Citações neste tema
Dinheiro e Riqueza
Napoleão Bonaparte
Depois da minha abdicação, a França foi taxada em 1,5 mil milhões com o pé na garganta. E mais: a Inglaterra levou sete mil milhões.
57
Napoleão Bonaparte
Os empréstimos são a perdição das nações agrícolas. Mas viabilizam as nações manufatureiras.
16
Napoleão Bonaparte
O pobre e o mendigo são duas classes bem diferentes; um aciona o respeito, o outro excita a cólera.
60
Padre António Vieira
De maneira que não é rico quem tem muito, ainda que seja tudo. Pois quem é o verdadeiro rico? Aquele que não quer nada, porque nenhuma coisa lhe falta.
52
Padre António Vieira
Não há riqueza no mundo que se iguale à saúde do corpo. (...) Donde se segue que, se o médico der ao enfermo a saúde e o enfermo ao médico todas as riquezas, menos recebe o médico que o enfermo.
64
Padre António Vieira
Pouco conhece a riqueza da saúde quem cuida que por algum preço pode ser cara, quanto mais caríssima.
59
Padre António Vieira
Os corpos dos ricos, cheios e anafados, são o banquete dos bichos; os dos pobres, secos e postos nos ossos, são o seu jejum.
45
Padre António Vieira
Considere, pois, o rico e o pobre para onde vai: Quo vadis? Para que o rico modere a sua abundância, e o pobre se componha com a sua moderação. E porque o pobre e o rico (e o rico mais apressadamente que o pobre) todos irmos parar ali, lamentem-se os ricos da sua riqueza e das suas galas e regalos: sejam os pobres os contentes e eles os tristes. E paguem com a tristeza a fraqueza dos seus corações.
46
Padre António Vieira
A abundância e gula dos ricos é o seu veneno (...) a estreiteza e abstinência dos pobres, o seu medicamento.
60
Padre António Vieira
Bem ensinava Alexandre Magno aos seus soldados que a pobreza era a única mestra da milícia, e por isso os Macedónios venciam tudo, porque nada tinham.
41
Padre António Vieira
Os pequenos não comem, nem podem comer, os grandes; os grandes, porque podem, são os que comem os pequenos. Por isso, os povos estão tão despovoados e tão comidos, e os comedores tão cheios e tão fartos.
67
Padre António Vieira
A herdade do pobre, porque não tem muro que a cerque, sempre estão seus frutos expostos ao comum apetite de todos. As dos ricos, como têm cercas que as defendem, ninguém se atreve a seus frutos, por não lastimar suas mãos com os espinhos.
49
Padre António Vieira
O povo, no pouco que tributa, dá tudo quanto tem; e o grande, em tudo o que dá, dá muito menos que deve, porque dá o que lhe sobra, e o pequeno dá o de que necessita.
52