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Diogo Fogaça

Diogo Fogaça

PT

1453-01-01

Diogo Fogaça é um nome associado à produção poética, cuja obra se manifesta num registo lírico e reflexivo. Embora os detalhes sobre a sua vida e percurso sejam escassos, a sua poesia tende a explorar a profundidade dos sentimentos e a observação do mundo circundante, caracterizando-se por uma linguagem cuidada e uma sensibilidade apurada.

48
Lopo de Sousa Coutinho

Lopo de Sousa Coutinho

PT

1515-01-01 – 1577-01-01

Lopo de Sousa Coutinho foi um poeta português, figura singular no panorama literário do século XX. A sua obra, marcada por uma profunda introspeção e um lirismo singular, explora as complexidades da existência humana com uma linguagem depurada e uma sensibilidade ímpar. A sua escrita reflete um diálogo constante com a tradição poética, ao mesmo tempo que introduz novas perspetivas sobre temas universais como o amor, a solidão e a passagem do tempo. É reconhecido pela sua capacidade de evocar paisagens interiores e pela força expressiva dos seus versos, que continuam a ressoar junto de leitores e críticos.

84
António Luís de Seabra

António Luís de Seabra

PT

1798-12-02 – 1895-01-19

António Luís de Seabra foi um poeta, magistrado e político português, conhecido pela sua obra poética que se enquadra no Neotrovadorismo e no Arcadismo. A sua escrita evidencia um profundo amor pela pátria, pela história e pela tradição portuguesa, explorando frequentemente temas como o heroísmo, a glória passada e a saudade. Com uma linguagem cuidada e um estilo marcado pela retórica, Seabra procurou reviver os valores e os ideais da nação através dos seus versos, refletindo um sentimento de nostalgia pela grandeza histórica de Portugal e um desejo de renovação nacional. A sua figura é representativa de uma sensibilidade literária que valorizava a identidade e a memória coletiva.

108
Amélia Cristina de Avelar

Amélia Cristina de Avelar

PT

1846-07-29 – 1921-11-14

Amélia Cristina de Avelar foi uma figura literária portuguesa, cujo legado poético se insere num contexto de produção artística e cultural por vezes menos visível em termos de reconhecimento formal. A sua obra, embora possa não ter alcançado a projeção de outros contemporâneos, reflete sensibilidades e temáticas que dialogam com a poesia do seu tempo. A sua contribuição para a literatura reside na expressão de uma voz autoral com características próprias, enriquecendo o panorama literário português com a sua perspetiva lírica e reflexiva.

53
José Nunes da Ponte

José Nunes da Ponte

PT

1848-05-20 – 1924-09-05

José Nunes da Ponte foi um poeta português cuja obra se insere no contexto literário do século XIX. A sua produção poética, embora menos celebrada que a de alguns contemporâneos, contribui para a riqueza da poesia portuguesa com temas que exploram a sensibilidade, a natureza e as reflexões existenciais. A sua poesia, marcada por um estilo característico da época, oferece uma perspetiva lírica sobre as emoções humanas e a visão do mundo.

44
Pe. Francisco Rafael da Silveira Malhão

Pe. Francisco Rafael da Silveira Malhão

PT

1794 – 1860

O Pe. Francisco Rafael da Silveira Malhão foi um sacerdote e poeta português, cuja obra se destaca no panorama literário do século XIX. Como figura ligada à Igreja e às letras, Malhão explorou temas de espiritualidade, fé e existencialismo, conferindo à sua poesia uma profundidade e um tom reflexivo. O seu percurso literário, embora não de grande expansão, é valorizado pela expressividade e pela sensibilidade com que abordou questões morais e religiosas. A sua contribuição poética, marcada pela erudição e pela religiosidade, acrescenta uma dimensão única ao cânone da poesia portuguesa.

120
João Albino Peixoto

João Albino Peixoto

PT

1803-08-05 – 1891-01-01

João Albino Peixoto foi um escritor português cuja obra se enquadra na tradição literária do seu país, explorando temáticas que ressoam com a identidade, a memória e a condição humana. A sua escrita é marcada por uma atenção cuidada à linguagem e pela capacidade de evocar atmosferas e sentimentos de forma profunda. Peixoto dedicou-se à exploração de narrativas que convidam à reflexão sobre o passado, o presente e as complexidades da existência, deixando um registo literário que valoriza a introspeção e a sensibilidade.

109
D. Francisco da Costa

D. Francisco da Costa

PT

1914-06-30 – 2001-07-31

D. Francisco da Costa foi uma figura eclesiástica e literária do século XVIII, cujas reflexões e escritos se inserem no contexto do Iluminismo português. A sua obra, embora não predominantemente poética, reflete um pensamento erudito e uma preocupação com os aspetos morais e espirituais, influenciado pelo fervor religioso e pelas correntes intelectuais da sua época.

69
Lourenço de Cáceres

Lourenço de Cáceres

PT

1948-08-09 – 2006-01-03

Lourenço de Cáceres foi um poeta cuja obra se insere no contexto da poesia religiosa e mística, marcada por uma profunda espiritualidade e pela busca do divino. A sua escrita reflete uma devoção intensa e uma exploração das complexidades da fé e da alma humana perante o transcendente. As suas composições poéticas são notáveis pela sua expressividade e pela capacidade de evocar sentimentos de veneração e contemplação.

48
Pe. Jerónimo Dias Leite

Pe. Jerónimo Dias Leite

PT

1538 – 1593

Pe. Jerónimo Dias Leite foi um poeta português cuja obra se insere no período do Arcadismo. As suas composições poéticas, embora menos conhecidas em comparação com outros vultos da época, refletem as características estéticas e temáticas do movimento, com uma inclinação para a pastoralidade e a idealização da natureza.

66
Luís da Silva Mousinho de Albuquerque

Luís da Silva Mousinho de Albuquerque

PT

1792-06-16 – 1846-12-27

Luís da Silva Mousinho de Albuquerque foi um jurista, historiador e político português. Dedicou-se ao estudo do Direito e da História, especialmente a história de Portugal. Desempenhou funções públicas relevantes na sua época, tendo sido membro de diversas instituições académicas e governamentais. A sua obra reflete um profundo interesse pela análise das instituições e do passado português, contribuindo para a historiografia do país.

99
Alberto Carlos

Alberto Carlos

PT

1850 – 1903

Alberto Carlos é um poeta português cuja obra se destaca pela sua capacidade de transitar entre a reflexão íntima e a observação do mundo circundante. A sua poesia é marcada por uma linguagem límpida e por uma sensibilidade aguçada para as pequenas epifanias do quotidiano e para as grandes questões existenciais. Com uma voz poética que alia a melancolia à lucidez, Alberto Carlos constrói um universo literário onde o tempo, a memória e a busca por sentido são temas recorrentes. A sua obra tem sido reconhecida pela sua autenticidade e pela sua contribuição para a poesia contemporânea portuguesa.

49
Pêro de Sousa Ribeiro

Pêro de Sousa Ribeiro

PT

Séc. XV

Pêro de Sousa Ribeiro foi um poeta português notabilizado pela sua obra lírica e épica. Destacou-se na produção de sonetos e poemas narrativos, explorando temas como o amor, a saudade e a epopeia nacional. A sua escrita reflete o contexto literário da sua época, com uma linguagem cuidada e uma estrutura formal muitas vezes inspirada nos modelos clássicos. O seu contributo para a poesia portuguesa reside na sua capacidade de aliar a expressão pessoal a uma visão mais ampla da identidade e da história de Portugal, deixando um legado de versos que ainda hoje ecoam pela sua musicalidade e profundidade.

20
Gil Moniz

Gil Moniz

PT

Séc. XIV

Gil Moniz é uma figura histórica portuguesa, mais conhecida pela sua participação na Batalha de Ourique em 1384, um evento crucial na Guerra da Independência de Portugal. Embora não seja primariamente reconhecido como um escritor ou poeta, a sua proeminência histórica e a sua participação em eventos de grande significado nacional o tornam relevante para o estudo da história e da literatura épica portuguesa, que frequentemente narra feitos de heróis nacionais. A sua figura é um símbolo de bravura e lealdade na memória coletiva.

51
Francisco de Sá de Meneses

Francisco de Sá de Meneses

PT

1600-01-01 – 1664-05-21

Francisco de Sá de Meneses foi um poeta e fidalgo português, figura proeminente da poesia barroca em Portugal. A sua obra, marcada pela complexidade formal e pela profundidade de pensamento, reflete o espírito da época, com os seus contrastes e a sua intensidade expressiva. É reconhecido pela sua mestria na exploração de temas como o amor, a fugacidade da vida e a religião, utilizando recursos estilísticos elaborados que o consolidaram como um dos grandes nomes da poesia árcade e barroca.

96
Manuel de Góios

Manuel de Góios

PT

Séc. XV

Manuel de Góios foi um poeta português cuja obra se destaca pela sua incursão no universo da lírica, com uma forte inclinação para a reflexão sobre a vida, o tempo e a condição humana. A sua poesia, embora nem sempre central nos estudos literários mais divulgados, revela uma sensibilidade apurada e uma busca constante pela expressão da interioridade. As suas composições poéticas exploram, frequentemente, temas como a memória, a saudade e a efemeridade das experiências, com um tom que oscila entre o íntimo e o universal. A sua contribuição para a poesia portuguesa, ainda que discreta em termos de projeção mediática, é valorizada pela sua autenticidade e pela qualidade estética.

53
Fernão da Silveira

Fernão da Silveira

PT

Séc. XV – 1489

Fernão da Silveira foi um erudito e humanista português, cuja obra se insere no Renascimento. Destacou-se pela sua vasta cultura e pelo seu trabalho na preservação e estudo do património literário e histórico português. Dedicou-se a compilações e estudos que contribuíram para o conhecimento da literatura e da história da sua época. A sua produção intelectual reflete o espírito humanista, com interesse pela antiguidade clássica e pela cultura portuguesa. Apesar de não ser um poeta no sentido estrito, o seu papel como estudioso e preservador da cultura confere-lhe um lugar relevante no panorama intelectual português.

144
Manuel de Noronha

Manuel de Noronha

PT

Séc. XV – 1564-11-03

Manuel de Noronha foi um poeta português cujos escritos se inserem no panorama da poesia do século XX, com uma forte inclinação para o lirismo e a reflexão existencial. A sua obra é marcada por uma linguagem cuidada e pela exploração de imagens que evocam estados de alma e sensações profundas. Embora a sua figura possa não ser tão proeminente quanto a de outros contemporâneos, o seu percurso literário contribuiu para a diversidade e riqueza da poesia portuguesa moderna, destacando-se pela sua sensibilidade e pela qualidade estética das suas composições.

64
Inácio de Morais

Inácio de Morais

PT

1500 – 1990-01-03

Inácio de Morais é um poeta cuja obra se caracteriza pela profunda ligação à terra e à natureza, expressa através de uma linguagem poética rústica e autêntica. As suas composições evocam paisagens, tradições e a alma do povo, refletindo uma identidade cultural forte e um sentido de pertença. Com versos que ressoam com a sabedoria popular e a simplicidade do quotidiano, Morais constrói uma obra que celebra as raízes e a identidade, deixando um testemunho lírico da vida no campo e das suas gentes.

84
Casimiro Augusto Vanez Dantas

Casimiro Augusto Vanez Dantas

PT

1850 – 1904

Casimiro Augusto Vanez Dantas foi um poeta português, autor de obras que exploram a profundidade da experiência humana com uma linguagem cuidada e evocativa. A sua poesia é marcada por uma reflexão sobre temas universais, abordada com sensibilidade e uma notável capacidade de expressar a complexidade das emoções. Dantas deixou um legado poético que convida à introspeção e à contemplação da vida.

140
Henrique Aires Vitória

Henrique Aires Vitória

PT

1989-10-12

Poeta português, Henrique Aires Vitória destacou-se na poesia portuguesa do século XX com uma obra marcada pela modernidade, pela experimentação formal e pela profunda exploração da condição humana. A sua poesia, muitas vezes densa e enigmática, aborda temas como o tempo, a memória, a identidade e a transcendência, utilizando uma linguagem inovadora e desafiadora. Foi uma figura influente no panorama literário, participando ativamente na vida cultural e intelectual do seu tempo.

65
Frei Elói de Sá Sotto Maior (Ou Sotomayor)

Frei Elói de Sá Sotto Maior (Ou Sotomayor)

PT

Séc. XVI

Frei Elói de Sá Sotto Maior, também conhecido por Sotomayor, foi uma figura literária e religiosa do seu tempo. A sua obra poética, embora possa não ter alcançado a notoriedade de outros contemporâneos, reflete um percurso marcado pela espiritualidade e pela sensibilidade artística, inserindo-se em contextos literários e religiosos específicos da sua época.

94
Diogo da Silveira

Diogo da Silveira

PT

Séc. XV

Diogo da Silveira é um poeta contemporâneo cuja obra se destaca pela exploração de temas existenciais e pela experimentação formal. A sua poesia, muitas vezes introspectiva e melancólica, reflete uma profunda inquietação perante a condição humana, o tempo e a memória. Com uma linguagem que oscila entre a densidade metafórica e a clareza lírica, Silveira constrói versos que convidam à reflexão, abordando a fragilidade das relações e a busca por um sentido num mundo em constante mudança.

81
Diogo Velho

Diogo Velho

PT

1829-11-09 – 1899-06-14

Diogo Velho é um poeta português cuja obra se debruça sobre a exploração da identidade, da memória e da relação do ser humano com o tempo e o espaço. A sua poesia é marcada por uma linguagem densa e evocativa, que utiliza imagens fortes e uma musicalidade subtil para criar atmosferas de introspeção e questionamento existencial. Os seus versos convidam a uma reflexão profunda sobre a condição humana, a fugacidade da vida e a busca por significado num mundo em constante transformação.

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