Lista de autores
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Diogo Fogaça
1453-01-01
Diogo Fogaça é um nome associado à produção poética, cuja obra se manifesta num registo lírico e reflexivo. Embora os detalhes sobre a sua vida e percurso sejam escassos, a sua poesia tende a explorar a profundidade dos sentimentos e a observação do mundo circundante, caracterizando-se por uma linguagem cuidada e uma sensibilidade apurada.
Frei Luís de Sousa
1555-01-01 – 1632-05-05
Frei Luís de Sousa foi um poeta, dramaturgo e frade português do século XVII, figura proeminente do Barroco. A sua obra é marcada por uma profunda religiosidade, pela reflexão sobre a transitoriedade da vida e pelo uso de uma linguagem ornamentada e conceptuosa, características do estilo barroco. É conhecido pela sua poesia lírica, mas também pela sua produção teatral, com destaque para a tragédia "A Dama Pé-de-Cabra". O seu legado poético e dramático é fundamental para a compreensão do período Barroco em Portugal.
José de Sousa Monteiro
1846-08-20 – 1909-01-01
José de Sousa Monteiro foi um poeta português, cuja obra poética se distingue pela sua profundidade lírica e pela reflexão sobre a existência humana. A sua escrita, muitas vezes introspectiva, explora temas como a passagem do tempo, a memória e a condição humana, utilizando uma linguagem elaborada e carregada de simbolismo. Embora a sua figura não seja das mais proeminentes, a sua contribuição para a poesia em língua portuguesa reside na qualidade e na sensibilidade da sua expressão.
D. Lopo de Almeida
1416 – 1486-09-16
D. Lopo de Almeida foi um trovador e nobre galego-português medieval. Pertence aos cancioneiros galego-portugueses, onde se encontra a sua produção lírica, caracterizada pelas formas poéticas da época, como a cantiga de amor ou de amigo. A sua obra, embora limitada em número, insere-se na rica tradição da poesia medieval ibérica, refletindo os costumes e os sentimentos da nobreza da sua época.
Gil Moniz
Séc. XIV
Gil Moniz é uma figura histórica portuguesa, mais conhecida pela sua participação na Batalha de Ourique em 1384, um evento crucial na Guerra da Independência de Portugal. Embora não seja primariamente reconhecido como um escritor ou poeta, a sua proeminência histórica e a sua participação em eventos de grande significado nacional o tornam relevante para o estudo da história e da literatura épica portuguesa, que frequentemente narra feitos de heróis nacionais. A sua figura é um símbolo de bravura e lealdade na memória coletiva.
Alfredo Carvalhais
1863-05-11 – 1888-11-27
Alfredo Carvalhais foi um poeta e professor português, conhecido pela sua poesia que explora temas universais como a natureza, o amor e a efemeridade da vida. Sua obra, marcada por um lirismo profundo e uma linguagem cuidada, insere-se no contexto literário do final do século XIX e início do século XX.
Henrique de Sá
1856-07-05 – 1936-06-18
Henrique de Sá foi um poeta português cuja obra se insere no panorama literário contemporâneo. Caracterizado por uma escrita que explora as profundezas da condição humana, os seus versos abordam temas universais como o amor, a passagem do tempo e a busca por significado. A sua poesia distingue-se pela musicalidade e pela exploração de imagens evocativas, convidando o leitor a uma reflexão íntima sobre a existência.
Bernarda Ferreira de Lacerda
1596-01-01 – 1644-01-01
Bernarda Ferreira de Lacerda foi uma escritora e jornalista portuguesa, conhecida pela sua poesia e prosa que frequentemente exploravam temas do quotidiano, da condição feminina e da alma humana. A sua obra é marcada por uma sensibilidade ímpar e um olhar atento às pequenas coisas da vida, elevando-as a um plano universal. Atuou também como jornalista, contribuindo com crónicas e artigos que refletiam o seu pensamento aguçado e o seu estilo literário distinto.
Lopo de Sousa Coutinho
1515-01-01 – 1577-01-01
Lopo de Sousa Coutinho foi um poeta português, figura singular no panorama literário do século XX. A sua obra, marcada por uma profunda introspeção e um lirismo singular, explora as complexidades da existência humana com uma linguagem depurada e uma sensibilidade ímpar. A sua escrita reflete um diálogo constante com a tradição poética, ao mesmo tempo que introduz novas perspetivas sobre temas universais como o amor, a solidão e a passagem do tempo. É reconhecido pela sua capacidade de evocar paisagens interiores e pela força expressiva dos seus versos, que continuam a ressoar junto de leitores e críticos.
José Nunes da Ponte
1848-05-20 – 1924-09-05
José Nunes da Ponte foi um poeta português cuja obra se insere no contexto literário do século XIX. A sua produção poética, embora menos celebrada que a de alguns contemporâneos, contribui para a riqueza da poesia portuguesa com temas que exploram a sensibilidade, a natureza e as reflexões existenciais. A sua poesia, marcada por um estilo característico da época, oferece uma perspetiva lírica sobre as emoções humanas e a visão do mundo.
António Mendes Portalegre
1842-06-18 – 1929-08-05
António Mendes Portalegre foi um poeta português, cuja obra se insere em contextos literários que vão do intimismo à experimentação. Associado a diversas revistas literárias, sua poesia é caracterizada pela reflexão sobre o quotidiano, a efemeridade e a busca por uma expressão autêntica. Sua obra, embora por vezes discreta em termos de volume, é valorizada pela sua sensibilidade e pela forma como capta as nuances da existência humana.
Jorge de Resende
1982-04-23 – 1537
Jorge de Resende foi um poeta português cuja obra se desenvolveu no século XX, enquadrando-se num período de renovação literária. Sua poesia é conhecida pela sua profundidade lírica, pela exploração de temas universais como o amor, a morte e a passagem do tempo, e por um estilo que combina a tradição com uma sensibilidade moderna.
Sousa Viterbo
1845-12-29 – 1910-12-29
Sousa Viterbo foi um notável poeta, médico e historiador português, figura proeminente do século XIX. A sua obra poética, embora por vezes menos destacada que a sua faceta de investigador, revela um lirismo cuidado e uma profunda ligação à história e à cultura portuguesas. Como historiador, dedicou-se ao estudo da literatura e das artes, deixando um valioso legado de publicações que contribuíram significativamente para o conhecimento do património cultural luso.
Manuel de Góios
Séc. XV
Manuel de Góios foi um poeta português cuja obra se destaca pela sua incursão no universo da lírica, com uma forte inclinação para a reflexão sobre a vida, o tempo e a condição humana. A sua poesia, embora nem sempre central nos estudos literários mais divulgados, revela uma sensibilidade apurada e uma busca constante pela expressão da interioridade. As suas composições poéticas exploram, frequentemente, temas como a memória, a saudade e a efemeridade das experiências, com um tom que oscila entre o íntimo e o universal. A sua contribuição para a poesia portuguesa, ainda que discreta em termos de projeção mediática, é valorizada pela sua autenticidade e pela qualidade estética.
Jerónimo Corte-Real
1533-01-01 – 1588-01-01
Jerónimo Corte-Real foi um poeta português do século XVI, conhecido pela sua produção épica e lírica. Destacou-se na sua época como um dos vultos literários importantes, com obras que refletem os ideais e as preocupações da sociedade quinhentista. A sua poesia, embora inserida no contexto do Renascimento português, revela uma voz própria que se debruça sobre temas como a glória, a honra e a fugacidade da vida, com um estilo grandiloquente e cuidado.
Gregório Silvestre
1520-12-31 – 1570
Gregório Silvestre foi um poeta cuja obra se destaca pela sua profundidade religiosa e pela sua capacidade de traduzir a fé em versos comoventes e teologicamente ricos. A sua poesia é um convite à contemplação, à meditação sobre o divino e sobre a condição humana perante a transcendência. Através de uma linguagem muitas vezes mística e simbólica, Silvestre explora temas como o amor a Deus, a penitência, a busca pela salvação e a efemeridade da vida terrena, legando um corpus poético de inegável valor espiritual e literário.
Amato Lusitano
1511-01-01 – 1568-01-21
Amato Lusitano foi um médico e poeta renascentista, conhecido pela sua vasta obra médica e também por sua produção poética em latim. Sua poesia, embora menos proeminente que sua carreira na medicina, reflete o humanismo e o interesse pelas artes e ciências característicos de sua época. Sua contribuição literária, expressa em versos latinos, demonstra a erudição e a sensibilidade de um homem dedicado ao conhecimento e à beleza. Amato Lusitano exemplifica a figura do intelectual renascentista, com múltiplos talentos e um profundo impacto em seu tempo.
Lourenço de Cáceres
1948-08-09 – 2006-01-03
Lourenço de Cáceres foi um poeta cuja obra se insere no contexto da poesia religiosa e mística, marcada por uma profunda espiritualidade e pela busca do divino. A sua escrita reflete uma devoção intensa e uma exploração das complexidades da fé e da alma humana perante o transcendente. As suas composições poéticas são notáveis pela sua expressividade e pela capacidade de evocar sentimentos de veneração e contemplação.
D. Francisco da Costa
1914-06-30 – 2001-07-31
D. Francisco da Costa foi uma figura eclesiástica e literária do século XVIII, cujas reflexões e escritos se inserem no contexto do Iluminismo português. A sua obra, embora não predominantemente poética, reflete um pensamento erudito e uma preocupação com os aspetos morais e espirituais, influenciado pelo fervor religioso e pelas correntes intelectuais da sua época.
Maria Browne
1801 – 1861
Maria Browne é uma poetisa com uma obra que se destaca pela sua sensibilidade e pela exploração de temas como a identidade, a ancestralidade e a relação com a natureza e o cosmos. A sua poesia, frequentemente imbuída de uma forte carga imagética e simbólica, procura conectar o humano com as forças maiores do universo. Com uma linguagem que oscila entre o lírico e o visionário, Browne constrói um universo poético singular, marcado pela introspeção e pela procura de transcendência.
Brás Garcia de Mascarenhas
1596-02-03 – 1656-08-08
Brás Garcia de Mascarenhas foi um militar, poeta e escritor português, conhecido pela sua participação em eventos históricos e pela sua obra literária, nomeadamente "Vida e Morte de Dom Miguel de Castro". Nascido no século XVI, a sua vida e obra entrelaçam-se com o contexto de expansão marítima e de conflitos militares da época. A sua poesia, embora menos proeminente que a sua prosa, reflete a sensibilidade do período Maneirista, com um tom ora épico, ora reflexivo sobre a condição humana e os desígnios da sorte.
Pe. Diogo Mendes de Vasconcelos
1957-10-28 – 1599
Pe. Diogo Mendes de Vasconcelos foi um sacerdote e poeta português conhecido pelas suas contribuições literárias. A sua obra poética, embora menos conhecida nos dias de hoje, insere-se num contexto de produção literária religiosa e erudita da sua época. Focou-se em temas de fé, devoção e reflexão espiritual, utilizando uma linguagem que refletia a solenidade e o estilo da poesia sacra.
Fernão da Silveira, o Bom
1420? – 1493
Fernão da Silveira, o Bom, foi uma figura notável na história de Portugal, cujo impacto se estende para além de feitos militares. Embora os registos detalhados sobre a sua vida sejam escassos, a sua atuação em momentos cruciais moldou o curso de eventos significativos. A sua figura é lembrada pela sua determinação e pelo papel que desempenhou na consolidação do reino.
Casimiro Augusto Vanez Dantas
1850 – 1904
Casimiro Augusto Vanez Dantas foi um poeta português, autor de obras que exploram a profundidade da experiência humana com uma linguagem cuidada e evocativa. A sua poesia é marcada por uma reflexão sobre temas universais, abordada com sensibilidade e uma notável capacidade de expressar a complexidade das emoções. Dantas deixou um legado poético que convida à introspeção e à contemplação da vida.