Citações
Citações para inspirar e refletir
Gosto de ganhar agendas. Elas trazem um ar de otimismo e confiança no futuro. E de certeza implícita que eu vou estar vivo e ativo pelo menos durante mais um ano — e um mês, já que todas incluem janeiro do ano seguinte. Obrigado pela força, gente.
48
Às vezes é agradável para um marido ter uma mulher ciumenta: ele ouve sempre falar de quem ama.
59
Anos atrás, cardíacos deviam desviar o olhar se um ovo fosse servido num prato vizinho: ver ovo fazia mal. E agora estão dizendo que foi tudo um engano, o ovo é inofensivo. A próxima notícia será que bacon limpa as artérias. (Cf. Sal)
58
Nos eua, “good morning” para a camareira do hotel pode ou não pode ser considerado assédio sexual. Depende do modo de pronunciar o “gud”. De qualquer maneira, é bom estar com o número do consulado. (Cf. Americanos)
48
O abacaxi é fruta a contragosto.
52
Temos que confiar no amanhã. A não ser que descubram alguma coisa contra ele durante a noite.
67
Só há o agora. Tempo passado é lembrança e tempo futuro é adivinhação. Só o presente é tempo legítimo.
73
É bom ser americano. Você ganha em dólar, não tem nenhuma dificuldade para dizer o “th” em inglês e, o melhor de tudo, nunca precisa crescer. (Cf. EUA)
38
O homem é tão miserável que, dirigindo todos os seus comportamentos para satisfazer as suas paixões, geme incessantemente sob a sua tirania; não consegue suportar a sua violência nem a que deve fazer para se livrar do seu jugo; encontra repulsa não só nos seus vícios, mas também nos seus remédios, e não se pode acomodar com os pesares das suas doenças nem com o trabalho da sua cura.
45
Nunca é mais difícil falar bem do que quando só falamos por medo de nos calar.
53
Não conseguiríamos contar todas as espécies de vaidade.
49
Sempre podemos o que queremos, contanto que queiramos muito.
45
Há crimes que se tornam inocentes e mesmo gloriosos pelo seu brilho, seu número e seu excesso. Daí que chamemos de habilidades as roubalheiras públicas, e de conquistas o apoderar-se injustamente de províncias.
24
Se tivéssemos retirado daquilo que denominamos força o desejo de conservar e o receio de perder, não lhe restaria grande coisa.
34
É difícil compreender como são grandes a semelhança e a diferença que há entre todos os homens.
57
A ruína do próximo agrada aos amigos e inimigos.
61
Muitos querem ser devotos, mas ninguém quer ser humilde.
22
Tememos todas as coisas como mortais e desejamos todas as coisas como se fôssemos imortais.
43
Os bens e os males que nos acontecem não nos afetam segundo nossa grandeza, mas segundo nossa sensibilidade.
50
Como pretendemos que outro guarde o nosso segredo se nós mesmos não o conseguimos guardar?
64
Os que prezam demasiado a sua nobreza em geral não prezam bastante o que está na sua origem.
42
Como a pessoa mais feliz do mundo é aquela para quem poucas coisas bastam, os grandes e os ambiciosos são, nesse ponto, os mais miseráveis, porque precisam de uma infinidade de bens para ser felizes.
54
A esperança e o temor são inseparáveis, e não há temor sem esperança nem esperança sem temor.
54
Não nos devemos ofender porque os outros nos escondem a verdade se tantas vezes a escondemos de nós mesmos.
59
É bem mais fácil extinguir um primeiro desejo que satisfazer todos os que se seguem.
43
O tédio extremo serve para nos desentediar.
52
Estamos tão preocupados em nos favorecer que o que costumamos considerar virtudes são apenas vícios que se lhes assemelham e que o amor-próprio nos disfarça.
36
As paixões são apenas os diversos gostos do amor-próprio.
43
Os reis fazem com os homens o mesmo que com as moedas; dão-lhes o valor que querem, e somos obrigados a recebê-las segundo sua cotação e não segundo seu verdadeiro valor.
54
O que causa tanta disputa contra as máximas que revelam o coração do homem é que tememos ser revelados por elas.
55
Às vezes vingamo-nos melhor dos nossos inimigos fazendo-lhes o bem do que fazendo-lhes o mal. ***
63
O trabalho do corpo liberta as dores do espírito e é o que torna os pobres felizes.
75
Tememos sempre ver quem amamos quando acabamos de fazer galanteios a outro.
45
Quando nos cansamos de amar, alegramo-nos que nos sejam infiéis para nos livrarmos de nossa fidelidade.
51
O que costuma nos impedir de bem julgar sentenças que provam a falsidade das virtudes é que acreditamos muito facilmente que em nós elas são verdadeiras.
54
A humildade é o altar sobre o qual Deus quer que lhe ofereçamos sacrifícios.
57
Não há quem apresse tanto os outros como os preguiçosos quando satisfazem à sua preguiça a fim de parecerem diligentes.
42
É prova de pouca amizade não perceber o esfriamento da de nossos amigos.
49
Atormentamo-nos menos para ser felizes que para fazer crer que o somos.
60
Parece que foi o diabo que colocou de propósito a preguiça na fronteira de diversas virtudes.
61
Nem sempre lamentamos a perda dos nossos amigos por consideração ao seu mérito, mas por consideração às nossas necessidades e à boa opinião que tinham de nós.
46
Criticamos facilmente os defeitos dos outros, mas é raro os usarmos para corrigir os nossos.
57
Gostamos de desvendar os outros; mas não gostamos de ser desvendados.
48
Os filósofos só condenam as riquezas pelo mau uso que delas fazemos; depende de nós adquiri-las e usá-las sem crime, e em vez de alimentar e aumentar os vícios, como a lenha mantém e aumenta o fogo, podemos dedicá-las a todas as virtudes e até torná-las mais agradáveis e esplendorosas.
21
As verdadeiras mortificações são as desconhecidas; a vaidade torna as outras fáceis.
45
Elogiamos e criticamos a maioria das coisas porque está na moda elogiá-las ou criticá-las.
33
Como nunca somos livres de amar ou deixar de amar, o amante não pode queixar-se com justiça da inconstância de sua amada, nem ela da leviandade de seu amante.
62
Uma prova convincente de que o homem não foi criado tal como ele é está em que, quanto mais razoável se torna, mais enrubesce pela extravagância, baixeza e corrupção de seus sentimentos e pendores.
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