Citações neste tema
Dinheiro e Riqueza
Napoleão Bonaparte
Os empréstimos são a perdição das nações agrícolas. Mas viabilizam as nações manufatureiras.
7
Napoleão Bonaparte
O pobre e o mendigo são duas classes bem diferentes; um aciona o respeito, o outro excita a cólera.
48
Padre António Vieira
Pouco conhece a riqueza da saúde quem cuida que por algum preço pode ser cara, quanto mais caríssima.
47
Padre António Vieira
Não há riqueza no mundo que se iguale à saúde do corpo. (...) Donde se segue que, se o médico der ao enfermo a saúde e o enfermo ao médico todas as riquezas, menos recebe o médico que o enfermo.
51
Padre António Vieira
Os pequenos não comem, nem podem comer, os grandes; os grandes, porque podem, são os que comem os pequenos. Por isso, os povos estão tão despovoados e tão comidos, e os comedores tão cheios e tão fartos.
48
Padre António Vieira
De maneira que não é rico quem tem muito, ainda que seja tudo. Pois quem é o verdadeiro rico? Aquele que não quer nada, porque nenhuma coisa lhe falta.
40
Padre António Vieira
Os corpos dos ricos, cheios e anafados, são o banquete dos bichos; os dos pobres, secos e postos nos ossos, são o seu jejum.
34
Padre António Vieira
Considere, pois, o rico e o pobre para onde vai: Quo vadis? Para que o rico modere a sua abundância, e o pobre se componha com a sua moderação. E porque o pobre e o rico (e o rico mais apressadamente que o pobre) todos irmos parar ali, lamentem-se os ricos da sua riqueza e das suas galas e regalos: sejam os pobres os contentes e eles os tristes. E paguem com a tristeza a fraqueza dos seus corações.
39
Padre António Vieira
A herdade do pobre, porque não tem muro que a cerque, sempre estão seus frutos expostos ao comum apetite de todos. As dos ricos, como têm cercas que as defendem, ninguém se atreve a seus frutos, por não lastimar suas mãos com os espinhos.
44
Padre António Vieira
A abundância e gula dos ricos é o seu veneno (...) a estreiteza e abstinência dos pobres, o seu medicamento.
46
Padre António Vieira
O povo, no pouco que tributa, dá tudo quanto tem; e o grande, em tudo o que dá, dá muito menos que deve, porque dá o que lhe sobra, e o pequeno dá o de que necessita.
43
Padre António Vieira
Dizem que temos valor, mas que nos falta dinheiro e união; e todos nos prognosticam os fados que naturalmente se seguem destas infelizes premissas.
27
Padre António Vieira
Nada receia perder quem nada espera interessar. Os bens que mais nascem do ânimo que da fortuna melhor se asseguram; porque aqueles guardam-se no peito, e estes cansam os ombros. A fortuna com o que dá faz grandes; e o ânimo com o que despreza faz grandiosos.
45
Padre António Vieira
Bem ensinava Alexandre Magno aos seus soldados que a pobreza era a única mestra da milícia, e por isso os Macedónios venciam tudo, porque nada tinham.
32
Padre António Vieira
Os dois efeitos, ou consequências, que fazem a necessidade mais miserável e mais para temer são (...) que a pobreza e a fome, primeiro, desprezam a honra e, depois, destroem a virtude, perdendo-se no mesmo naufrágio a fama e a consciência, que são os maiores bens desta e da outra vida.
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