A judia Foi judiada Pobre coitada! Pelo seu namorado Após com ele ter transado Seu namorado a judiou Assim que com ela,transou Ele chamou a judia De vadia Ele só a maltratou E ela desgostou De ser tratada desse jeito Totalmente imperfeito Pelo seu namorado também judeu Que,certamente,a cabeça perdeu E este lhe bateu E,no motel, um funcionário Escutando no exato horário Quando as agressões aconteciam Ouvia-se gritos e gemidos Lá do quarto E então,a testemunha do fato Decidiu a polícia chamar Para vir lhe algemar E assim que a polícia chegou Ele logo parou Mas em nada adiantou Ela já estava toda avermelhada E esmurrada Com hematomas No semblante E o policial prendeu o judeu No exato instante Que viu a judia Naquele dia Toda fria E envergonhada Por ter sido vista pelada Na madrugada E por outro lado,o judeu Na prisão amanheceu Quem sabe, ele aprende a lição De nunca, jamais,dever em uma mulher encostar a mão Não importa qual seja, a situação.
Havia um professor ,chamado: Hilário que fazia coisas hilárias ,totalmente hilariantes, a todo instante mesmo. Ele fazia coisas que faziam jus ao seu nome, como por exemplo: contar piadas e anedotas de sua vida em sala -de- aula para seus alunos poderem ouvir e rir. Ele contava de uma maneira única que só ele sabia contar e que chamava atenção dos ouvintes. Todos seus alunos riam de sua cara e de suas palhaçadas ,cada dia que ele chegava era com uma roupa diferente , às vezes até de bermuda e camisa regata e chinelos, ele ia lecionar,o mesmo não ligava para formalismos. Ele só ligava em sempre ter algo inédito para contar e sua matéria era língua portuguesa e como professor letrado, ele falava nossa língua, como ninguém, apesar dele não se importar muito sobre isso ,ele somente falava eloquentemente sem sequer perceber. Seus alunos, o adoravam e as aulas dele eram sempre as melhores que os mesmos esperavam ansiosamente para assistir. Ele lecionava sua matéria , ao mesmo tempo, que fazia alguma excentricidade. Foi quando ,um dia ,o diretor da escola, onde, o professor Hilário lecionava, soube de suas aulas anormais e decidiu proibir que o mesmo continuasse assim e disse o seguinte: " Ou você, se torna, um professor normal ou eu serei obrigado a te demitir"! Foi então que o mestre Hilário como sendo, um funcionário subalterno, seguindo ordens teve que parar com seu jeito engraçado e divertido de ser e de ensinar e então começou a trabalhar, como qualquer outro professor,não completamente, às vezes, acontecia ,de uma vez ou outra, uma pilhéria ,porém, de um modo, um tanto ou quanto, às escondidas, de seus superiores.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
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Bárbara e seu namorado barbeiro
Bárbara era uma mulher bárbara Que também namorava um barbeiro bárbaro Que dos seus clientes a barba fazia Em sua barbearia Bárbara era babá Que cuidava de um bebê que só sabia espernear Bárbara também tinha um bar Que lá tinha bastante cerveja para sua clientela poder tomar Quando,o bárbaro barbeiro folgava Ele, a Bárbara, namorava O dia inteiro Enquanto,ela, também folgava e ao mesmo tempo, cuidava do seu bar Ao lado de seu namorado adorado Que assim como ele, uma cerveja estava a tomar.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
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O rapaz e sua Abigail
O rapaz amor por Abigail Logo sentiu Assim que a viu! Ele sua voz sutil ouviu E também apaixonado aos seus pés caiu Esse rapaz descobriu Que a cor preferida de Abigail É anil! Ele em namoro a pediu No mês de abril E ela aceitou e o beijou É porque, também por ele Abigail, se apaixonou O tio rico de Abigail Que tanto, ela estimava Quando, este, soube da novidade Perguntou-lhe: Por que logo não se casava? Ela lhe respondeu: Porque ainda é cedo! E também, porque, quem casa quer casa, tio Ele, acrescentou, você tem razão! A mente deve agir mais que o coração Porém, quem verdadeiramente amor sente Sempre consegue o maior presente E é por isso que um presente, eu vou lhe dar! Em virtude desse rapaz Que só lhe traz paz E que também, ele está a te amar Pode agora o seu presente abrir E Abigail o abriu Era uma carta fechada com um cheque com um valor correspondente Que foi surpreendente Que a deixou surpresa realmente E, depressa, seu amor, ela avisou Que seu rico tio, uma fortuna para ela, disponibilizou Ou melhor dizendo, deu-lhe, na verdade Por causa de sua bondade E foi então que a data do momento do casamento Logo surgiu E depois do casório Com o rapaz chamado: João Osório Para sua casa nova recém-comprada, Abigail Assim partiu Ao lado de seu consorte Que viverá consigo até a morte.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
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Eu encontrei você
Tudo que eu esperava encontrar em uma mulher Eu finalmente encontrei em você Seu olhar olhando para mim Do início ao fim Seu sorriso Que é meu paraíso Seu beijo Que é a fonte do meu desejo Você é a mulher Que eu pedi à Deus Você é a mulher Que todo homem quer É tão bom estar nos braços seus Você me beija ,me toca e me abraça Você por mim passa E meu amor por você Não disfarça Nem disfarçará Porque é o mais sincero que há Isso ,eu espero que saiba o porquê Porque, o amor existe mais para ser sentido do que explicado O meu amor por ti É puro, sem nenhum pecado É por isso que eu quero estar ao seu lado.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
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Sua fotografia
Quando, eu olho para a fotografia do seu semblante Eu tento descobrir o que os seus olhos tem a me dizer Porque, eu sei de que algo eles estão a me esconder No teu olhar ,quando eu tento desvendar o mistério Decifrar o enigma Eu perco-me dentro dessa luminosidade Por um breve instante Do seu semblante Uma fotografia Que eu paro o meu dia Só para olhar para o seu olhar Se você soubesse quantas vezes Eu já me distrai Por causa da sua foto Desde a primeira vez que te vi Quem diria que uma fotografia poderia causar tantas coisas em mim Não é uma simples fotografia Ela significa o começo o meio e o fim Para mim É por isso que eu amo tanto Poder olhar para a sua fotografia Que me causa pranto Não de tristeza,mas,sim de alegria.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
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O suposto jogo do amor
Qual é o seu jogo? Diga-me qual é! Que eu quero jogar! Qual será esse jogo? Que você não quer me falar! Será que é o jogo de amar? Se por acaso for Eu quero jogar Esse seu suposto jogo do amor Você me esconde as palavras Como é que eu vou adivinhar? Se é um jogo ou não ? Se você não me fala ao coração Assim não tem como eu jogar Seu suposto jogo de amar Se você não me dizer qual é ! Assim fica difícil Se for futebol Eu quero jogar bem mais que jogou O rei Pelé ! Nesse seu suposto jogo de amor Mas até agora De qual jogo Você não me falou E o que me resta É apenas voltar a te perguntar Sobre qual jogo Eu tenho que jogar.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
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Eu queria ser
Eu queria ser o violão Cuja música pudesse tocar o seu coração Eu queria ser um passarinho Bem pequenininho Que ao sair do meu ninho Pudesse ir logo no seu aconchego Assim cantar Para te trazer sossego Com o meu alegrar Eu queria ser o violino Que está sendo tocado por aquele belo menino Que está na esquina A impressionar Sua menina Que a faz chorar De emoção Com sua canção Eu queria ser a saudação de: Bom dia! Dada à toa A toda e qualquer pessoa Que eu pudesse na rua ver E, que ,de algum modo,pudesse amenizar o seu sofrer Esse seria meu pequeno gesto de alegria Eu também queria ser uma sinfonia Regida por um maestro destro Que com sua batuta De uma forma biruta Pudesse fazer com que a orquestração Causasse mais emoção Aos expectadores Com a vibração sonora dos instrumentos musicais Que até os anjos celestiais Gostariam de ouvir Eu queria ser a luva Que cobrisse sua mão Que tantas vezes já pegou na minha Quando, eu te via sozinha Em pleno estado de solidão Eu queria ser o guarda-chuva Que no seu trabalho,num dia de temporal, ao te buscar E como forma de agradecimento Pelo momento Um beijo seu, eu fosse ganhar Eu queria ser o sapatinho de cinderela Que seu pé mimoso Calçava, minha donzela Quando, a gente andava pelo solo formoso Eu queria ser a mais bela flor Para você vir me arrancar da terra E poder sentir o meu odor A flor de amor Seria uma margarida Minha querida Duma vida Que se encerra Enfim,são tantas coisas,que eu queria ser Que mal posso escrever Mas,uma coisa, eu lhe digo Tudo isso é sério! É palavra mais que de amigo! Pode acreditar Não tem mistério O meu amar Sobre você! Portanto, não me pergunte o porquê.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
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O velho trem
O velho trem Vai e vem! E quando passa Solta sua fumaça Esse trem Não tem para ninguém Ele percorre por seus trilhos De cidade em cidade Mostrando a todos sua antiguidade E também carregando vários filhos Em seus vagões Todos pintados de corações O velho trem Demora a passar Cadê ele que não vem? E quando passa O maquinista sorridente Seu sorriso não disfarça Este deixando gente constantemente Que de muito longe acaba de chegar Tantos passageiros De todos os tipos e classes Com várias faces Até alguns lisonjeiros Que adoram andar Nesse velho trem Que por aí comparado aos que já existem Vale muito mais que cem É Porque nele,não viaja gente triste Ele é o melhor trem que tem! Que de estação em estação Vai levando todos na sua condução Esse é o velho trem Que quando passa Todos de longe, logo já veem Toda sua fumaça.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
141
Amanda,a mandona
Amanda em mim manda E também desmanda Quando, eu lhe pergunto como anda? Ela me responde que anda bem! E volta a me mandar e desmandar como ninguém! Ela só sabe mandar e nada mais Suas ordens não me trazem paz Porém, eu a amo,mesmo assim Com seu jeito sem fim De mandar e desmandar em mim Essa é a Amanda A mandona E também do meu coração, dona.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
155
O mistério do amor
Palavras não bastam Palavras não são suficientes Palavras são apenas Palavras Para poder descrever O amor que eu sinto por ti! Como descrever o indescritível ? Como escrever o que está fora dos parâmetros e das medidas das palavras de todo vocabulário do dicionário ? Como poder explicar o inexplicável? Eu tento dizer o indizível Mas eu sei que eu não posso Porque é impossível Qual será o verdadeiro amor nosso? Que nem eu, nem você,nem ninguém Pode desvendar o mistério Que de tudo vai além De que nenhuma inteligência da humana ciência De nenhum cientista ou poeta sério Que queira falar em base de todos os argumentos infindáveis Que só nos deixa supor Sobre algo nada mais nada menos do que o mistério do amor.