Cães, Pedras, Paus e Gazelas

Cães, Pedras, Paus e Gazelas

1996

Ao longo de pouco mais de uma dezena de poemas, o leitor delicia-se com histórias narradas geralmente em torno de personagem identificadas por um nome próprio. É recorrentemente determinante uma atenção particular ao real, mesmo quando ele deriva (ou parece derivar) para o mundo do onírico e do fantástico.

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Cães, Pedras, Paus e Gazelas · Eduardo Valente da Fonseca · 1996
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