Poemas neste tema
Emoções e Sentimentos
Luiz Pimenta
Mensagem à Amada e Aos Amigos
Mensagem à Amada e Aos Amigos
Um dia, andando pela vida, colhi e guardei três rosas. Sempre que as revia, tentava me decidir para quem poderia oferecê-las.
Algum tempo depois a própria vida me esclarecia e me ensinava:
- A razão pela qual você está em mim é a sua própria descoberta e aperfeiçoamento. Sozinho, você nunca conseguirá realizar esta tarefa. Vão aparecer pessoas em seu caminho que possuem a MÁGICA do encontro. São elas que vão levá-lo a você mesmo. É difícil reconhecê-las porque junto com elas estão outras que o confundirão com tudo mais que é efêmero.
Procure a MÁGICA. Ao encontrar uma destas pessoas especiais ofereça-lhe uma rosa como símbolo de reconhecimento. A rosa é o símbolo da MÁGICA.
A seguir a vida me perguntou desafiante:
- Nesta altura de seu caminho, existem pessoas a quem você pode oferecer uma destas rosas?
A esta pergunta respondi sem hesitar:
-Sim, existem estas pessoas que com a MÁGICA do amor e da amizade me ajudaram na minha caminhada, tornando-a mais clara, fácil e alegre. Fiquei melhor ao encontrá-las.
Ao ouvir isto, a vida me respondeu:
- São seus tesouros. Cultive bem cada um deles. Pois são muitos os que passam por mim e não conseguem encontrá-los, embora estejam postos no caminho de todos. Quantas são as pessoas que ao colher estas rosas não conseguem oferecer sequer uma delas.
BELO HORIZONTE, AGOSTO 1993
Um dia, andando pela vida, colhi e guardei três rosas. Sempre que as revia, tentava me decidir para quem poderia oferecê-las.
Algum tempo depois a própria vida me esclarecia e me ensinava:
- A razão pela qual você está em mim é a sua própria descoberta e aperfeiçoamento. Sozinho, você nunca conseguirá realizar esta tarefa. Vão aparecer pessoas em seu caminho que possuem a MÁGICA do encontro. São elas que vão levá-lo a você mesmo. É difícil reconhecê-las porque junto com elas estão outras que o confundirão com tudo mais que é efêmero.
Procure a MÁGICA. Ao encontrar uma destas pessoas especiais ofereça-lhe uma rosa como símbolo de reconhecimento. A rosa é o símbolo da MÁGICA.
A seguir a vida me perguntou desafiante:
- Nesta altura de seu caminho, existem pessoas a quem você pode oferecer uma destas rosas?
A esta pergunta respondi sem hesitar:
-Sim, existem estas pessoas que com a MÁGICA do amor e da amizade me ajudaram na minha caminhada, tornando-a mais clara, fácil e alegre. Fiquei melhor ao encontrá-las.
Ao ouvir isto, a vida me respondeu:
- São seus tesouros. Cultive bem cada um deles. Pois são muitos os que passam por mim e não conseguem encontrá-los, embora estejam postos no caminho de todos. Quantas são as pessoas que ao colher estas rosas não conseguem oferecer sequer uma delas.
BELO HORIZONTE, AGOSTO 1993
909
Luiz Pimenta
Barcos e Sonhos
Barcos & Sonhos
Menino,
os barcos de papel
são como os sonhos:
uma vez naufragados
não podem mais
ser sonhados
ou navegados.
Por isso,
faça-os
fortes,
firmes,
ágeis e
livres.
Os barcos, menino,
são como os sonhos...
Ouro Preto, fevereiro de 89
Menino,
os barcos de papel
são como os sonhos:
uma vez naufragados
não podem mais
ser sonhados
ou navegados.
Por isso,
faça-os
fortes,
firmes,
ágeis e
livres.
Os barcos, menino,
são como os sonhos...
Ouro Preto, fevereiro de 89
1 021
Luiz Nogueira Barros
O poder
Eis o poder :
É ali. Não é tão distante !
Mas digo-te que:
- por sua estrada
já passaram muitos homens,
com os seus sonhos,
deixando poeira
sobre as folhas e sobre as flores.
Aconteceu porém a muitos,
despreparados para essa viagem
que a fome, a sede e a desesperança,
aguardavam por eles no percurso.
E sabe-se que,
entre os poucos que ali chegaram,
alguns, despojados dos sonhos e mudados,
esqueceram-se da linguagem que falavam.
E será, talvez, por isso,
que gritam, urram e soltam bombas.
O poder é ali. Não é tão distante !...
É ali. Não é tão distante !
Mas digo-te que:
- por sua estrada
já passaram muitos homens,
com os seus sonhos,
deixando poeira
sobre as folhas e sobre as flores.
Aconteceu porém a muitos,
despreparados para essa viagem
que a fome, a sede e a desesperança,
aguardavam por eles no percurso.
E sabe-se que,
entre os poucos que ali chegaram,
alguns, despojados dos sonhos e mudados,
esqueceram-se da linguagem que falavam.
E será, talvez, por isso,
que gritam, urram e soltam bombas.
O poder é ali. Não é tão distante !...
1 032
Luiz Nogueira Barros
Eu
Eu sou aquele
das esperanças eternas:
peregrino entre a humanidade,
com mão de carícias
plantando sementes de sonhos.
Pedinte das ruas
vejo as pessoas:
de olhares aflitos,
de passos trôpegos,
de ouvidos magoados,
de almas dilaceradas,
de corações partidos,
e ainda lhes suplico
irem adiante
que a vida é tênue
e denso é o sonho !...
Eu sou aquele
que sempre chega
e que sempre parte
de mão vazias
sem ver os frutos
do seu trabalho :
- sou a utopia !...
O JORNAL - 14.04.96
das esperanças eternas:
peregrino entre a humanidade,
com mão de carícias
plantando sementes de sonhos.
Pedinte das ruas
vejo as pessoas:
de olhares aflitos,
de passos trôpegos,
de ouvidos magoados,
de almas dilaceradas,
de corações partidos,
e ainda lhes suplico
irem adiante
que a vida é tênue
e denso é o sonho !...
Eu sou aquele
que sempre chega
e que sempre parte
de mão vazias
sem ver os frutos
do seu trabalho :
- sou a utopia !...
O JORNAL - 14.04.96
959
Luiz Nogueira Barros
Eu
Eu sou aquele
das esperanças eternas:
peregrino entre a humanidade,
com mão de carícias
plantando sementes de sonhos.
Pedinte das ruas
vejo as pessoas:
de olhares aflitos,
de passos trôpegos,
de ouvidos magoados,
de almas dilaceradas,
de corações partidos,
e ainda lhes suplico
irem adiante
que a vida é tênue
e denso é o sonho !...
Eu sou aquele
que sempre chega
e que sempre parte
de mão vazias
sem ver os frutos
do seu trabalho :
- sou a utopia !...
O JORNAL - 14.04.96
das esperanças eternas:
peregrino entre a humanidade,
com mão de carícias
plantando sementes de sonhos.
Pedinte das ruas
vejo as pessoas:
de olhares aflitos,
de passos trôpegos,
de ouvidos magoados,
de almas dilaceradas,
de corações partidos,
e ainda lhes suplico
irem adiante
que a vida é tênue
e denso é o sonho !...
Eu sou aquele
que sempre chega
e que sempre parte
de mão vazias
sem ver os frutos
do seu trabalho :
- sou a utopia !...
O JORNAL - 14.04.96
959
Luiz Nogueira Barros
O cavalo branco
Eu queria agora o meu cavalo branco
que tenho procurado pelos brados.
Seria bom qu ’ ele tivesse asas e cascos afiados.
Eu o montaria:
e de crinas erectas aos ventos da eternidade
ele deixaria, na partida, marcas sobre a terra !...
que tenho procurado pelos brados.
Seria bom qu ’ ele tivesse asas e cascos afiados.
Eu o montaria:
e de crinas erectas aos ventos da eternidade
ele deixaria, na partida, marcas sobre a terra !...
1 001
Luiz Nogueira Barros
O cavalo branco
Eu queria agora o meu cavalo branco
que tenho procurado pelos brados.
Seria bom qu ’ ele tivesse asas e cascos afiados.
Eu o montaria:
e de crinas erectas aos ventos da eternidade
ele deixaria, na partida, marcas sobre a terra !...
que tenho procurado pelos brados.
Seria bom qu ’ ele tivesse asas e cascos afiados.
Eu o montaria:
e de crinas erectas aos ventos da eternidade
ele deixaria, na partida, marcas sobre a terra !...
1 001
Luiz Nogueira Barros
Do Encontro
Qual paisagem acontecida, rosa,
surgiste ao meu olhar incrédulo.
E em azul - teus olhos - aves encantadas,
pousaram nos meus sonhos andarilhos.
Houve silêncio. E presenças, abolindo
desertos percorridos.Ee os sentidos,
arquitetos sutis desses instantes,
construíram invisível ponte entre nós.
E o olhar estremeceu as estruturas
ressentidas, da busca já suposta eterna
porquanto, a dúvida do existires
era tormento povoando a vida,
haurindo a seiva do amor
e receiando se extinguir sem conhecer-te.
surgiste ao meu olhar incrédulo.
E em azul - teus olhos - aves encantadas,
pousaram nos meus sonhos andarilhos.
Houve silêncio. E presenças, abolindo
desertos percorridos.Ee os sentidos,
arquitetos sutis desses instantes,
construíram invisível ponte entre nós.
E o olhar estremeceu as estruturas
ressentidas, da busca já suposta eterna
porquanto, a dúvida do existires
era tormento povoando a vida,
haurindo a seiva do amor
e receiando se extinguir sem conhecer-te.
1 023
Luiz Nogueira Barros
Do Encontro
Qual paisagem acontecida, rosa,
surgiste ao meu olhar incrédulo.
E em azul - teus olhos - aves encantadas,
pousaram nos meus sonhos andarilhos.
Houve silêncio. E presenças, abolindo
desertos percorridos.Ee os sentidos,
arquitetos sutis desses instantes,
construíram invisível ponte entre nós.
E o olhar estremeceu as estruturas
ressentidas, da busca já suposta eterna
porquanto, a dúvida do existires
era tormento povoando a vida,
haurindo a seiva do amor
e receiando se extinguir sem conhecer-te.
surgiste ao meu olhar incrédulo.
E em azul - teus olhos - aves encantadas,
pousaram nos meus sonhos andarilhos.
Houve silêncio. E presenças, abolindo
desertos percorridos.Ee os sentidos,
arquitetos sutis desses instantes,
construíram invisível ponte entre nós.
E o olhar estremeceu as estruturas
ressentidas, da busca já suposta eterna
porquanto, a dúvida do existires
era tormento povoando a vida,
haurindo a seiva do amor
e receiando se extinguir sem conhecer-te.
1 023
Luiz Nogueira Barros
O fantasma e o vento
Pétalas sem cor
e sem perfume
da rosa
morta no ventre
da fantasia.
E no jardim
d’inesperado outono
ao sabor do vento
que passa leve
com passos de brisa
e sobre o chão
revolve os restos
do que foi sonho
há solidão.
E o vento diz
que ali um dia
houve uma rosa
que era a primeira,
tão grande e bela
mas só o projeto
que conheceu
no curto tempo
da duração
de ser botão.
E que ainda assim,
no tal jardim há o fantasma
de certo homem
que tenta em vão
compor com as pétalas
da rosa morta
o que foi sonho
de abrir-se ao mundo.
E que sempre fala
com a insistência
dos tresloucados
da morte inglória
do tal botão.
E em seus delírios
nas noites claras
chora a dor
da fantasia
que o enganou.
e sem perfume
da rosa
morta no ventre
da fantasia.
E no jardim
d’inesperado outono
ao sabor do vento
que passa leve
com passos de brisa
e sobre o chão
revolve os restos
do que foi sonho
há solidão.
E o vento diz
que ali um dia
houve uma rosa
que era a primeira,
tão grande e bela
mas só o projeto
que conheceu
no curto tempo
da duração
de ser botão.
E que ainda assim,
no tal jardim há o fantasma
de certo homem
que tenta em vão
compor com as pétalas
da rosa morta
o que foi sonho
de abrir-se ao mundo.
E que sempre fala
com a insistência
dos tresloucados
da morte inglória
do tal botão.
E em seus delírios
nas noites claras
chora a dor
da fantasia
que o enganou.
802
Luiz Nogueira Barros
O fantasma e o vento
Pétalas sem cor
e sem perfume
da rosa
morta no ventre
da fantasia.
E no jardim
d’inesperado outono
ao sabor do vento
que passa leve
com passos de brisa
e sobre o chão
revolve os restos
do que foi sonho
há solidão.
E o vento diz
que ali um dia
houve uma rosa
que era a primeira,
tão grande e bela
mas só o projeto
que conheceu
no curto tempo
da duração
de ser botão.
E que ainda assim,
no tal jardim há o fantasma
de certo homem
que tenta em vão
compor com as pétalas
da rosa morta
o que foi sonho
de abrir-se ao mundo.
E que sempre fala
com a insistência
dos tresloucados
da morte inglória
do tal botão.
E em seus delírios
nas noites claras
chora a dor
da fantasia
que o enganou.
e sem perfume
da rosa
morta no ventre
da fantasia.
E no jardim
d’inesperado outono
ao sabor do vento
que passa leve
com passos de brisa
e sobre o chão
revolve os restos
do que foi sonho
há solidão.
E o vento diz
que ali um dia
houve uma rosa
que era a primeira,
tão grande e bela
mas só o projeto
que conheceu
no curto tempo
da duração
de ser botão.
E que ainda assim,
no tal jardim há o fantasma
de certo homem
que tenta em vão
compor com as pétalas
da rosa morta
o que foi sonho
de abrir-se ao mundo.
E que sempre fala
com a insistência
dos tresloucados
da morte inglória
do tal botão.
E em seus delírios
nas noites claras
chora a dor
da fantasia
que o enganou.
802
Luiz Nogueira Barros
O fantasma e o vento
Pétalas sem cor
e sem perfume
da rosa
morta no ventre
da fantasia.
E no jardim
d’inesperado outono
ao sabor do vento
que passa leve
com passos de brisa
e sobre o chão
revolve os restos
do que foi sonho
há solidão.
E o vento diz
que ali um dia
houve uma rosa
que era a primeira,
tão grande e bela
mas só o projeto
que conheceu
no curto tempo
da duração
de ser botão.
E que ainda assim,
no tal jardim há o fantasma
de certo homem
que tenta em vão
compor com as pétalas
da rosa morta
o que foi sonho
de abrir-se ao mundo.
E que sempre fala
com a insistência
dos tresloucados
da morte inglória
do tal botão.
E em seus delírios
nas noites claras
chora a dor
da fantasia
que o enganou.
e sem perfume
da rosa
morta no ventre
da fantasia.
E no jardim
d’inesperado outono
ao sabor do vento
que passa leve
com passos de brisa
e sobre o chão
revolve os restos
do que foi sonho
há solidão.
E o vento diz
que ali um dia
houve uma rosa
que era a primeira,
tão grande e bela
mas só o projeto
que conheceu
no curto tempo
da duração
de ser botão.
E que ainda assim,
no tal jardim há o fantasma
de certo homem
que tenta em vão
compor com as pétalas
da rosa morta
o que foi sonho
de abrir-se ao mundo.
E que sempre fala
com a insistência
dos tresloucados
da morte inglória
do tal botão.
E em seus delírios
nas noites claras
chora a dor
da fantasia
que o enganou.
802
Luciano Matheus Tamiozzo
Deixo-me Perder
Deixo-me perder
No azul de teus olhos,
Na tua pele rosada,
Nos teus cabelos aloirados.
Deixo-me perder
Nos teus lábios rubros,
Nas tuas mãos macias,
No calor de teu abraço.
Deixo-me perder
Em pensamentos
E palavras.
Deixo-me perder
Num olhar
Até ti.
No azul de teus olhos,
Na tua pele rosada,
Nos teus cabelos aloirados.
Deixo-me perder
Nos teus lábios rubros,
Nas tuas mãos macias,
No calor de teu abraço.
Deixo-me perder
Em pensamentos
E palavras.
Deixo-me perder
Num olhar
Até ti.
1 012
Luiz Nogueira Barros
Viagem
Parto pleno de ventura e na aventura
da viagem empreendida levo o que sobrou
da infância, da juventude e do agora :
fantasia que um dia foi futuro.
Palavras ditas e juradas serão tolas
quando os momentos são de indiferenças.
Mas se o pensar a fala justifica
o tempo é grave amigo e jamais falha.
Hei de seguir assim a antevisão do olhar
e no desenho das paisagens presumidas
serei tudo o que vi, sofri e aprendi.
E tudo será novo como o sempre:
que os sonhos inatingidos não abortam,
pois são gestações que sabem esperar.
da viagem empreendida levo o que sobrou
da infância, da juventude e do agora :
fantasia que um dia foi futuro.
Palavras ditas e juradas serão tolas
quando os momentos são de indiferenças.
Mas se o pensar a fala justifica
o tempo é grave amigo e jamais falha.
Hei de seguir assim a antevisão do olhar
e no desenho das paisagens presumidas
serei tudo o que vi, sofri e aprendi.
E tudo será novo como o sempre:
que os sonhos inatingidos não abortam,
pois são gestações que sabem esperar.
872
Leny Mara Souza
Suas Dores, Meus Gemidos
A um amigo
Estou querendo lhe ajudar,
Busco pessoas para ajudar-me,
Para ajudar você.
Você!
Cheio de vida,esperanças e sonhos...
... Tenha dentro de sí a fé
E a esperança,
De uma realização pessoal e lógica.
Estou querendo lhe ajudar,
Busco pessoas para ajudar-me,
Para ajudar você.
Você!
Cheio de vida,esperanças e sonhos...
... Tenha dentro de sí a fé
E a esperança,
De uma realização pessoal e lógica.
960
Leny Mara Souza
Suas Dores, Meus Gemidos
A um amigo
Estou querendo lhe ajudar,
Busco pessoas para ajudar-me,
Para ajudar você.
Você!
Cheio de vida,esperanças e sonhos...
... Tenha dentro de sí a fé
E a esperança,
De uma realização pessoal e lógica.
Estou querendo lhe ajudar,
Busco pessoas para ajudar-me,
Para ajudar você.
Você!
Cheio de vida,esperanças e sonhos...
... Tenha dentro de sí a fé
E a esperança,
De uma realização pessoal e lógica.
960
Leny Mara Souza
Sedução e Desejo
Noite...
Chuva...
Frio...
Você!
Junção de sentimentos relevantes.
Suas mãos
Acariciando-me como plumas,
Envolvendo-me com suas carícias,
Me sentir mulher
mulher...
Com todos os requisitos precisos.
Você!
Luz de uma natureza sóbria.
Vi na chuva
Nos ligeiros pingos
A certeza que no âmago do meu ser
Está inserido
A sensibilidade,
A emoção de ser atraída
Com seu sorriso puro e sedutor.
Seus lábios demonstrando
O desejo de beijar-me ardentemente
Beijou-me!
Me senti como um pardal
Transmitindo alegria
Perdida no meu ser.
Chuva...
Frio...
Você!
Junção de sentimentos relevantes.
Suas mãos
Acariciando-me como plumas,
Envolvendo-me com suas carícias,
Me sentir mulher
mulher...
Com todos os requisitos precisos.
Você!
Luz de uma natureza sóbria.
Vi na chuva
Nos ligeiros pingos
A certeza que no âmago do meu ser
Está inserido
A sensibilidade,
A emoção de ser atraída
Com seu sorriso puro e sedutor.
Seus lábios demonstrando
O desejo de beijar-me ardentemente
Beijou-me!
Me senti como um pardal
Transmitindo alegria
Perdida no meu ser.
825
Luiz Nogueira Barros
Luta
Luta mais feroz não há que a dos erros
saindo das cavernas mais recônditas
de portas derrubadas aos últimos instantes:
quando a morte é certa e a vida uma tolice !...
saindo das cavernas mais recônditas
de portas derrubadas aos últimos instantes:
quando a morte é certa e a vida uma tolice !...
964
Luiz Nogueira Barros
Luta
Luta mais feroz não há que a dos erros
saindo das cavernas mais recônditas
de portas derrubadas aos últimos instantes:
quando a morte é certa e a vida uma tolice !...
saindo das cavernas mais recônditas
de portas derrubadas aos últimos instantes:
quando a morte é certa e a vida uma tolice !...
964
Leão Moysés Zagury
Em relação aos pronomes
Ao escrever poemas pronominais
perdi algumas letras.
Escrevendo para você
perdi ...
Perda, sentimento revolto
num mar tempestuoso,
onde nosso orgulho navega.
Pronomes: possessões irreais
ilusões passageiras.
Ah! como é belo
verter lirismo
perante o impossível sonho.
Sempre alguma coisa
corroendo a alma,
na passagem do tempo.
Serão marcas mercadológicas
o motivo?
Nunca se conhece.
Sonhos impossíveis
calando, ferindo sensibilidades,
provocando despertar que se
vai por aí.
Nunca se conhecem
as facetas dos pronomes
ainda usados em vender
peças,roupas,casas,aviões etc.
Não conhecemos a extensão
da força prononominal,
nas frases,versos,
enfim no infinito
universo gramatical
impessoal, sempre duro.
Os versos vão sendo
terminados, enquanto
os pronomes nos saúdam
procurando...
Pronomes.
Fim!
perdi algumas letras.
Escrevendo para você
perdi ...
Perda, sentimento revolto
num mar tempestuoso,
onde nosso orgulho navega.
Pronomes: possessões irreais
ilusões passageiras.
Ah! como é belo
verter lirismo
perante o impossível sonho.
Sempre alguma coisa
corroendo a alma,
na passagem do tempo.
Serão marcas mercadológicas
o motivo?
Nunca se conhece.
Sonhos impossíveis
calando, ferindo sensibilidades,
provocando despertar que se
vai por aí.
Nunca se conhecem
as facetas dos pronomes
ainda usados em vender
peças,roupas,casas,aviões etc.
Não conhecemos a extensão
da força prononominal,
nas frases,versos,
enfim no infinito
universo gramatical
impessoal, sempre duro.
Os versos vão sendo
terminados, enquanto
os pronomes nos saúdam
procurando...
Pronomes.
Fim!
904
Luciano Matheus Tamiozzo
Fim
É o fim...
Eu vim de um sonho
E para este sonho
Eu voltarei.
Não me procures
Pois contigo estarei
Povoando tua mente,
Teus sonhos de rei.
Estou desaparecendo,
Entre brumas e névoas
Eu vou sumir...
Me procure nos sonhos,
Lá sempre estarei,
Lá sempre ficarei.
Eu vim de um sonho
E para este sonho
Eu voltarei.
Não me procures
Pois contigo estarei
Povoando tua mente,
Teus sonhos de rei.
Estou desaparecendo,
Entre brumas e névoas
Eu vou sumir...
Me procure nos sonhos,
Lá sempre estarei,
Lá sempre ficarei.
1 027
Luciano Matheus Tamiozzo
Fim
É o fim...
Eu vim de um sonho
E para este sonho
Eu voltarei.
Não me procures
Pois contigo estarei
Povoando tua mente,
Teus sonhos de rei.
Estou desaparecendo,
Entre brumas e névoas
Eu vou sumir...
Me procure nos sonhos,
Lá sempre estarei,
Lá sempre ficarei.
Eu vim de um sonho
E para este sonho
Eu voltarei.
Não me procures
Pois contigo estarei
Povoando tua mente,
Teus sonhos de rei.
Estou desaparecendo,
Entre brumas e névoas
Eu vou sumir...
Me procure nos sonhos,
Lá sempre estarei,
Lá sempre ficarei.
1 027
Leão Moysés Zagury
Somália
Somália; terra sem dono,
infinita luta rubra,
vertente de rio desumano.
Cidades ao léu,
descrevem os horrores
da guerra.
Lutas fratricidas
arrancam a seiva da vida.
Guerra!
Oh! antropofagia moderna!
Homens sem rostos
deixados à mingua
de fome.
Guerreiros
secam esperanças,
matam de fome.
Somália sem dono,
extingue-se...
Somália
agoniza!
infinita luta rubra,
vertente de rio desumano.
Cidades ao léu,
descrevem os horrores
da guerra.
Lutas fratricidas
arrancam a seiva da vida.
Guerra!
Oh! antropofagia moderna!
Homens sem rostos
deixados à mingua
de fome.
Guerreiros
secam esperanças,
matam de fome.
Somália sem dono,
extingue-se...
Somália
agoniza!
1 171
Leão Moysés Zagury
Promessas
Prometemos muito
realizamos pouco.
Até quando?
O ser promete
debate-se em atitudes
vãs.
Banalidades, ilusões intelectuais,
até quando?
Onde com tanto sofrimento
irá o homem parar?
O espírito luta
a batalha das batalhas.
Sofrendo, iludido
reclama.
Homem , acorda do sono.
És Espírito numa matéria.
A tua grandeza espiritual
se faz presente.
Acorda!!!
Chega de ilusões,
vamos à luta,
é tarde.
realizamos pouco.
Até quando?
O ser promete
debate-se em atitudes
vãs.
Banalidades, ilusões intelectuais,
até quando?
Onde com tanto sofrimento
irá o homem parar?
O espírito luta
a batalha das batalhas.
Sofrendo, iludido
reclama.
Homem , acorda do sono.
És Espírito numa matéria.
A tua grandeza espiritual
se faz presente.
Acorda!!!
Chega de ilusões,
vamos à luta,
é tarde.
928