Citações neste tema
Estações do Ano (Primavera, Verão, Outono, Inverno)
Karl Marx
[O modo de produção capitalista] pressupõe o domínio do homem sobre a natureza. Uma natureza excessivamente pródiga “mantém o homem preso a ela como uma criança sustentada por andadeiras”. Ela não lhe impõe a necessidade de desenvolver-se. A pátria do capital não é o clima tropical com sua vegetação exuberante, mas a zona temperada.
49
Alfred Marshall
Até o tempo presente, um clima tropical tem sido fatal para as melhores energias das raças, não importa quão vigorosas. De facto, ele não chega a extinguir, seja a subtileza dos seus pensadores, seja o vigor físico que os seus trabalhadores conseguem sustentar por breves períodos; mas ele tem-se mostrado hostil para com a capacidade de suportar um esforço severo e contínuo de corpo e mente.
48
Luis Fernando Verissimo
A primavera é um descontrole glandular da natureza. O inverno é o preço que a gente paga para ter o outono, e por isso está perdoado. O verão é uma indignidade.
46
Mário Quintana
Fazia tanto calor que as sombras se ocultavam debaixo da barriga dos cavalos e da copa das árvores.
48
Mário Quintana
No verão dá cupim na cabeça da gente. Cupim ou caruncho? Será a mesma coisa? Não sei. Nem vou saber agora. Verão é isso mesmo: preguiça de procurar palavras no dicionário.
50
Mário Quintana
Toda a noite os grilos fritam não sei quê. A madrugada chega, destampa o panelão... a coisa esfria.
53
Mário Quintana
O verão é um senhor gordo sentado na varanda e reclamando cerveja. O inverno é o vovozinho tiritante. O outono, um tio solteirão. A primavera, em compensação, é uma menina pulando na corda.
34
Mário Quintana
Outono: essas folhas que tombam na água parada dos tanques e não podem sair viajando pelas correntezas do mundo...
39
Fernando Pessoa
Quando vier a Primavera, Se eu já estiver morto, As flores florirão da mesma maneira E as árvores não serão menos verdes que na Primavera passada. A realidade não precisa de mim.
58
Dalai Lama XIV
Uma árvore em flor fica despida no outono. A beleza transforma-se em feiúra, a juventude em velhice e o erro em virtude. Nada fica sempre igual e nada existe realmente. Portanto, as aparências e o vazio existem simultaneamente.
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