Lista de Poemas
Poemas publicados
pequena prosa poética...
bem vindo o azul da noite sobre o rosto verde da folhagem, logo é a hora em que os corpos se enrolam, as bocas se juntam, famintamente se amam... a janela continua aberta, receb…
pequena prosa poética...
às vezes sinto-me só, num mundo estranho, de esperanças poucas, e sentindo que nada posso mudar avanço nas horas sem remos, debaixo de calor, onde basta saber-me viva...perco at…
MARCAS DO QUE SE FOI - VI
Sempre que incorremos
em erros (principalmente), devemos nos fazer
as seguintes perguntas:
... Como
... Onde
... Quando
... Com quem
Silensidão
A mãe morreu em pouco
tempo (mãe de quem
e de quanto tempo se fala ?
Aqui, nada se explicita),
silensidão é a praxe
neste entorno vivalma não há
que se l…
Antonianas3
Lula Livre
Globolixo é Ofélia fazendo Escola
É sempre deturpação!
Faz por maldade por dinheiro!
Sonega impo…
já foi tempo de amor...
Falar mais no assunto?
Não sei que fazer com ele!
Já às vezes me pergunto
Porque me perco a pensar nele.
É pretensioso e adulador
Este tempo que me comp…
MARCAS DO QUE SE FOI - I
Apesar de, no momento,
nada saber de mim, presumo que, com
a convivência possa arriscar que sei algo
de ti, minimamente falando:
(...) dos teus abismos…
beijos...trovas
um beijo no mês de maio
não posso virar as costas
fico cega mas não caio
sei que de mim tu gostas
brilha o sol lá no além
meu cansaço, minha dor
linhas de seda...trovas
Trago um lenço cheio de cor
bem dobrado ao meu jeito
com letras grandes "AMOR"
grande como trago no peito
Caem-me lágrimas soltas
a crescerem-me p…
A BANHAR
O bulício das águas contra as lajes
Ao descer os degraus da corredeira...
Aonde eu te levei por companheira
A nos havermos sem pejo nem trajes.
…
BRAVÍSSIMO!
Queres aplausos? Não os tenho.
A árvore de louros secou...
Escreves tu com arte e engenho
Poemas que o século ignorou.
Poeta, o teu século pas…
pensamento...
como entender o tempo da felicidade, da entrega sem limites, quando eras o sol que subia pelo meu corpo, se a carência de ti me percorre agora a pele?!
natalia nuno
DON'ANA (sextilhas)
Era uma mulher do lar;
D'aquelas para casar
E que se quer sempre sua.
Que sabe bem seu lugar,
Pois, tem recato no andar
Quando passa pela rua.…
Sao Vicente Ferrer
São Vicente Ferrer
Como é bom ver no teu dia
estampado no rosto das crianças
um sorriso farto e puro de alegria!
É a certeza que no…
Antihumanismo
Já nasceram sob a forma do manco molde satânico
Aprenderam a vociferar verbetes, prerrogativas e oratória em forma de discursos tão eloquentes
Pois vieram para o mundo…
AURA EXTENSA (sextilhas)
Estender-se no que se tem
Faz um homem maior do que é --
Quer lança que estica além
O braço e mais longe até;
Ou alavanca que, com fé,
Movess…
Viva o Samba Brasileiro
O samba é um canto democrático
Não tem chefe ou patente
Quando é feito pela gente
Podemos ser diferentes
Mas somos todos iguais...
Nos ideais!
capricho...
Ontem não vimos o sol, choveu sem violência, e ficámo-nos a olhar o rio, esse rio que já é oceano, surgiram mais umas rugas nas têmporas, enquanto as nuvens se afogavam na luz m…
MARCAS DO QUE SE FOI - III
... Sabe quando você tem tudo
nas mãos (a felicidade, o amor, o carinho e algo mais?)
então, de repente, tudo vai por
__ água abaixo?...
Mas não é tão …
pequena prosa poética...
hoje está morta, porque hoje ela casualmente se viu ao espelho, e viu um rosto velho, podia ter ficado indiferente, mas tristemente padeceu quando viu esse rosto sombrio...penso…
a velha porta...
Hoje lembrei a velha porta
da casa onde nasci.
Toquei-lhe estava fria como morta
Mas a abri-la não me atrevi.
Escutei o seu ranger
Senti que já não havi…
sonho que o dia sustém...
a lucidez sempre te interroga... porquê esse vôo até ao obscuro? porquê esse abismo inesperado essa inquietude...que é fogo esse contar de rugas novas... deixa que te acomp…
Há uma lágrima que seco...
Há uma lágrima que seco.
Angústia que só o coração conhece,
e no peito faz eco,
dum bater que esmorece.
Na lembrança de cada beijo,
o tempo retrocede co…
gratidão...pequena prosa poética
através das cortinas vou remando até à infância, nada me barra o caminho, e fico a boiar no poente em liberdade, agradeço a Deus a dávida do sonho, que me permite encher o peito…