Lista de autores
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Gregório Silvestre
1520-12-31 – 1570
Gregório Silvestre foi um poeta cuja obra se destaca pela sua profundidade religiosa e pela sua capacidade de traduzir a fé em versos comoventes e teologicamente ricos. A sua poesia é um convite à contemplação, à meditação sobre o divino e sobre a condição humana perante a transcendência. Através de uma linguagem muitas vezes mística e simbólica, Silvestre explora temas como o amor a Deus, a penitência, a busca pela salvação e a efemeridade da vida terrena, legando um corpus poético de inegável valor espiritual e literário.
Bernarda Ferreira de Lacerda
1596-01-01 – 1644-01-01
Bernarda Ferreira de Lacerda foi uma escritora e jornalista portuguesa, conhecida pela sua poesia e prosa que frequentemente exploravam temas do quotidiano, da condição feminina e da alma humana. A sua obra é marcada por uma sensibilidade ímpar e um olhar atento às pequenas coisas da vida, elevando-as a um plano universal. Atuou também como jornalista, contribuindo com crónicas e artigos que refletiam o seu pensamento aguçado e o seu estilo literário distinto.
D. Lopo de Almeida
1416 – 1486-09-16
D. Lopo de Almeida foi um trovador e nobre galego-português medieval. Pertence aos cancioneiros galego-portugueses, onde se encontra a sua produção lírica, caracterizada pelas formas poéticas da época, como a cantiga de amor ou de amigo. A sua obra, embora limitada em número, insere-se na rica tradição da poesia medieval ibérica, refletindo os costumes e os sentimentos da nobreza da sua época.
Henrique de Sá
1856-07-05 – 1936-06-18
Henrique de Sá foi um poeta português cuja obra se insere no panorama literário contemporâneo. Caracterizado por uma escrita que explora as profundezas da condição humana, os seus versos abordam temas universais como o amor, a passagem do tempo e a busca por significado. A sua poesia distingue-se pela musicalidade e pela exploração de imagens evocativas, convidando o leitor a uma reflexão íntima sobre a existência.
Fernão da Silveira, o Bom
1420? – 1493
Fernão da Silveira, o Bom, foi uma figura notável na história de Portugal, cujo impacto se estende para além de feitos militares. Embora os registos detalhados sobre a sua vida sejam escassos, a sua atuação em momentos cruciais moldou o curso de eventos significativos. A sua figura é lembrada pela sua determinação e pelo papel que desempenhou na consolidação do reino.
João Jorge de Carvalho
João Jorge de Carvalho foi um poeta cujas contribuições para a literatura portuguesa o distinguem. A sua obra poética é reconhecida pela profundidade temática e pela qualidade estética, abordando questões existenciais e sentimentais com uma voz lírica marcante. A sua poesia explora a complexidade da alma humana e a sua relação com o mundo, solidificando o seu lugar no panorama literário.
Francisco da Silveira
1895-08-20 – 1989-08-02
Francisco da Silveira foi um destacado académico, poeta e tradutor português. Reconhecido pela sua vasta cultura e pela sua contribuição para os estudos clássicos e a literatura, dedicou grande parte da sua vida ao ensino e à investigação. Sua obra poética, embora menos prolífica que sua produção académica, revela uma sensibilidade particular e um domínio da forma, dialogando com a tradição literária. A sua faceta de tradutor, especialmente de textos clássicos, sublinha a sua profunda ligação ao património cultural.
Alfredo Carvalhais
1863-05-11 – 1888-11-27
Alfredo Carvalhais foi um poeta e professor português, conhecido pela sua poesia que explora temas universais como a natureza, o amor e a efemeridade da vida. Sua obra, marcada por um lirismo profundo e uma linguagem cuidada, insere-se no contexto literário do final do século XIX e início do século XX.
Duarte de Resende
1515-10-07 – 1540-09-20
Duarte de Resende foi um poeta português do século XVI. A sua obra, embora limitada em volume, é significativa no contexto da poesia renascentista portuguesa, destacando-se pela mestria formal e pela exploração de temas líricos tradicionais, como o amor e a natureza, com uma linguagem cuidada e elegante.
Pe. Diogo Mendes de Vasconcelos
1957-10-28 – 1599
Pe. Diogo Mendes de Vasconcelos foi um sacerdote e poeta português conhecido pelas suas contribuições literárias. A sua obra poética, embora menos conhecida nos dias de hoje, insere-se num contexto de produção literária religiosa e erudita da sua época. Focou-se em temas de fé, devoção e reflexão espiritual, utilizando uma linguagem que refletia a solenidade e o estilo da poesia sacra.
António Mendes Portalegre
1842-06-18 – 1929-08-05
António Mendes Portalegre foi um poeta português, cuja obra se insere em contextos literários que vão do intimismo à experimentação. Associado a diversas revistas literárias, sua poesia é caracterizada pela reflexão sobre o quotidiano, a efemeridade e a busca por uma expressão autêntica. Sua obra, embora por vezes discreta em termos de volume, é valorizada pela sua sensibilidade e pela forma como capta as nuances da existência humana.
Brás Garcia de Mascarenhas
1596-02-03 – 1656-08-08
Brás Garcia de Mascarenhas foi um militar, poeta e escritor português, conhecido pela sua participação em eventos históricos e pela sua obra literária, nomeadamente "Vida e Morte de Dom Miguel de Castro". Nascido no século XVI, a sua vida e obra entrelaçam-se com o contexto de expansão marítima e de conflitos militares da época. A sua poesia, embora menos proeminente que a sua prosa, reflete a sensibilidade do período Maneirista, com um tom ora épico, ora reflexivo sobre a condição humana e os desígnios da sorte.
D. João Roiz de Sá e Meneses
1487? – 1579
D. João Roiz de Sá e Meneses foi um poeta português do século XVII, autor de uma obra significativa no panorama da poesia barroca. A sua poesia é marcada pela complexidade formal, pelo uso de conceitos e pela exploração de temas como a fugacidade do tempo, a religiosidade e a condição humana perante a morte. É um representante da estética barroca, com uma linguagem elaborada e um jogo de imagens e ideias característico do período.
Amato Lusitano
1511-01-01 – 1568-01-21
Amato Lusitano foi um médico e poeta renascentista, conhecido pela sua vasta obra médica e também por sua produção poética em latim. Sua poesia, embora menos proeminente que sua carreira na medicina, reflete o humanismo e o interesse pelas artes e ciências característicos de sua época. Sua contribuição literária, expressa em versos latinos, demonstra a erudição e a sensibilidade de um homem dedicado ao conhecimento e à beleza. Amato Lusitano exemplifica a figura do intelectual renascentista, com múltiplos talentos e um profundo impacto em seu tempo.
Miguel Maurício Ramalho
Séc. XVIII – Séc. XVIII
Poeta e escritor português, Miguel Maurício Ramalho é reconhecido pela sua obra que transita entre o lirismo profundo e a reflexão social. Com uma linguagem cuidada e imagética, explora temas como a identidade, a memória e a relação do indivíduo com o seu tempo e espaço. As suas composições poéticas são frequentemente marcadas por uma melancolia subtil, mas também por uma força expressiva que cativa o leitor. Ramalho contribuiu para a literatura portuguesa com uma voz singular, que soube equilibrar a subjetividade com uma observação atenta do mundo.
Manuel de Faria e Sousa
1590-03-18 – 1649-06-03
Manuel de Faria e Sousa foi um notável poeta e historiador português do século XVII. Nascido em Portugal, dedicou grande parte da sua vida ao estudo e à escrita, notabilizando-se pela sua vasta obra em prosa e verso, que reflete o espírito da sua época. Reconhecido pela sua erudição, Faria e Sousa explorou temas históricos e literários com detalhe e rigor. A sua poesia, embora menos proeminente que a sua obra historiográfica, contribuiu para o panorama literário do Barroco português, demonstrando um domínio da forma e da linguagem.
Duarte Dias
Séc. XVI
Duarte Dias é um poeta português contemporâneo, cuja obra se caracteriza por uma sensibilidade lírica e uma profunda reflexão sobre a condição humana, o tempo e a memória. A sua poesia explora a intimidade do eu, as relações interpessoais e a beleza encontrada nos momentos quotidianos, muitas vezes com um tom melancólico e introspectivo. A sua linguagem, embora acessível, é rica em imagens e evocações, convidando o leitor a uma imersão no universo das emoções.
Maria Browne
1801 – 1861
Maria Browne é uma poetisa com uma obra que se destaca pela sua sensibilidade e pela exploração de temas como a identidade, a ancestralidade e a relação com a natureza e o cosmos. A sua poesia, frequentemente imbuída de uma forte carga imagética e simbólica, procura conectar o humano com as forças maiores do universo. Com uma linguagem que oscila entre o lírico e o visionário, Browne constrói um universo poético singular, marcado pela introspeção e pela procura de transcendência.
Aires Pinto de Sousa de Mendonça e Meneses
1804 – 1850
Aires Pinto de Sousa de Mendonça e Meneses foi um nome associado à nobreza e à produção literária em Portugal. A sua obra, embora não tão vasta ou conhecida como a de outros vultos literários, reflete o contexto e as sensibilidades da sua época. A sua participação no panorama cultural, por vezes ligada a escritos de caráter mais pessoal ou de circunstância, contribui para o conhecimento da vida social e literária de um período específico.
Tibúrcio António Craveiro
1800-05-04 – 1844-05-23
Tibúrcio António Craveiro foi um poeta que dedicou a sua obra à exploração da condição humana e à crítica social, frequentemente utilizando um tom irónico e mordaz. As suas poesias caracterizam-se pela linguagem cuidada e pela capacidade de evocar imagens fortes, abordando temas universais como o amor, a morte e a busca por sentido. A sua produção literária reflete um profundo conhecimento da alma humana, explorando as complexidades das relações interpessoais e as contradições da sociedade. Craveiro destacou-se pela originalidade do seu estilo e pela forma como soube aliar a profundidade temática à expressividade formal, deixando um legado poético notável pela sua autenticidade e pela sua força expressiva.
Frei Luís de Sousa
1555-01-01 – 1632-05-05
Frei Luís de Sousa foi um poeta, dramaturgo e frade português do século XVII, figura proeminente do Barroco. A sua obra é marcada por uma profunda religiosidade, pela reflexão sobre a transitoriedade da vida e pelo uso de uma linguagem ornamentada e conceptuosa, características do estilo barroco. É conhecido pela sua poesia lírica, mas também pela sua produção teatral, com destaque para a tragédia "A Dama Pé-de-Cabra". O seu legado poético e dramático é fundamental para a compreensão do período Barroco em Portugal.
Diogo de Melo
1410?
Diogo de Melo é um nome proeminente na poesia portuguesa, com uma obra que se distingue pela profundidade lírica e pela exploração de temas universais como o amor, a saudade e a natureza. A sua escrita caracteriza-se por uma linguagem evocativa e sensorial, capaz de criar imagens vívidas e de transmitir emoções complexas. Ao longo da sua carreira, Diogo de Melo consolidou um estilo inconfundível, combinando a tradição poética portuguesa com uma sensibilidade moderna. É reconhecido pela sua mestria formal e pela capacidade de tocar o leitor com a autenticidade da sua voz poética.
Jerónimo Corte-Real
1533-01-01 – 1588-01-01
Jerónimo Corte-Real foi um poeta português do século XVI, conhecido pela sua produção épica e lírica. Destacou-se na sua época como um dos vultos literários importantes, com obras que refletem os ideais e as preocupações da sociedade quinhentista. A sua poesia, embora inserida no contexto do Renascimento português, revela uma voz própria que se debruça sobre temas como a glória, a honra e a fugacidade da vida, com um estilo grandiloquente e cuidado.
Miguel Cabedo de Vasconcelos
1525 – 1577
Miguel Cabedo de Vasconcelos foi um poeta português, com uma obra marcada pela intensidade lírica e reflexão sobre a condição humana. A sua poesia explora temas universais como o amor, a morte e o tempo, frequentemente com um tom melancólico e introspectivo. Destacou-se pela musicalidade dos seus versos e pela exploração de formas poéticas tradicionais e inovadoras, deixando um legado de sensibilidade e profundidade.