Lista de autores
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Laura Militão
1931
Laura Militão é uma escritora cuja obra se destaca pela sensibilidade e profundidade com que aborda a condição humana. A sua escrita, marcada por uma prosa envolvente e uma exploração perspicaz das emoções, convida o leitor a mergulhar em narrativas que frequentemente questionam a realidade e as relações interpessoais. A sua voz literária é reconhecida pela originalidade e pela capacidade de criar universos ficcionais ricos e complexos, consolidando-a como uma figura emergente e promissora na literatura contemporânea.
Manuel Xarepe
1933
Manuel Xarepe foi um poeta cuja obra se insere no panorama literário do século XX. A sua poesia é marcada por uma profunda reflexão sobre a condição humana, explorando temas como a passagem do tempo, a solidão e a busca por sentido num mundo em constante mudança. O seu estilo, embora por vezes enigmático, revela uma preocupação com a musicalidade e a força da palavra, buscando capturar a essência das emoções e das experiências vividas. Ao longo da sua carreira, Xarepe deixou um legado de versos que continuam a ressoar pela sua originalidade e pela capacidade de tocar em sentimentos universais, consolidando o seu lugar como uma voz singular na poesia contemporânea.
Guilherme de Melo
1931-01-20 – 2013-06-29
Guilherme de Melo foi um poeta cuja obra se caracterizou pela exploração de temas existenciais e pela intensidade lírica. A sua escrita, marcada por uma profunda reflexão sobre a condição humana, a passagem do tempo e a busca por sentido, deixou uma marca indelével na literatura. Com um estilo que combina rigor formal e uma linguagem evocativa, Melo legou um corpo poético que continua a ressoar pela sua universalidade e pela sua capacidade de tocar as mais profundas cordas da alma humana.
João Correia de Oliveira
1881-01-01 – 1960-01-01
João Correia de Oliveira foi um poeta cuja obra se caracterizou por uma profunda ligação à terra e às suas gentes, bem como por uma forte componente lírica e reflexiva. A sua poesia, enraizada na tradição, soube dialogar com as preocupações existenciais e sociais, utilizando uma linguagem acessível mas rica em imagens. O seu percurso literário contribuiu para a valorização da identidade regional e para a exploração de temas universais, deixando um legado de versos que tocam o leitor pela sua autenticidade e pela sua humanidade.
António Cabral
1931-04-30 – 2007-10-23
António Cabral foi um poeta português cuja obra se insere no panorama literário do século XX. A sua poesia é marcada por um lirismo introspectivo e uma profunda reflexão sobre a condição humana, a passagem do tempo e a busca por sentido. A sua escrita, embora talvez menos divulgada que a de outros contemporâneos, é notável pela sua sensibilidade e pela forma como explora a complexidade das emoções e das experiências vividas, utilizando uma linguagem cuidadosamente elaborada e evocativa.
João Teixeira de Medeiros
João Teixeira de Medeiros foi um poeta cuja obra se destaca pela profundidade lírica e pela reflexão sobre a condição humana. A sua escrita explora temas como a passagem do tempo, a memória e a busca por sentido, com uma linguagem evocativa e um tom introspectivo. Poeta de sensibilidade apurada, Medeiros deixou um conjunto de versos que convidam à contemplação e à identificação com as angústias e os anseios do ser humano. A sua poesia é um testemunho da sua visão particular sobre a vida e os seus mistérios.
Xavierito Coelho
1900 – 1987
Xavierito Coelho é um nome associado à produção poética em língua portuguesa. A sua obra, ainda que de difícil catalogação em termos de movimento literário específico, parece explorar a intensidade das emoções e a vivência do quotidiano, frequentemente com um toque de melancolia ou introspeção. A sua poesia convida à reflexão sobre a natureza humana e as complexidades das relações interpessoais, utilizando uma linguagem que procura a expressividade e a conexão com o leitor.
Ernesto Sardinha
1888 – 1950
Ernesto Sardinha foi um poeta cujas obras exploram a profundidade da experiência humana com uma linguagem rica e evocativa. A sua poesia é marcada por uma reflexão intensa sobre temas universais, utilizando recursos estilísticos que criam uma atmosfera única e envolvente para o leitor. A sua contribuição para a literatura reside na capacidade de transfigurar o quotidiano em matéria poética de grande sensibilidade.
João de Lebre e Lima
1889 – 1959
João de Lebre e Lima foi um poeta cuja obra, marcada por uma profunda ligação à terra e às tradições, se insere na corrente da poesia regionalista. A sua escrita evoca as paisagens, os costumes e a alma do Minho, com uma linguagem que ressoa a autenticidade e a sensibilidade do povo. Explorou temas como o amor à pátria, a ruralidade, a fé e a passagem do tempo, utilizando uma métrica tradicional e um vocabulário rico em termos populares.
José Canelas
1973-12-23 – 1974
José Canelas é um poeta contemporâneo cuja obra se destaca pela exploração da condição humana, a fugacidade do tempo e a busca por sentido num mundo em constante transformação. A sua poesia é marcada por uma linguagem cuidada e por uma sensibilidade apurada para as nuances da existência, abordando temas universais com uma perspetiva pessoal e reflexiva. Através de versos que evocam imagens fortes e emoções profundas, Canelas convida o leitor a uma introspeção sobre a vida, o amor e a passagem inexorável dos momentos.
Manuel Filipe de Moura Coutinho
1931 – 1583-08-13
Manuel Filipe de Moura Coutinho foi um poeta e pedagogo português, figura de relevo na poesia do século XX. A sua obra é marcada por um lirismo profundo, que explora a dimensão existencial do ser humano, a natureza e a busca por um sentido transcendente. A sua linguagem poética distingue-se pela musicalidade e pela capacidade de evocar imagens intensas. Como pedagogo, dedicou-se ao ensino, influenciando várias gerações de alunos, e combinou a sua paixão pela literatura com o seu labor educativo.
Manuel Ramiro Salgueiro
1933
Manuel Ramiro Salgueiro foi um poeta cuja obra se destaca pela sua profunda ligação à terra e às tradições, aliada a uma sensibilidade lírica que o tornou uma voz singular. A sua poesia evoca paisagens rústicas e costumes populares, imbuindo-os de uma força expressiva que cativa pela sua autenticidade. Com uma linguagem direta e ao mesmo tempo elaborada, Salgueiro conseguiu capturar a essência da vida no campo e as emoções humanas mais genuínas, legando um corpus poético de valor inestimável para a cultura.
Miranda de Andrade
1902
Poeta com uma obra marcada pela exploração da identidade e da memória, Miranda de Andrade construiu um universo lírico onde o passado se entrelaça com o presente de forma pungente. A sua poesia, frequentemente densa e imagética, mergulha nas complexidades da alma humana, abordando temas como a saudade, o exílio interior e a busca por um lugar no mundo. Com uma linguagem cuidada e uma estrutura por vezes inovadora, o autor convida o leitor a uma viagem introspectiva, onde as emoções e as reflexões se fundem numa experiência estética profunda e tocante.
Sofia Serra e Moura
1901 – 1956
Sofia Serra e Moura é uma poeta cuja obra se distingue pela sua capacidade de tecer versos que exploram a complexidade das emoções humanas e a beleza do quotidiano. A sua escrita, marcada por uma sensibilidade apurada e uma linguagem cuidada, aborda temas como a memória, a identidade e as relações interpessoais. A poesia de Serra e Moura convida à reflexão e à introspeção, oferecendo um olhar profundo sobre a condição humana.
António Aurélio Gonçalves
1901-09-25 – 1984-09-30
António Aurélio Gonçalves foi um destacado escritor, crítico literário e professor universitário português. A sua obra, marcada por uma profunda erudição e um estilo rigoroso, abrangeu a narrativa, o ensaio e a poesia. Destacou-se pela sua análise perspicaz da literatura e pela sua contribuição para o estudo da cultura portuguesa, sendo uma figura influente no panorama intelectual do século XX.
Nelson Vilela
1933
Nelson Vilela é um poeta português, cuja obra se caracteriza por uma poesia de profunda introspeção e reflexão sobre a existência, o tempo e a memória. Com uma linguagem densa e imagética, os seus versos exploram as complexidades da condição humana, as paisagens interiores e a busca por um sentido. É reconhecido pela sua contribuição para a poesia portuguesa contemporânea.
Manuel Eugénio Massa
1888 – 1934
Manuel Eugénio Massa é um poeta cuja obra se destaca pela sua expressão lírica e pela exploração de temas profundos e universais. A sua poesia é frequentemente marcada por uma sensibilidade apurada e por uma linguagem que evoca imagens poderosas e reflexões sobre a existência. Com uma escrita que reflete sobre a condição humana, a passagem do tempo e a busca por sentido, Manuel Eugénio Massa tem vindo a consolidar o seu espaço na literatura, oferecendo uma voz poética que ressoa com a introspeção e a beleza das palavras.
Urbino de Sampaio
1933
Urbino de Sampaio foi um poeta português, cujas obras, embora possivelmente menos conhecidas em termos de grande divulgação, são reconhecidas pela sua qualidade lírica e pela profundidade temática. A sua poesia explora frequentemente os recantos da alma humana, a beleza da natureza e as complexidades da existência, com uma linguagem que procura a expressão autêntica e a musicalidade do verso. A sua contribuição literária reside na capacidade de evocar sensações e reflexões profundas através de uma escrita cuidada.
Alberto de Monsaraz
1889-02-28 – 1959-01-23
Alberto de Monsaraz foi um poeta português cuja obra se insere no panorama da poesia contemporânea. A sua escrita é marcada por uma profunda reflexão sobre a condição humana, explorando temas como a passagem do tempo, a memória e a efemeridade da existência. Com um estilo cuidado e uma linguagem evocativa, Monsaraz construiu uma obra poética que se distingue pela sua sensibilidade e pela capacidade de transmutar o quotidiano em matéria lírica. A sua poesia convida à contemplação e à introspeção, deixando uma marca indelével na literatura portuguesa.
Nuno de Montemor
1881-12-16 – 1964-01-04
Nuno de Montemor foi um poeta português cujo trabalho se insere na corrente do modernismo, com uma forte inclinação para a experimentação formal e temática. A sua poesia é reconhecida pela inovação linguística, pela exploração do surrealismo e pela abordagem de temas como a identidade, a cidade e a subjetividade, refletindo um espírito inquieto e vanguardista.
Joaquim Ribeiro de Carvalho
1880-01-01 – 1942-01-01
Joaquim Ribeiro de Carvalho é um poeta cuja obra se insere na tradição lírica portuguesa, explorando com profundidade temas como a saudade, o amor e a efemeridade da vida. A sua escrita caracteriza-se por uma linguagem cuidada e por uma sensibilidade que cativa o leitor. Com uma voz que emana de uma observação atenta da alma humana e do mundo circundante, Ribeiro de Carvalho constrói poemas que ressoam pela sua universalidade e pela beleza formal. A sua poesia é um convite à introspeção e à contemplação da existência.
Joaquim Agostinho
1943-04-07 – 1984-05-10
Joaquim Agostinho foi um poeta português cuja obra se insere no contexto do Neo-Realismo e do Modernismo. Explorou temas como a condição humana, a passagem do tempo e a memória, com uma linguagem cuidada e um tom frequentemente melancólico e reflexivo.
Paula Assunção
1980-01-25
Paula Assunção é uma figura singular na poesia contemporânea, marcada por uma escrita que explora a intimidade e a complexidade das emoções humanas. A sua obra poética distingue-se pela profundidade lírica e pela capacidade de evocar sensações e reflexões existenciais de forma delicada e penetrante. Com uma linguagem cuidada e um olhar atento sobre as nuances do sentir, Assunção constrói um universo poético onde a palavra se torna veículo para a introspeção e a descoberta do eu. A sua poesia convida o leitor a mergulhar em paisagens interiores, explorando temas como a memória, o amor, a perda e a busca por significado.
Augusto de Santa-Rita
1889-10-31 – 1918-05-29
Augusto de Santa-Rita foi um poeta cujos versos exploravam a paisagem interior e a reflexão sobre a existência, com uma linguagem muitas vezes carregada de simbolismo e musicalidade. A sua obra, embora não tão vasta quanto a de outros nomes da sua geração, deixou uma marca pela sua sensibilidade e pela forma como abordava a melancolia e a fugacidade do tempo. Poeta de um lirismo contido mas profundo, Santa-Rita navegava entre a introspeção e a contemplação do mundo que o rodeava, deixando um legado de poemas que continuam a ressoar pela sua crueza emocional e pela sua busca por beleza em meio à imperfeição.