Poemas

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Poemas publicados

Remisson Aniceto
Remisson Aniceto

Entrega


Floreios, floreios, floreios...
Pra quê tantos floreios?
Eu renuncio, já estou cheio!
Cheio da vida e da esperança,
cheio da música, cheio da dança
inútil das…

490
ana rafael
ana rafael

Palavras

Que palavras são estas caladas que me matam

923
Remisson Aniceto
Remisson Aniceto

Criatura


Qu'imagem é esta de mulher que mepersegue,
vinho suave que – eu sequioso – meembriaga,
que teima em existir por mais que eunegue,
me abraça, me incendeia e logo se …

662
Valdir Gomes
Valdir Gomes

Ora sorrindo, ora chorando

...eestava lá o homem que a amava; Eleestava a esperando como o combinado. Comele estava: a saudade, o desejo e o coração pulsando... Masn…

991
Remisson Aniceto
Remisson Aniceto

Nova Era


Homenagem à minha cidade natal,
no Vale do Aço.
 
Minha cidade é limpa,
é verde amarela azul e branca.
Minha cidade é pequenina
e tem rio,
tem lagoa,

413
Remisson Aniceto
Remisson Aniceto

Só o tempo passa...


... e foi assim que cheguei:
despojado de tudo,
sentimentos, atos, ilusões
e esperanças.
Em busca de um novo mundo.
Deixei por sobre os ombros
vales, monta…

472
Remisson Aniceto
Remisson Aniceto

Os dançarinos

Melancólica e sonolenta, eis a lua, flutuando sobre as águas do oceano. Alheio a tudo, imerso na noite e no mundo, meu pensar também vaga neste plano.   Ei-la, im…

541
Jacqueline Batista
Jacqueline Batista

Te esquecer

Às vezes na madruga penso em você E na angustiante luta que travo Para tentar te esquecer Junto-me a caneta e ao papel E vamos tecendo fórmulas Que possam ameniza…

556
Remisson Aniceto
Remisson Aniceto

Herança

A confecção deste poema foi um caso à parte, diferente dos demais poemas meus, que normalmente levam horas, às vezes dias para ser finalizados. Herança veio de uma golfada; nasc…

688
Remisson Aniceto
Remisson Aniceto

O teatro

Estreitam-se da nossa Pátria as cercanias,
cresce a fome com a fuga das divisas, ri a peste.
A Nação, outrora honesta, se rende à tirania
de quem ouro recolhe e de pode…

460
Remisson Aniceto
Remisson Aniceto

Nostalgia

Helena? Helena? Onde 'stás agora?
Apesar do pouco tempo da partida,
a lembrança me castiga, faz ferida
e a tristeza solidária me namora.

Onda calma de sono me in…

569
Remisson Aniceto
Remisson Aniceto

Parentes


À maldade dos afins estando sujeitos,
Maldade de tio, irmão e cunhado,
Ainda que mal não lhes tenhamos feito,
Abramos os olhos, tenhamos cuidado...
 
São mui …

346
Remisson Aniceto
Remisson Aniceto

Áurea

Faço poemas  em versos negros  e versos brancos  para que todo poema  seja livre.

556
Remisson Aniceto
Remisson Aniceto

Transição

É tão fria a cova e tão escuro o horto onde depositam meu corpo doente! _ Como a cova é fri a se o corpo é morto? A partir de agora s ó a alma sente...
…

617
Remisson Aniceto
Remisson Aniceto

Só


 
Viver não me importa:
minha Rosa está morta!
 
Secou no jardim
com falta de mim.
 
A vida em comum
fez nós dois sermos um.
 
Ela partiu ontem…

330
Remisson Aniceto
Remisson Aniceto

Nostalgia


Helena? Helena? Onde estás agora?
Apesar do pouco tempo da partida,
a lembrança me castiga, faz ferida
e a tristeza solidária me namora.
 
Onda calma de sono …

464
Remisson Aniceto
Remisson Aniceto

Coração


Vi o Coração quando jovem, quando puro,
rindo e sonhando dia e noite, noite edia,
como se a Vida, a Morte, o claro e o escuro
se resumissem em prazer e alegria.
…

440
Remisson Aniceto
Remisson Aniceto

Ao censor


Lê e critica meu verso,
que te é permitido fazê-lo.
Só não me prives, te peço,
do direito de escrevê-lo.

477
Remisson Aniceto
Remisson Aniceto

A Rosa dos anjos


Ó Rosa que no Céu estás plantada,
Rosa alva dos meus sonhos arrancada.
Tens a cor da bela nuvem em claro dia,
Perfumando os céus azuis da Fantasia.
 
Ó Rosa s…

608
Remisson Aniceto
Remisson Aniceto

Canção final


Depois de muito fastio,
da dor cruel da partida,
do pranto intenso o estio
acalmou enfim minha vida.
 
Voltar talvez eu não possa.
Receio uma nova recusa.<…

531
Remisson Aniceto
Remisson Aniceto

Encontro


No “Bar e Café Pessoa” encontreiFernando.
Ele bebericava numa caneca deporcelana,
lendo “O Corvo”. Puxei uma cadeira damesa ao lado
e sentei, observando seu porte m…

497
Remisson Aniceto
Remisson Aniceto

Terapia do riso absurdo

Contraídos o risório e o zigomático, explode em ti sonora gargalhada. Do veneno do teu riso tão elástico minhas cordas também são contagiadas.
Tudo em …

576
Remisson Aniceto
Remisson Aniceto

À minha mãe

Quisera hoje ver-te, ó mãe querida, contigo estar no meu torrão e te contar da minha Vida, da dor que me aperta o Coração.
Quisera alegrar teus olhos c…

741
Remisson Aniceto
Remisson Aniceto

Ave


Ontem, vi um pássaro no estertor damorte.
As asas não içavam o frágil corpo.
Das pernas - finos gravetos - esvaía afirmeza.
Peguei-o e não o senti: já não havia
…

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