebol fazer
Para feliz, assim, ser
Sem sequer, com nada , se preocupar
Senão, com sua bola na escola
Assim, levar
Para, enfim, nela, poder jogar.

Autor: Wilhans Lima Mickosz
125

A crocheteira

Ela fazia crochê!
Sem sequer, saber explicar o porquê!
Ela simplesmente fazia crochê
Ela assim crochetava
Os outros diziam era porque,ela adorava
A arte do crochê
Essa arte da agulha
Mas será mesmo?
Não era o que parecia!
Ela fazia disso,seu passatempo de vida
Porém,ela não sentia alegria
A vida de uma mulher
Que fazia crochê
Sem sequer,saber explicar o porquê !
Ela fazia por fazer!
Mas,também para financeiramente,se manter
Em sua pobre existência de viver
Essa era a mulher do crochê!
Sem sequer disso,saber explicar o porquê
Ela simplesmente fazia por fazer
Para poder sobreviver
Ela crochetava,crochetava e crochetava
E em nada,se inspirava ou se alegrava
Era assim, a vida inteira
Que ela, a crocheteira
Por si só, levava.

Autor: Wilhans Lima Mickosz
336

Uma voz

Eu ouço uma voz
Mas, eu não sei ,de onde,ela vem !
Será que do além?
É uma voz muito linda
Porém, de onde vem,eu não sei ainda!
É uma voz de amor
Que por dentro,me provoca calor
É uma voz que me dá inspiração
Para poder criar no meu violão
Uma canção
Ou quem sabe,uma poesia de alegria
É uma voz desconhecida
Porém, para mim
Assim, uma voz querida
É uma voz,sem fim
Eu amo tanto
Poder ouvir essa voz
Que enche-me de pranto
Ela é para todos nós!
Uma voz assim
Só pode ser de um anjo querubim
Ou talvez ,de Deus
Ao falar com os lábios seus
Essa voz
É impossível de não escutar
Apesar de eu não saber, de onde, ela vem!
Porque,também, seu som passa muito mais rápido que um trem a mais de cem !
Eu sempre e para sempre, vou me questionar
Sobre quem emite essa voz !
Que deixa-me com falta de ar.
Toda voz
Que eu for escutar
Eu irei comparar
Embora, ela seja incomparável
Com essa voz de fundo que me vem
No entanto, eu nunca sei de quem!

Autor: Wilhans Lima Mickosz
159

O caderno

O que tens para escrever hoje em mim?
Meu confidente fiel !
Que escreves no meu papel
Sem fim!
O que lhe surgiu na cabeça?
Seja lá, o que for
Ou quem sabe, até,uma poesia de amor
Escrevas em mim, antes que se esqueça
Afinal de contas, sou eu que vou guardar
Seus escritos que a qualquer pessoa é capaz de inspirar
Também,sou eu que te acompanho, desde, a escola até a faculdade
Portanto, não me jogue fora em qualquer canto da cidade
Ao contrário,guarde-me contigo
Meu amigo!
Queira, me ler
Sempre que puder
Folheando-me e lembrando dos nossos momentos juntos
Dos nossos assuntos
Quando,eu era sua única companhia
E que lhe trazia alegria
Através de mim,onde, você escrevia sua mais bela poesia
Você disso consegue se lembrar?
Quando, você mal, se levantava da cama
E já me pegava para logo começar a poetizar
Vai,diga que me ama!
É só isso que eu estou a lhe pedir
Um pouco de consideração
De todo meu coração
Quando,você olhando para o céu
E o qual,você o desenhou no meu papel
Antes mesmo,de você, deixar-me de lado e abandonado
Para outro vir e me possuir
Para que assim possa escrever em mim
Uma nova história.

Autor: Wilhans Lima Mickosz
151

Namorados alucinados

Para onde os namorados alucinados
Assim vão ?
Os quais foram por suas famílias abandonados!
Pobres coitados!
São namorados adoidados
Porém,apaixonados
Que foram largados de mão
Só por causa de viverem mais pela emoção do que pela razão
Seus pais os expulsaram de suas residências
Para morarem nas ruas
De carências
A pedirem esmola pelas mãos suas
Ninguém tinha pena desse casal de namorados alucinados
Totalmente alienados
Que viviam na alucinação
No seu próprio mundo de imaginação.

Autor: Wilhans Lima Mickosz
163

Um palhaço sem palhaçadas

Havia um palhaço
Que era o rei do pedaço
Que fazia sua palhaçada
Que para isso,não tinha nenhuma maçada!
Ele era um palhaço hilariante
E totalmente sorridente
Que alegrava toda gente
A todo instante
Mas só que um dia
De melancolia
O circo fechou
E o palhaço triste ficou e chorou
É porque não mais haveria plateia
Para sua estreia
E, infelizmente, esse palhaço acabou não tendo mais
E nem onde que fazer suas palhaçadas
Que só lhe traziam paz
E, ele teve que sobreviver pedindo esmola pelas calçadas.

Autor: Wilhans Lima Mickosz
147

Teus olhos

Eu, quando, paro para olhar
Para os teus olhos
O que eles dizem-me, abertamente
É tenha-me ! É possua-me !
Que só eu posso tê-la e possuí -la
De contigo, amor manter
E fazê -la, esse meu amor sentir
Assim como ,eu a tenho e a possuo
Eu também a beijo, a abraço e a toco
Tocando seu corpo suavemente
Como quem toca as cordas de um violão
Fazendo uma bonita canção
Conforme, toda a boniteza de sua mãe natureza
Que a fez ser tão bela assim
Para mim.

Autor: Wilhans Lima Mickosz
165

Um professor de escola chamado: Hilário

Havia um professor ,chamado: Hilário que fazia coisas hilárias ,totalmente hilariantes, a todo instante mesmo.
Ele fazia coisas que faziam jus ao seu nome, como por exemplo: contar piadas e anedotas de sua vida em sala -de- aula para seus alunos poderem ouvir e rir.
Ele contava de uma maneira única que só ele sabia contar e que chamava atenção dos ouvintes.
Todos seus alunos riam de sua cara e de suas palhaçadas ,cada dia que ele chegava era com uma roupa diferente , às vezes até de bermuda e camisa regata e chinelos, ele ia lecionar,o mesmo não ligava para formalismos.
Ele só ligava em sempre ter algo inédito para contar e sua matéria era língua portuguesa e como professor letrado, ele falava nossa língua, como ninguém, apesar dele não se importar muito sobre isso ,ele somente falava eloquentemente sem sequer perceber.
Seus alunos, o adoravam e as aulas dele eram sempre as melhores que os mesmos esperavam ansiosamente para assistir.
Ele lecionava sua matéria , ao mesmo tempo, que fazia alguma excentricidade.
Foi quando ,um dia ,o diretor da escola, onde, o professor Hilário lecionava, soube de suas aulas anormais e decidiu proibir que o mesmo continuasse assim e disse o seguinte: " Ou você, se torna, um professor normal ou eu serei obrigado a te demitir"!
Foi então que o mestre Hilário como sendo, um funcionário subalterno, seguindo ordens teve que parar com seu jeito engraçado e divertido de ser e de ensinar e então começou a trabalhar, como qualquer outro professor,não completamente,
às vezes, acontecia ,de uma vez ou outra, uma pilhéria ,porém, de um modo, um tanto ou quanto, às escondidas, de seus superiores.

Autor: Wilhans Lima Mickosz
133

Comentários (0)

Partilhar
Iniciar sessão para publicar um comentário.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.