Lista de Poemas

A ciência dos erros alheios é fácil, se se examinam sem ódio nem interesse; a dos erros próprios é muito difícil, porque sempre os julgamos subornados do próprio amor.

 

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Não é de maravilhar que se vejam tantas coisas feitas sem entendimento e contra todo o entendimento, pois os que se ocupam, ou são ocupados nelas, não meditam no que devem.

 

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Não ver nada é privação; ver uma coisa por outra é erro.

 

5

Quanto é mais eficaz e poderosa para mover os ânimos dos homens a esperança das coisas próprias que a memória das alheias?

 

28

O merecimento da esmola não consiste em que a comam aqueles para quem a dais, senão em que vós a deis para que eles a comam.

 

31

A esperança é um afecto que, suspirando sempre por ver, vive de não ver e morre com a vista.

 

30

Ainda que seja muito segura, muito firme e muito bem fundada a esperança é um tormento esperar.

 

33

A esperança satisfaz-se com a medida do que se espera.

 

28

Assim como há esperanças que tardam, há esperanças que vêm. (...) As esperanças que tardam tiram a vida; as esperanças que vêm não só não tiram a vida, mas acrescentam os dias e os alentos dela.

 

27

Isso é o que fazem todos os escritores, severíssimos com os defeitos alheios e benigníssimos com os próprios, como pais, enfim.

 

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