Testamento de VGM

Testamento de VGM

2001

Neste poema autobiográfico (e de balanço de vida) escrito por altura do seu sexagésimo aniversário à maneira de um testamento, Vasco Graça Moura vai buscar inspiração à matriz de François Villon, poeta maldito da Idade Média francesa, mais concretamente ao seu poema «Le testament». Inicia-se este (de 1461) com a referência de Villon ao seu trigésimo aniversário («en l’an de mon trentième âge»). Graça Moura replica-o (dobrando o número de anos) no primeiro verso deste livro, em que se lê «no ano em que sou duplo trintão». Estas baladas cantam os amores, trabalhos, filhos, amigos, inimigos, a cidade natal, o ofício literário, a paixão pela pintura e a sua natureza mais íntima. No ano em que se completam cinco anos desde a morte de Vasco Graça Moura, e no ano em que completaria 77 anos, a Quetzal recupera este extraordinário poema cheio de humor, autoironia e ternura.

Nenhum poema encontrado

Este livro ainda não possui poemas associados.
Testamento de VGM · Vasco Graça Moura · 2001
Livros