Wilhans Lima Mickosz

Wilhans Lima Mickosz

n. 1990 BR BR

Eu sou um poeta que faço dessa atividade a minha predileta!

n. 1990-01-06, São Paulo

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A judia

A judia
Foi judiada
Pobre coitada!
Pelo seu namorado
Após com ele ter transado
Seu namorado a judiou
Assim que com ela,transou
Ele chamou a judia
De vadia
Ele só a maltratou
E ela desgostou
De ser tratada desse jeito
Totalmente imperfeito
Por seu namorado também judeu
Que,certamente,a cabeça perdeu
E este lhe bateu
E,no motel, um funcionário
Escutando no exato horário
Quando as agressões aconteciam
Ouvia-se gritos e gemidos
Lá do quarto
E então,a testemunha do fato
Decidiu a polícia chamar
Para vir lhe algemar
E assim que a polícia chegou
Ele logo parou
Mas em nada adiantou
Ela já estava toda avermelhada
E esmurrada
Com hematomas
No semblante
E o policial prendeu o judeu
No exato instante
Que viu a judia
Naquele dia
Toda fria
E envergonhada
Por ter sido vista pelada
Na madrugada
E por outro lado,o judeu
Na prisão amanheceu
Quem sabe, ele aprende a lição
De nunca, jamais,dever em uma mulher encostar a mão
Não importa qual seja, a razão.

Autor: Wilhans Lima Mickosz
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Poemas

165

A judia

A judia
Foi judiada
Pobre coitada!
Pelo seu namorado
Após com ele ter transado
Seu namorado a judiou
Assim que com ela,transou
Ele chamou a judia
De vadia
Ele só a maltratou
E ela desgostou
De ser tratada desse jeito
Totalmente imperfeito
Por seu namorado também judeu
Que,certamente,a cabeça perdeu
E este lhe bateu
E,no motel, um funcionário
Escutando no exato horário
Quando as agressões aconteciam
Ouvia-se gritos e gemidos
Lá do quarto
E então,a testemunha do fato
Decidiu a polícia chamar
Para vir lhe algemar
E assim que a polícia chegou
Ele logo parou
Mas em nada adiantou
Ela já estava toda avermelhada
E esmurrada
Com hematomas
No semblante
E o policial prendeu o judeu
No exato instante
Que viu a judia
Naquele dia
Toda fria
E envergonhada
Por ter sido vista pelada
Na madrugada
E por outro lado,o judeu
Na prisão amanheceu
Quem sabe, ele aprende a lição
De nunca, jamais,dever em uma mulher encostar a mão
Não importa qual seja, a razão.

Autor: Wilhans Lima Mickosz
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A judia

A judia
Foi judiada
Pobre coitada!
Pelo seu namorado
Após com ele ter transado
Seu namorado a judiou
Assim que com ela,transou
Ele chamou a judia
De vadia
Ele só a maltratou
E ela desgostou
De ser tratada desse jeito
Totalmente imperfeito
Pelo seu namorado também judeu
Que,certamente,a cabeça perdeu
E este lhe bateu
E,no motel, um funcionário
Escutando no exato horário
Quando as agressões aconteciam
Ouvia-se gritos e gemidos
Lá do quarto
E então,a testemunha do fato
Decidiu a polícia chamar
Para vir lhe algemar
E assim que a polícia chegou
Ele logo parou
Mas em nada adiantou
Ela já estava toda avermelhada
E esmurrada
Com hematomas
No semblante
E o policial prendeu o judeu
No exato instante
Que viu a judia
Naquele dia
Toda fria
E envergonhada
Por ter sido vista pelada
Na madrugada
E por outro lado,o judeu
Na prisão amanheceu
Quem sabe, ele aprende a lição
De nunca, jamais,dever em uma mulher encostar a mão
Não importa qual seja, a situação.

Autor: Wilhans Lima Mickosz
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A mariposa

A mariposa
Numa flor pousa
E, onde,ali nela repousa
Depois de voar
Por horas e horas
Em busca de seu par
Que ela ainda
Não conseguiu encontrar
Uma mariposa tão linda quanto ela
Com a qual pudesse vir a sonhar
Como no castelo por seu príncipe, a mais bela donzela
Para então, finalmente, ser seu par
Porém,enquanto,ela não acha
A mesma começa a descansar
Porque,amanhã cedo
O que não é nenhum segredo
Tem mais
Com seus voos matinais
E a vida continua
Sobre a procura sua
De um par
Para amar
E como sendo mariposa
Que nas flores de amores
Dos mais adoráveis odores
Onde, ali, nelas pousa
E também, repousa
Após, horas e horas
De voo pela beleza da natureza
Diante da ventania da brisa do ar
Em relação a todas as auroras
Que possa acordar.


Autor: Wilhans Lima Mickosz
318

O frio e o calor

Certo dia, o frio resolveu perguntar para o calor assim: Por que no calor as pessoas ficam tão bem à vontade na praia os homens de sunga e as mulheres de biquíni a se banharem no mar, enquanto, está um sol de rachar?
E o calor retruca a pergunta com outra pergunta ao frio. E por que no frio enquanto uns se agasalham tanto , as pessoas, ficam mais elegantes com blusas, calças,botas e cachecóis e luvas e outras pessoas, as mais necessitadas moram nas ruas e morrem de frio?
Com certeza,esses mendigos , moradores de rua, sentem a minha falta, ou seja , a falta do meu calor.
E o frio acrescenta, e por que em alguns países desérticos, as pessoas morrem de calor, elas também, por outro lado, não gostariam de um vento frio a bater nos seus rostos, elas sentem o clima abafado e querem uma temperatura agradável.
O frio e o calor ficaram a discutir, o dia todo sobre qual era o melhor?
Se o frio que esfriava ou se o calor que acalorava ?
Foi, então, que Deus, após ,tanto ouvir aquela discussão banal, o mesmo decidiu pôr um basta naquilo.
E o Senhor Deus, disse-lhes, o seguinte: Cada qual de vocês têm sua função nessa terra, mas tem que estar em seu devido lugar , hora e tempo.
Deus,então,inventou o nome de estação certa para o frio que chamou de inverno e também inventou o nome de estação certa para o calor que chamou de verão.
E, sendo assim, cada uma dessas duas estações ficaram a fazer seu papel na natureza conforme seu tempo e quem determinou isso ,foi Deus.
Também, o senhor Deus criou o nome de duas outras estações anuais que chamou de outono e primavera.
Mas essas outras duas estações já ficam para outra história.
E por hoje é só.

Autor: Wilhans Lima Mickosz
238

O empresário e o proletário

Um dia, eu estava conversando e reclamando do meu trabalho com uma amiga,ao acaso,ela disse-me algo que me fez refletir sobre o empresário e o proletário.
Que nós trabalhadores somos explorados pelos empregadores,a gente trabalha para receber no fim do mês, uma miséria de salário,ainda com vários descontos que do valor bruto que já é pouco, fica o valor líquido na folha de pagamento que é menor ainda.
Os pobres trabalham para enriquecer o bolso dos ricos,os ricos ganham em cima do trabalho dos pobres ,ou seja,a burguesia contra o proletariado.
O empresário não se importa, se o trabalhador está doente, se faltou e logo desconta do salário do mesmo,ou até mesmo se o trabalhador morrer,tanto faz,o empresário logo contrata outro e coloca no lugar sendo assim substituindo-o para a empresa e o empresário.
Nós funcionários somos apenas números seja números pares ou ímpares que só somos pagos para fazer nosso mísero trabalho e muito mal pagos, sem sequer levar nenhum crédito ou consideração do empresário, o qual pensa apenas em seu lucro no fim do mês.
Quanto mais, nós trabalhadores damos nosso sangue pela empresa para receber uma merreca ,a exigência em relação ao nosso trabalho é ainda maior e o empresário enriquece, ainda mais,muito mais, as nossas custas, essa é a consequência do capitalismo, esse sistema do dinheiro, o trabalho em troca de dinheiro ,por isso, existe tanta desigualdade social por aí ,muita gente passando fome, enquanto muitos tem bastante, outros tem pouco ou não tem nada
É isso e entre tantas outras coisas que eu passei a refletir sobre o capitalismo e o empresário que faz os funcionários serem apenas números, digamos assim, do jogo matemático de sua empresa exploradora.

Autor: Wilhans Lima Mickosz
123

O soldado e o capitão

Estava a marchar, o soldado
De um jeito errado
E o capitão
De supetão
Deu-lhe um sermão
E o capitão,ainda diz
Para o soldado infeliz
Se você marchar errado
Outra vez,eu lhe coloco no xadrez
É porque num desfile militar
Tem que saber marchar
E ,então,por outro lado,o soldado ,escutando por um ouvido e saindo pelo outro
Ou seja, sem sequer, se importar
Com o que seu capitão
Acaba de lhe falar
O soldado indisciplinado
Ele volta a marchar
De um jeito errado
Mas ,também,agora, de supetão,o capitão
Como sendo ,o responsável por todo o pelotão
Dessa vez, lhe colocou , na prisão.

Autor: Wilhans Lima Mickosz
192

Você e seu violão

Você é tão linda !
Ao tocar uma canção
No seu violão
Que eu não vi nem ouvi nada igual ainda
Você dedilhando corda por corda dos acordes do seu violão
Escala por Escala musical
Lendo e interpretando as cifras e notas das tablaturas e também até partituras
Você tocando suavemente as cordas do seu violão
Com essas suas mãos tão macias quanto algodão
E você, ao cantar com essa voz doce que alegra o meu coração
Você toca,canta e me encanta
E também, você me olha com esse seu olhar
Que só você é capaz
Assim de me fascinar
Você me traz paz
Você tem tanto talento musical
Você é genial
Com esse violão
Eu te digo isso, de todo meu coração
Seu talento
Vem do momento
Em que estamos juntos
Lembrando dos nossos mais belos assuntos
De amor
Num dia de calor
Só nós dois sentados na praia, à beira-mar
Enquanto, eu estou a escutar
Você, lindamente,para mim
Seu violão a tocar
De um jeito perfeito
E sem fim.

Autor: Wilhans Lima Mickosz
170

Que horas são?

Por que você sempre me pergunta que horas são?
E na mesma hora
Dos meus olhos vai embora?
Assim,você entristece o meu coração !
Não é nem uma, nem duas, nem três vezes
São todos os meses !
E tambem, todos os anos !
Quais são seus planos?
Será que os de me magoar?
Com seu breve perguntar
De que horas são?
E logo sumir
Assim partir
De mim ,de supetão
Você ,nem ao menos, se importa
Sobre,o que diz,o meu coração !
Porque é sempre a mesma coisa
Você me pergunta :Que horas são?
E logo, vai embora
A toda hora
Fechando da minha casa, a porta
Você, realmente,nunca,se importa!
Talvez,se,eu comigo
O relógio não mais levar
Você para de me perguntar
Que horas são?
Meu amigo!
E não vá embora
A toda hora
De supetão
E assim,não magoe ,o meu coração.

Autor: Wilhans Lima Mickosz
221

O menino jogador de futebol da escola

O menino não queria saber de estudar
Ele só queria levar
Sua bola para a escola
Para, enfim,nela, poder jogar
Ele faltava às aulas
E quando ia cabulava
Em nada adiantava
Quando, por milagre, o menino ficava na escola
Ele só queria saber de jogar bola
Educação física era sua única aula preferida
A única por ele, escolhida
As outras, o mesmo, dispensava
Literalmente , recusava
Em educação física, ele tirava nota 10
Mas, por outro lado, em outras matérias, ele tirava nota 0
É porque, ele não tinha nenhum interesse em aprender
Na verdade, o menino, só queria ter tempo de na escola
Quando, raramente, ia, era seus gols no futebol fazer
Para feliz, assim, ser
Sem sequer, com nada , se preocupar
Senão, com sua bola na escola
Assim, levar
Para, enfim, nela, poder jogar.

Autor: Wilhans Lima Mickosz
128

O tique -taque do relógio

Tique-taque, Tique-taque
Hora que vai e vem !
Vem e vai !
Hora que dentro de mim !
Não sai
É sem fim !
Hora que passa e repassa
Relógio que mostra sua hora
A toda hora
E não disfarça
De tanto tique-taque,tique-taque
Que até me dá um tique nervoso
De olhar o relógio
Que ,às vezes, a hora passa rápido
Ou também, às vezes, demora a passar
Não importa o dia nem o lugar
É porque,o relógio sempre estará,de graça, a trabalhar
Sem sequer ,nunca nada a cobrar
Com seus eternos tique-taques.

Autor: Wilhans Lima Mickosz
211

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