O carro corre ao longe numa boa
feito a nuvem que passa,
feito o vento que voa.

A máquina do carro é o fino;
o ruído ardido
é o defeito que tem tudo que é feito.
Senão, tudo era chato
e perfeito.


In: PALLOTTINI, Renata. Café com leite. São Paulo: Quinteto, 1988. p.1
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