Poemas neste tema
Vida e Existência
António Ramos Rosa
Ágil E Redondo Flui o Deus
Ágil e redondo flui o deus
pequeno
que não tem sombra.
pequeno
que não tem sombra.
1 104
António Ramos Rosa
Meditar a Pausa do Acaso Feliz
Meditar a pausa do acaso feliz.
Uma ordem dócil, subterrânea, fiel.
As formas ondulam na morada simples.
Uma efusão nasce do emergir de um mundo.
Uma ordem dócil, subterrânea, fiel.
As formas ondulam na morada simples.
Uma efusão nasce do emergir de um mundo.
986
António Ramos Rosa
Pronunciar a Terra
Pronunciar a terra
com as suas estridências.
Rodar com o novo sangue e a sua ignorância.
com as suas estridências.
Rodar com o novo sangue e a sua ignorância.
1 046
António Ramos Rosa
Pronunciar a Terra
Pronunciar a terra
com as suas estridências.
Rodar com o novo sangue e a sua ignorância.
com as suas estridências.
Rodar com o novo sangue e a sua ignorância.
1 046
António Ramos Rosa
Sedentos de Repouso E do Início
Sedentos de repouso e do início
buscando a esperança nas vogais
outro sentido sentindo ao nível do ar
saboreando o simples na densidade límpida.
buscando a esperança nas vogais
outro sentido sentindo ao nível do ar
saboreando o simples na densidade límpida.
1 127
António Ramos Rosa
Tudo Começa Aqui
Tudo começa aqui
no desamparo do horizonte nulo
aqui nasce o corpo no seu espaço virgem
de súbito uma espiral se ergue
ou quase o arco ainda entre o céu e o céu.
no desamparo do horizonte nulo
aqui nasce o corpo no seu espaço virgem
de súbito uma espiral se ergue
ou quase o arco ainda entre o céu e o céu.
1 196
António Ramos Rosa
Tudo Começa Aqui
Tudo começa aqui
no desamparo do horizonte nulo
aqui nasce o corpo no seu espaço virgem
de súbito uma espiral se ergue
ou quase o arco ainda entre o céu e o céu.
no desamparo do horizonte nulo
aqui nasce o corpo no seu espaço virgem
de súbito uma espiral se ergue
ou quase o arco ainda entre o céu e o céu.
1 196
António Ramos Rosa
Tudo Começa Aqui
Tudo começa aqui
no desamparo do horizonte nulo
aqui nasce o corpo no seu espaço virgem
de súbito uma espiral se ergue
ou quase o arco ainda entre o céu e o céu.
no desamparo do horizonte nulo
aqui nasce o corpo no seu espaço virgem
de súbito uma espiral se ergue
ou quase o arco ainda entre o céu e o céu.
1 196
António Ramos Rosa
Saborear a Lenta Emanação
Saborear a lenta emanação
do limiar. Sorver a alteridade.
Abrir a luz com deslumbradas mãos.
Traçar a fugidia figura da origem.
do limiar. Sorver a alteridade.
Abrir a luz com deslumbradas mãos.
Traçar a fugidia figura da origem.
1 086
António Ramos Rosa
Saborear a Lenta Emanação
Saborear a lenta emanação
do limiar. Sorver a alteridade.
Abrir a luz com deslumbradas mãos.
Traçar a fugidia figura da origem.
do limiar. Sorver a alteridade.
Abrir a luz com deslumbradas mãos.
Traçar a fugidia figura da origem.
1 086
António Ramos Rosa
Na Cavidade da Simplicidade
Na cavidade da simplicidade
deslizando no imóvel
somos animais marinhos de uma delícia verde.
deslizando no imóvel
somos animais marinhos de uma delícia verde.
594
António Ramos Rosa
Na Lucidez do Corpo
Na lucidez do corpo
num impulso de terra
alcançar sem entraves o domínio mais suave.
num impulso de terra
alcançar sem entraves o domínio mais suave.
1 111
António Ramos Rosa
Gravitação Total Em Torno
Gravitação total em torno
de um contorno adormecido, forma ausente
de uma dança germinal que se retrai,
carícia de um sono imaculado.
de um contorno adormecido, forma ausente
de uma dança germinal que se retrai,
carícia de um sono imaculado.
1 024
António Ramos Rosa
Livres Para Nos Apagarmos
Livres para nos apagarmos
entre as raízes ouvindo o eco ambíguo.
entre as raízes ouvindo o eco ambíguo.
1 084
António Ramos Rosa
Deixar Sem Caminho Até Ao Alcance
Deixar sem caminho até ao alcance
de não querer possuir
à deriva do silêncio
na súbita tranquilidade do vazio
em que a abertura nos abre e nos sustém.
de não querer possuir
à deriva do silêncio
na súbita tranquilidade do vazio
em que a abertura nos abre e nos sustém.
968
António Ramos Rosa
No Extremo da Abolição, a Entrega Toda.
No extremo da abolição, a entrega toda.
O insondável puro é o vazio da água.
A terra inteira entrega-se num corpo.
O insondável puro é o vazio da água.
A terra inteira entrega-se num corpo.
888
António Ramos Rosa
No Extremo da Abolição, a Entrega Toda.
No extremo da abolição, a entrega toda.
O insondável puro é o vazio da água.
A terra inteira entrega-se num corpo.
O insondável puro é o vazio da água.
A terra inteira entrega-se num corpo.
888
António Ramos Rosa
Nela Se Curva a Luz
Nela se curva a luz
como se um feixe de músculos tocássemos
sob a pele.
como se um feixe de músculos tocássemos
sob a pele.
1 137
António Ramos Rosa
Na Densidade Em Que Nada Se Repete
Na densidade em que nada se repete
irradiam sombras leves, nomes
vindos do ritmo profundo.
O corpo arde no início. Tudo é um âmbito.
irradiam sombras leves, nomes
vindos do ritmo profundo.
O corpo arde no início. Tudo é um âmbito.
1 129
António Ramos Rosa
Fiel À Lentidão Que Abarca a Cinza E o Fogo
Fiel à lentidão que abarca a cinza e o fogo.
Fogo do ar em sua tácita certeza.
Confluência à superfície na dispersão latente.
Fogo do ar em sua tácita certeza.
Confluência à superfície na dispersão latente.
1 294
António Ramos Rosa
Fiel À Lentidão Que Abarca a Cinza E o Fogo
Fiel à lentidão que abarca a cinza e o fogo.
Fogo do ar em sua tácita certeza.
Confluência à superfície na dispersão latente.
Fogo do ar em sua tácita certeza.
Confluência à superfície na dispersão latente.
1 294
António Ramos Rosa
Impenetrável Gérmen Que Adormece
Impenetrável gérmen que adormece
no livre abandono de uma pálpebra.
Lento equilíbrio que suporta
o súbito vagar do ar.
no livre abandono de uma pálpebra.
Lento equilíbrio que suporta
o súbito vagar do ar.
1 193