Lista de autores
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D. João Roiz de Sá e Meneses
1487? – 1579
D. João Roiz de Sá e Meneses foi um poeta português do século XVII, autor de uma obra significativa no panorama da poesia barroca. A sua poesia é marcada pela complexidade formal, pelo uso de conceitos e pela exploração de temas como a fugacidade do tempo, a religiosidade e a condição humana perante a morte. É um representante da estética barroca, com uma linguagem elaborada e um jogo de imagens e ideias característico do período.
Miguel Cabedo de Vasconcelos
1525 – 1577
Miguel Cabedo de Vasconcelos foi um poeta português, com uma obra marcada pela intensidade lírica e reflexão sobre a condição humana. A sua poesia explora temas universais como o amor, a morte e o tempo, frequentemente com um tom melancólico e introspectivo. Destacou-se pela musicalidade dos seus versos e pela exploração de formas poéticas tradicionais e inovadoras, deixando um legado de sensibilidade e profundidade.
Diogo de Melo
1410?
Diogo de Melo é um nome proeminente na poesia portuguesa, com uma obra que se distingue pela profundidade lírica e pela exploração de temas universais como o amor, a saudade e a natureza. A sua escrita caracteriza-se por uma linguagem evocativa e sensorial, capaz de criar imagens vívidas e de transmitir emoções complexas. Ao longo da sua carreira, Diogo de Melo consolidou um estilo inconfundível, combinando a tradição poética portuguesa com uma sensibilidade moderna. É reconhecido pela sua mestria formal e pela capacidade de tocar o leitor com a autenticidade da sua voz poética.
Fernão da Silveira
Séc. XV – 1489
Fernão da Silveira foi um erudito e humanista português, cuja obra se insere no Renascimento. Destacou-se pela sua vasta cultura e pelo seu trabalho na preservação e estudo do património literário e histórico português. Dedicou-se a compilações e estudos que contribuíram para o conhecimento da literatura e da história da sua época. A sua produção intelectual reflete o espírito humanista, com interesse pela antiguidade clássica e pela cultura portuguesa. Apesar de não ser um poeta no sentido estrito, o seu papel como estudioso e preservador da cultura confere-lhe um lugar relevante no panorama intelectual português.
Pe. Jerónimo Dias Leite
1538 – 1593
Pe. Jerónimo Dias Leite foi um poeta português cuja obra se insere no período do Arcadismo. As suas composições poéticas, embora menos conhecidas em comparação com outros vultos da época, refletem as características estéticas e temáticas do movimento, com uma inclinação para a pastoralidade e a idealização da natureza.
Frei Bernardo de Brito
1569-08-20 – 1617-02-27
Frei Bernardo de Brito foi um frade franciscano e cronista português, figura proeminente na historiografia do século XVII. É conhecido principalmente pela sua monumental obra "Monarquia Lusitana", que visava glorificar a história de Portugal e da Ordem Franciscana. A sua escrita caracteriza-se pela erudição, pelo zelo nacionalista e pela intenção de legitimar o passado português.
Manuel de Faria e Sousa
1590-03-18 – 1649-06-03
Manuel de Faria e Sousa foi um notável poeta e historiador português do século XVII. Nascido em Portugal, dedicou grande parte da sua vida ao estudo e à escrita, notabilizando-se pela sua vasta obra em prosa e verso, que reflete o espírito da sua época. Reconhecido pela sua erudição, Faria e Sousa explorou temas históricos e literários com detalhe e rigor. A sua poesia, embora menos proeminente que a sua obra historiográfica, contribuiu para o panorama literário do Barroco português, demonstrando um domínio da forma e da linguagem.
Diogo de Macedo
1889-11-22 – 1959-02-19
Diogo de Macedo, com o seu Wikidata ID Q5279234, foi uma figura multifacetada no panorama cultural português, destacando-se como poeta, ensaísta e crítico literário. A sua obra poética, marcada por uma linguagem cuidada e uma profunda reflexão sobre a condição humana e a arte, reflete a complexidade do pensamento moderno. Com uma vasta produção intelectual, Macedo explorou temas como a identidade, a memória e a relação entre o indivíduo e o mundo. A sua intervenção crítica e ensaística contribuiu significativamente para o debate literário e cultural em Portugal, posicionando-o como um intelectual de relevo na sua geração.
Manuel de Noronha
Séc. XV – 1564-11-03
Manuel de Noronha foi um poeta português cujos escritos se inserem no panorama da poesia do século XX, com uma forte inclinação para o lirismo e a reflexão existencial. A sua obra é marcada por uma linguagem cuidada e pela exploração de imagens que evocam estados de alma e sensações profundas. Embora a sua figura possa não ser tão proeminente quanto a de outros contemporâneos, o seu percurso literário contribuiu para a diversidade e riqueza da poesia portuguesa moderna, destacando-se pela sua sensibilidade e pela qualidade estética das suas composições.
Fernando Leal
1896-02-26 – 1964-10-07
Fernando Leal foi um poeta português, cuja obra se insere no contexto do modernismo português. Caracterizou-se pela exploração de temas ligados à identidade, à memória e à paisagem interior, utilizando uma linguagem depurada e um lirismo subtil. A sua poesia reflete uma sensibilidade apurada face à experiência humana e ao fluir do tempo, marcando uma voz singular no panorama literário do século XX.
Luís da Silva Mousinho de Albuquerque
1792-06-16 – 1846-12-27
Luís da Silva Mousinho de Albuquerque foi um jurista, historiador e político português. Dedicou-se ao estudo do Direito e da História, especialmente a história de Portugal. Desempenhou funções públicas relevantes na sua época, tendo sido membro de diversas instituições académicas e governamentais. A sua obra reflete um profundo interesse pela análise das instituições e do passado português, contribuindo para a historiografia do país.
Duarte Dias
Séc. XVI
Duarte Dias é um poeta português contemporâneo, cuja obra se caracteriza por uma sensibilidade lírica e uma profunda reflexão sobre a condição humana, o tempo e a memória. A sua poesia explora a intimidade do eu, as relações interpessoais e a beleza encontrada nos momentos quotidianos, muitas vezes com um tom melancólico e introspectivo. A sua linguagem, embora acessível, é rica em imagens e evocações, convidando o leitor a uma imersão no universo das emoções.
Frei Elói de Sá Sotto Maior (Ou Sotomayor)
Séc. XVI
Frei Elói de Sá Sotto Maior, também conhecido por Sotomayor, foi uma figura literária e religiosa do seu tempo. A sua obra poética, embora possa não ter alcançado a notoriedade de outros contemporâneos, reflete um percurso marcado pela espiritualidade e pela sensibilidade artística, inserindo-se em contextos literários e religiosos específicos da sua época.
Francisco de Sá de Meneses
1600-01-01 – 1664-05-21
Francisco de Sá de Meneses foi um poeta e fidalgo português, figura proeminente da poesia barroca em Portugal. A sua obra, marcada pela complexidade formal e pela profundidade de pensamento, reflete o espírito da época, com os seus contrastes e a sua intensidade expressiva. É reconhecido pela sua mestria na exploração de temas como o amor, a fugacidade da vida e a religião, utilizando recursos estilísticos elaborados que o consolidaram como um dos grandes nomes da poesia árcade e barroca.
Diogo Velho
1829-11-09 – 1899-06-14
Diogo Velho é um poeta português cuja obra se debruça sobre a exploração da identidade, da memória e da relação do ser humano com o tempo e o espaço. A sua poesia é marcada por uma linguagem densa e evocativa, que utiliza imagens fortes e uma musicalidade subtil para criar atmosferas de introspeção e questionamento existencial. Os seus versos convidam a uma reflexão profunda sobre a condição humana, a fugacidade da vida e a busca por significado num mundo em constante transformação.
Pe. Francisco Rafael da Silveira Malhão
1794 – 1860
O Pe. Francisco Rafael da Silveira Malhão foi um sacerdote e poeta português, cuja obra se destaca no panorama literário do século XIX. Como figura ligada à Igreja e às letras, Malhão explorou temas de espiritualidade, fé e existencialismo, conferindo à sua poesia uma profundidade e um tom reflexivo. O seu percurso literário, embora não de grande expansão, é valorizado pela expressividade e pela sensibilidade com que abordou questões morais e religiosas. A sua contribuição poética, marcada pela erudição e pela religiosidade, acrescenta uma dimensão única ao cânone da poesia portuguesa.
Alberto Carlos
1850 – 1903
Alberto Carlos é um poeta português cuja obra se destaca pela sua capacidade de transitar entre a reflexão íntima e a observação do mundo circundante. A sua poesia é marcada por uma linguagem límpida e por uma sensibilidade aguçada para as pequenas epifanias do quotidiano e para as grandes questões existenciais. Com uma voz poética que alia a melancolia à lucidez, Alberto Carlos constrói um universo literário onde o tempo, a memória e a busca por sentido são temas recorrentes. A sua obra tem sido reconhecida pela sua autenticidade e pela sua contribuição para a poesia contemporânea portuguesa.
Mendo Bem
1847-12-08 – 1905-09-09
Mendo Bem é um poeta contemporâneo cuja obra se distingue pela exploração profunda da condição humana e das suas complexidades. A sua poesia aborda temas como a memória, o tempo, a natureza e a busca por sentido num mundo em constante mutação. Com uma linguagem cuidada e um lirismo marcado, Bem convida o leitor a uma reflexão introspectiva.
Baltasar Dias
Séc. XVI
Baltasar Dias foi um dramaturgo e poeta português do século XVI, figura proeminente do teatro renascentista em Portugal. É reconhecido principalmente pelas suas peças teatrais, que refletem a influência da Commedia dell'arte italiana e do teatro humanista, mas também pela sua obra poética. A sua produção literária insere-se num período de transição e renovação artística, onde os temas clássicos se mesclam com as novas correntes estéticas. Baltasar Dias contribuiu para o desenvolvimento do teatro em Portugal, deixando um legado importante para a dramaturgia e a literatura da época.
Gregório Afonso
Séc. XV
Gregório Afonso foi um poeta cuja obra se destaca pela sua profunda exploração da condição humana e da efemeridade da existência. Com uma linguagem rica em simbolismo e uma musicalidade intrínseca, os seus versos abordam temas universais como o amor, a morte, o tempo e a busca por sentido. A sua poesia, embora enraizada numa tradição lírica, apresenta uma sensibilidade moderna, dialogando com as angústias e reflexões do seu tempo. Afonso deixou um legado poético que continua a ressoar pela sua autenticidade e pela força das suas imagens.
André de Resende
1498 – 1573-12-09
André de Resende foi um humanista, poeta e médico português, figura proeminente do Renascimento. Destacou-se pelo seu interesse na arqueologia e na história antiga de Portugal, tendo sido um dos primeiros a estudar sistematicamente as ruínas romanas no país. A sua obra poética reflete a influência clássica e humanista, explorando temas como a antiguidade, a natureza e a reflexão sobre o tempo. Foi um erudito que procurou conciliar o conhecimento clássico com a realidade portuguesa, deixando um legado no estudo do passado e na poesia.
Aires Pinto de Sousa de Mendonça e Meneses
1804 – 1850
Aires Pinto de Sousa de Mendonça e Meneses foi um nome associado à nobreza e à produção literária em Portugal. A sua obra, embora não tão vasta ou conhecida como a de outros vultos literários, reflete o contexto e as sensibilidades da sua época. A sua participação no panorama cultural, por vezes ligada a escritos de caráter mais pessoal ou de circunstância, contribui para o conhecimento da vida social e literária de um período específico.
João Vaz
1859-03-09 – 1931-02-17
João Vaz foi um poeta cuja obra se destaca pela profundidade lírica e pela exploração de temas existencialistas. A sua poesia é caracterizada por uma linguagem introspectiva e por uma busca incessante pelo sentido da vida e da existência humana, muitas vezes permeada por uma atmosfera melancólica e filosófica. A sua produção literária reflete as inquietações do seu tempo, dialogando com correntes de pensamento que questionam a realidade e a natureza da identidade. Embora o seu nome não figure entre os mais proeminentes da história da poesia portuguesa, o seu trabalho oferece uma perspetiva singular sobre a condição humana.
André Rodrigues de Matos
1638 – 1698
André Rodrigues de Matos é um poeta cuja obra poética se destaca pela sua introspeção e pela exploração de temas existenciais. A sua escrita reflete uma profunda sensibilidade para com as nuances da condição humana, abordando o amor, a solidão e a passagem do tempo. O seu trabalho contribui para a riqueza da poesia contemporânea em língua portuguesa, oferecendo uma perspetiva singular e emotiva sobre o mundo e o eu.