Lista de autores
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João Pereira de La Cerda
1772 – 1850
João Pereira de La Cerda foi um poeta português, cuja obra se insere no contexto do barroco literário. A sua escrita é marcada pela complexidade formal, pelo jogo de ideias e pela exploração de temas religiosos e existenciais, característicos da sua época. Com uma linguagem elaborada e um estilo erudito, os seus poemas refletem a tensão entre a fé e a razão, o efêmero e o eterno. É reconhecido pela sua mestria retórica e pela profundidade intelectual que imprime à sua produção poética, contribuindo para a riqueza do período em que viveu.
Costa Goodolfim
1842 – 1910
Costa Goodolfim, pseudónimo de António Augusto Pereira, foi um poeta e professor português. A sua obra poética é marcada por uma profunda reflexão sobre a condição humana, a passagem do tempo e a busca de sentido, frequentemente abordando temas como a memória, a saudade e a efemeridade da vida. A sua escrita distingue-se pela linguagem cuidada, pela musicalidade dos versos e por uma forte carga emotiva, explorando a dimensão existencial do ser. Goodolfim dedicou grande parte da sua vida ao ensino, mas a poesia permaneceu uma constante, um espaço de expressão íntima e universal. A sua obra, embora por vezes discreta em termos de divulgação massiva, tem vindo a ganhar reconhecimento pela sua qualidade literária e pela profundidade das suas inquietações.
Vitaliano José Brum da Silveira
Séc. XVIII – 1816
Vitaliano José Brum da Silveira foi um poeta brasileiro cuja obra se destaca pela originalidade e pela exploração de temas existenciais e sociais. A sua poesia é marcada por uma linguagem vigorosa e por uma capacidade ímpar de transitar entre o lirismo mais íntimo e a observação crítica do mundo. Embora não seja um nome amplamente divulgado, o seu legado poético reside na profundidade das suas reflexões e na força expressiva que conferiu à sua voz literária.
Luís José Correia de França Amaral
1855-02-14 – 1929-04-04
Luís José Correia de França Amaral foi um poeta cuja obra se insere no panorama literário português. A sua poesia explora, com sensibilidade e profundidade, os temas universais da existência humana, através de uma linguagem cuidada e expressiva. A sua contribuição para a poesia portuguesa é marcada por um olhar atento sobre as emoções e a condição humana.
Viscondessa de Balsemão
1749 – 1824
A Viscondessa de Balsemão foi uma figura literária do século XIX, associada ao período romântico em Portugal. Destacou-se como escritora, com incursões na poesia e na prosa, explorando temas como o amor, a saudade e a religiosidade, num estilo que refletia as sensibilidades da sua época. A sua obra, embora por vezes eclipsada por contemporâneos masculinos, contribuiu para a representação feminina no panorama literário português, abordando a condição da mulher e as suas aspirações num contexto social restritivo. Foi uma das primeiras escritoras a alcançar notoriedade pública em Portugal.
Bernardo António de Sousa
1758-01-01 – 1797-01-01
Bernardo António de Sousa foi um poeta que se destacou pela sua lírica introspectiva e reflexiva. A sua obra poética, muitas vezes marcada por um tom melancólico e uma profunda sensibilidade, explora temas universais como o amor, a saudade, a passagem do tempo e a busca por um sentido para a existência. Com uma linguagem trabalhada e uma expressividade singular, Sousa deixou um contributo significativo para a poesia, legando versos que continuam a tocar os leitores pela sua autenticidade e pela sua capacidade de expressar as mais profundas emoções humanas.
Joaquim Fortunato Valadares Gamboa
1745 – 1815
Joaquim Fortunato Valadares Gamboa foi uma figura literária e intelectual portuguesa, cujo nome se associa a uma produção escrita de relevo no seu tempo. Dedicou-se à poesia, explorando temas que refletem a complexidade da existência humana e as particularidades do contexto social e cultural em que viveu. A sua obra poética é marcada por uma linguagem cuidada e por uma profundidade reflexiva, abordando questões universais com uma perspetiva singular. O seu percurso literário contribuiu para a riqueza da literatura portuguesa, deixando um legado de valor inestimável.
Fernando Leal
1896-02-26 – 1964-10-07
Fernando Leal foi um poeta português, cuja obra se insere no contexto do modernismo português. Caracterizou-se pela exploração de temas ligados à identidade, à memória e à paisagem interior, utilizando uma linguagem depurada e um lirismo subtil. A sua poesia reflete uma sensibilidade apurada face à experiência humana e ao fluir do tempo, marcando uma voz singular no panorama literário do século XX.
Sousa Viterbo
1845-12-29 – 1910-12-29
Sousa Viterbo foi um notável poeta, médico e historiador português, figura proeminente do século XIX. A sua obra poética, embora por vezes menos destacada que a sua faceta de investigador, revela um lirismo cuidado e uma profunda ligação à história e à cultura portuguesas. Como historiador, dedicou-se ao estudo da literatura e das artes, deixando um valioso legado de publicações que contribuíram significativamente para o conhecimento do património cultural luso.
Pedro Ivo
1981-06-27 – 1903
Pedro Ivo é um poeta contemporâneo conhecido pela sua exploração de temas existenciais e pela linguagem cuidada, que transita entre o lírico e o reflexivo. A sua obra aborda frequentemente a efemeridade do tempo, a complexidade das relações humanas e a busca por sentido num mundo em constante mudança. A poesia de Pedro Ivo distingue-se pela sua capacidade de evocar imagens poderosas e pela musicalidade intrínseca dos seus versos, convidando o leitor a uma imersão profunda nas suas reflexões.
Natércia Couto
1924 – 1999-06-11
Natércia Couto é uma figura proeminente na poesia contemporânea, conhecida pela sua voz lírica e pela exploração profunda de temas existenciais. A sua obra destaca-se pela musicalidade intrínseca e pela capacidade de evocar imagens vívidas e emoções complexas. Com uma escrita que transita entre o pessoal e o universal, a autora aborda a condição humana, a passagem do tempo e a busca por sentido com uma sensibilidade ímpar. O seu contributo literário enriquece a paisagem poética lusófona, oferecendo perspetivas que ressoam com leitores de diversas gerações.
Alberto Teles
1702-03-21 – 1766-01-27
Alberto Teles foi um poeta e professor português, cuja obra poética se insere no âmbito do Neo-Realismo, explorando temas sociais e políticos com uma linguagem direta e engajada. A sua escrita reflete um forte sentido de intervenção cívica e uma preocupação com as injustiças sociais, características marcantes do movimento literário a que se associou. Como pedagogo, dedicou-se à formação de jovens, transmitindo não só conhecimentos, mas também valores de cidadania e crítica social.
José de Sousa Monteiro
1846-08-20 – 1909-01-01
José de Sousa Monteiro foi um poeta português, cuja obra poética se distingue pela sua profundidade lírica e pela reflexão sobre a existência humana. A sua escrita, muitas vezes introspectiva, explora temas como a passagem do tempo, a memória e a condição humana, utilizando uma linguagem elaborada e carregada de simbolismo. Embora a sua figura não seja das mais proeminentes, a sua contribuição para a poesia em língua portuguesa reside na qualidade e na sensibilidade da sua expressão.
Guilherme de Azevedo
1839-11-30 – 1882-04-06
Guilherme de Azevedo foi um poeta, jornalista e político português, figura proeminente do movimento do Renascimento de Portugal no final do século XIX e início do século XX. A sua obra poética é marcada por um lirismo profundo, abordando temas como o amor, a saudade e a natureza, com um estilo que reflete a influência do Simbolismo e do Parnasianismo. Como jornalista e político, Azevedo teve um papel ativo na vida pública da sua época, defendendo causas sociais e culturais. A sua poesia, embora por vezes melancólica, revela uma forte ligação à identidade portuguesa e um desejo de renovação estética e social.
João Vicente Pimentel Maldonado
1773-01-22 – 1838-02-08
João Vicente Pimentel Maldonado foi um poeta português cuja obra se insere num contexto literário de transição e experimentação. A sua poesia é marcada por uma profunda introspeção e pela exploração de temas existenciais, refletindo as inquietações da sua época. Embora a sua produção não seja extensa, deixou uma marca singular no panorama poético português.
António Lopes dos Santos Valente
1839-12-04 – 1896-04-12
António Lopes dos Santos Valente foi um poeta português cuja obra se insere no contexto do Neorrealismo. Com uma poesia marcada pela intervenção social e pela denúncia das injustiças, explorou temas como a condição humana, a luta pela liberdade e a esperança num futuro melhor. O seu lirismo, por vezes duro e interventivo, reflete uma profunda preocupação com a realidade social e política do seu tempo, procurando dar voz aos marginalizados e oprimidos.
Francisco de Paula Medina e Vasconcelos
1768-11-20 – 1824-07-16
Francisco de Paula Medina e Vasconcelos foi um poeta e dramaturgo português. A sua obra literária abrange uma diversidade de géneros, refletindo um interesse tanto pela lírica quanto pela expressão teatral. Notável pela sua capacidade de conjugar a sensibilidade poética com a construção dramática, deixou uma marca no panorama literário da sua época.
Ernesto Pinto de Almeida
1842 – 1873
Ernesto Pinto de Almeida foi um poeta e escritor cuja obra se insere no panorama literário português. Apesar de não ter alcançado a notoriedade de outros contemporâneos, a sua produção poética revela um interesse pelas temáticas líricas e existenciais características da sua época. A sua contribuição, embora mais discreta, enriquece o mosaico da poesia portuguesa com uma voz singular e reflexiva, explorando a sensibilidade e as inquietações humanas.
Maria Cristina de Arriaga
1835 – 1915
Maria Cristina de Arriaga foi uma figura proeminente na literatura portuguesa, conhecida pela sua obra poética e pela sua participação ativa em círculos intelectuais. A sua escrita é marcada por uma sensibilidade lírica e uma profundidade temática, abordando frequentemente questões existenciais e sentimentais. Foi uma voz importante no panorama literário, contribuindo com uma perspetiva única e um estilo distintivo.
Manuel Matias Vieira Fialho de Mendonça
1779 – 1813
Poeta português de renome, Manuel Matias Vieira Fialho de Mendonça dedicou a sua obra a explorar as profundezas da alma humana e as complexidades das relações interpessoais. Com uma linguagem rica e evocativa, a sua poesia reflete uma sensibilidade apurada para as nuances do amor, da saudade e da passagem do tempo. As suas composições são marcadas por uma musicalidade intrínseca e por uma capacidade ímpar de capturar a essência das emoções de forma lírica e acessível. A sua contribuição para a literatura portuguesa é notável pela originalidade e pela profundidade reflexiva que imprime a cada verso.
Mariana Belmira de Andrade
1844-12-31 – 1921-02-17
Mariana Belmira de Andrade foi uma figura notável no panorama literário, conhecida pela sua sensibilidade e pela profundidade da sua expressão poética. A sua obra, embora possa não ter alcançado a notoriedade de outros contemporâneos, é um reflexo de uma voz autêntica que explorou temas como a identidade, a natureza e as efemeridades da vida. A qualidade da sua escrita e a originalidade do seu olhar conferem-lhe um lugar de destaque entre os poetas que souberam capturar a essência da experiência humana em versos.
Pêro de Sousa Ribeiro
Séc. XV
Pêro de Sousa Ribeiro foi um poeta português notabilizado pela sua obra lírica e épica. Destacou-se na produção de sonetos e poemas narrativos, explorando temas como o amor, a saudade e a epopeia nacional. A sua escrita reflete o contexto literário da sua época, com uma linguagem cuidada e uma estrutura formal muitas vezes inspirada nos modelos clássicos. O seu contributo para a poesia portuguesa reside na sua capacidade de aliar a expressão pessoal a uma visão mais ampla da identidade e da história de Portugal, deixando um legado de versos que ainda hoje ecoam pela sua musicalidade e profundidade.
Inácio de Morais
1500 – 1990-01-03
Inácio de Morais é um poeta cuja obra se caracteriza pela profunda ligação à terra e à natureza, expressa através de uma linguagem poética rústica e autêntica. As suas composições evocam paisagens, tradições e a alma do povo, refletindo uma identidade cultural forte e um sentido de pertença. Com versos que ressoam com a sabedoria popular e a simplicidade do quotidiano, Morais constrói uma obra que celebra as raízes e a identidade, deixando um testemunho lírico da vida no campo e das suas gentes.
Brás Garcia de Mascarenhas
1596-02-03 – 1656-08-08
Brás Garcia de Mascarenhas foi um militar, poeta e escritor português, conhecido pela sua participação em eventos históricos e pela sua obra literária, nomeadamente "Vida e Morte de Dom Miguel de Castro". Nascido no século XVI, a sua vida e obra entrelaçam-se com o contexto de expansão marítima e de conflitos militares da época. A sua poesia, embora menos proeminente que a sua prosa, reflete a sensibilidade do período Maneirista, com um tom ora épico, ora reflexivo sobre a condição humana e os desígnios da sorte.