Citações neste tema
Vida e Existência
Machado de Assis
Os velhos como eu irão recordar um pouco da mocidade: a melhor coisa da vida, e talvez a única.
60
Machado de Assis
[…] o tempo, cremos ter lido isto algures, só respeita aquilo que é feito com tempo […]
54
Machado de Assis
[…] não gosto de ver correr cavalos nem touros. Eu gosto de ver correr o tempo e as coisas; só isso. Às vezes corro eu também atrás da sorte grande, e correria adiante de um cacete, sem grande esforço. Quanto a ver correr cavalos…
75
Machado de Assis
Não sou dos que dão para octogenários […] não me demorarei muito por este mundo.
32
Machado de Assis
Não sou dos que dão para octogenários […] não me demorarei muito por este mundo.
32
Machado de Assis
Afinal tudo passa, e só a terra é firme: é um velho estribilho do Eclesiastes , de que os rapazes mofam, com muita razão, pois ninguém é rapaz senão para ler e viver o Cântico dos Cânticos , em que tudo é eterno.
25
Machado de Assis
Afinal tudo passa, e só a terra é firme: é um velho estribilho do Eclesiastes , de que os rapazes mofam, com muita razão, pois ninguém é rapaz senão para ler e viver o Cântico dos Cânticos , em que tudo é eterno.
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Machado de Assis
No fim de uma coisa que acaba, há outra que começa, e a morte paga com a vida: eterna ideia e velha verdade. Que monta? Ao cabo, só há verdades velhas, caiadas de novo.
29
Machado de Assis
No fim de uma coisa que acaba, há outra que começa, e a morte paga com a vida: eterna ideia e velha verdade. Que monta? Ao cabo, só há verdades velhas, caiadas de novo.
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Machado de Assis
Realmente, os anos nada valem por si mesmos. A questão é saber aguentá-los, escová-los bem, todos os dias, para tirar a poeira da estrada, trazê-los lavados com água de higiene e sabão de filosofia.
55
Machado de Assis
Há tanta coisa gaiata por esse mundo, que não vale a pena ir ao outro arrancar de lá os que dormem.
69
Machado de Assis
Meia-idade, zona em que as paixões arrefecem, onde as flores vão perdendo a cor purpúrea e o viço eterno.
55
Machado de Assis
Meia-idade, zona em que as paixões arrefecem, onde as flores vão perdendo a cor purpúrea e o viço eterno.
55
Machado de Assis
Ó tempos! Ó saudades! Tinha eu vinte anos, um bigode em flor, muito sangue nas veias e um entusiasmo, um entusiamo capaz de puxar todos os carros, desde o carro do Estado até o carro do sol — duas metáforas, que envelheceram como eu.
63
Machado de Assis
Ó tempos! Ó saudades! Tinha eu vinte anos, um bigode em flor, muito sangue nas veias e um entusiasmo, um entusiamo capaz de puxar todos os carros, desde o carro do Estado até o carro do sol — duas metáforas, que envelheceram como eu.
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Machado de Assis
Ninguém me tira a suspeita que tenho de que a gente não morre de moléstia ou de desastre, mas que o desastre ou a moléstia vem quando é preciso morrer.
54
Machado de Assis
Ninguém me tira a suspeita que tenho de que a gente não morre de moléstia ou de desastre, mas que o desastre ou a moléstia vem quando é preciso morrer.
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Machado de Assis
A Antiguidade consolava-se dos que morriam cedo considerando que era a sorte daqueles a quem os deuses amavam. Quando a morte encontra um Goethe ou um Voltaire, parece que esses grandes homens, na idade extrema a que chegaram, precisam de entrar na eternidade e no infinito, sem nada mais dever à terra que os ouviu e admirou.
60
Machado de Assis
A Antiguidade consolava-se dos que morriam cedo considerando que era a sorte daqueles a quem os deuses amavam. Quando a morte encontra um Goethe ou um Voltaire, parece que esses grandes homens, na idade extrema a que chegaram, precisam de entrar na eternidade e no infinito, sem nada mais dever à terra que os ouviu e admirou.
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