A judia Foi judiada Pobre coitada! Pelo seu namorado Após com ele ter transado Seu namorado a judiou Assim que com ela,transou Ele chamou a judia De vadia Ele só a maltratou E ela desgostou De ser tratada desse jeito Totalmente imperfeito Por seu namorado também judeu Que,certamente,a cabeça perdeu E este lhe bateu E,no motel, um funcionário Escutando no exato horário Quando as agressões aconteciam Ouvia-se gritos e gemidos Lá do quarto E então,a testemunha do fato Decidiu a polícia chamar Para vir lhe algemar E assim que a polícia chegou Ele logo parou Mas em nada adiantou Ela já estava toda avermelhada E esmurrada Com hematomas No semblante E o policial prendeu o judeu No exato instante Que viu a judia Naquele dia Toda fria E envergonhada Por ter sido vista pelada Na madrugada E por outro lado,o judeu Na prisão amanheceu Quem sabe, ele aprende a lição De nunca, jamais,dever em uma mulher encostar a mão Não importa qual seja, a razão.
No reino celestial,Deus,como sendo,um Ser soberano,tinha seus anjos querubins e serafins,que realizavam tarefas diversas,tudo de acordo com suas divinas ordens,mas só que, entre esses seus anjos,havia um só que era diferente.
Pois esse anjo era desobediente,arrogante,prepotente,cheio de si,e não aceitava comandos de outrem,tal anjo chamava-se ''Lúcifer'',um nome forte para um anjo tão lindo como ele era.
Certo dia,Deus, cansado de tanto ver essa diferença no céu,entre Lúcifer e os demais anjos ,após Deus, já ter dado várias oportunidades para que assim Lúcifer pudesse aprender a se pôr no seu devido lugar, de acordo com as hierarquias angelicais,inclusive a sua própria.Mesmo assim ainda,de nada adiantou.
E Deus,então, enfezou-se,de vez,deste seu anjo,e resolveu transformá-lo numa criatura horrenda e o enviou para as trevas,para um outro reino que ele mesmo criara,para que Lúcifer, agora fosse um Ser soberano,mas só que de lá.
Num reino,chamado:Inferno,e, assim,foi feito,Deus o expulsou dali, o condenou e o enviou para seu devido lugar eterno que seria o inferno.
Assim sendo,durante toda a eternidade,o reino celestial de Deus,viu-se livre de Lúcifer e nunca mais este importunou ninguém por lá.
E Lúcifer,a partir daquele momento e para todo o sempre passaria a ser responsável por comandar e reinar os espíritos malignos que fossem excluídos do céu por Deus para o inferno.
Para que estas almas amaldiçoadas fossem passar eternamente, o resto de suas vidas, após a morte, consigo,obedecendo-lhe, completamente, todas as ordens de escravidão,digamos assim, ,padecendo em larga escala sobre o que fizeram de mau e indecoroso no passado.
Esta é a história entre Deus e o Diabo.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
400
Chuva
Chuva boa
Chuva que está a cair
Sem parar
A chuva que o amor nos faz sentir
A Chuva que enche a lagoa
A chuva é o divino chorar
Que dos céus vem
E não vê a quem
E está a terra e a todos a molhar
Pode ser
Chuva,chuvinha,chuvona,chuvisco ou chuvarada
Porém,quando cai é uma chuva adorada
Chuva que enche os rios,os lagos,as lagoas
E os mares
Chuva que se precipita pelos ares
Chuva abençoada
Que enquanto em alguns países chove-se abundantemente
Em alguns outros,chove-se nada.
Essa é a chuva
Que cai na mão como uma luva
E da qual dependemos eternamente.
Wilhans Lima Mickosz
367
Brincadeira
Eu brinco com as palavras
Como quem brinca de pega-pega
Indo correndo atrás das palavras
Mais belas
Ou, eu também brinco de esconde-esconde
Escondendo-me das palavras mais difíceis
E mais duras
Pesadas como uma pedra
Que são elas
Ou quando,não é possível
Esconder-me delas
Eu vou buscá-las lá no dicionário
Que é um livro extraordinário
E totalmente esclarecedor
Que fala-nos sobre tudos e sobre todos
Até mesmo sobre o amor
Enfim,estas costumavam ser as brincadeiras em questão
Vividas e Vindas do meu coração.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
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Beije-me
Beije-me do jeito que você fez a última noite
Beije-me do mesmo jeito que você fez da última vez