Citações neste tema
Dinheiro e Riqueza
Millôr Fernandes
Compre sempre na baixa, venda sempre na alta e não se abaixe para apanhar o sabonete
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Machado de Assis
De todas as coisas deste mundo e do outro, a que menos entendo é o câmbio. Não é que lhe negue o direito de subir; mas tantas lástimas ouvi pela queda, quantas ouço agora pela ascensão – não sei se às mesmas pessoas, mas com estes mesmos ouvidos
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Machado de Assis
Porque a queda do Banco Rural e Hipotecário, em si mesma, não vale mais que a de outro qualquer banco. E depois não há bancos eternos. Todo banco nasce virtualmente quebrado; é o seu destino, mais ano, menos ano. O que nos deu a ilusão do contrário foi o finado Banco do Brasil. … Vimos que não foi
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Richard Feynman
Há 10^11 estrelas na galáxia. Antigamente, isso era um número enorme. Mas são somente cem mil milhões. É menos que o défice nacional. Costumávamos chamar essas quantidades de números astronómicos. Agora deveríamos chamá-las de números económicos.
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Carlos Lacerda
Abandonei a Faculdade de Direito porque os casos que me interessavam não davam dinheiro, e os casos que davam dinheiro não me interessavam.
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Peter Drucker
Em toda a história, não houve um único economista que teve de se preocupar em saber como conseguir a próxima refeição
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Millôr Fernandes
O violento ágio dos bancos cria nova terminologia: 1) Apanágio: elogio do ágio. 2) Sufrágio: ato de votar recebendo algum. 3) Plágio: cobrar algo da forma que outro cobra ágio. 4) Adágio: dito proverbial sobre ágio. 5) Presságio: a impressão de que vai aumentar o ágio. 6) Contágio: ágio que pega. 7) Estágio: ponto a que chegamos. 8) Naufrágio: pra onde vai o país com tanto ágio
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Políbio
A fortuna sempre ri de nossos cálculos e cedo ou tarde nos lembra que o poder é um empréstimo
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Machado de Assis
A reputação dos homens amorosos parece-se muito com o juro do dinheiro: alcançado certo capital, ele próprio se multiplica e avulta
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Karl Kraus
A convicção austríaca de que “nada pode te acontecer” chega ao ponto de um homem se decidir a quebrar uma perna por estar segurado contra acidentes.
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Karl Kraus
A análise é a tendência do mendigo para explicar a existência das fortunas. Aquilo que ele não possui sempre foi obtido por meio de fraude. O outro apenas tem; ele, felizmente, conhece o segredo.
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Karl Kraus
Um materialismo horripilante prega-nos que o amor nada tem a ver com o dinheiro, e o dinheiro, nada com o amor. A concepção idealista, pelo menos, admite um limite de preços em que começa o amor verdadeiro. Esse é, simultaneamente, o limite em que acaba o ciúme daquele que é amado por ser quem é. Tal limite acaba, embora pudesse começar nesse ponto. O terreno da concorrência está obstruído.
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