Soneto de natal
Das árvores de vidro tomam forma
três de barba na fé de seus oráculos,
os três de antigos mitos sustentáculos,
os três de antiga fé brocardo e norma.
De calcinada luz que a lenda informa
trouxe-os aos três a estrela em seus tentáculos,
e por de estrela nunca os houve obstáculos
que a mago e rei limite não conforma.
Mas não saber de ventre que era novo
trazendo, à luz da noite, a noite e a povo
a rosa que era fim de rosas trágicas.
Se não gera a magia os olhos régios
nada ficava a vir de sortilégios
porque eram vida então maiores mágicas.
três de barba na fé de seus oráculos,
os três de antigos mitos sustentáculos,
os três de antiga fé brocardo e norma.
De calcinada luz que a lenda informa
trouxe-os aos três a estrela em seus tentáculos,
e por de estrela nunca os houve obstáculos
que a mago e rei limite não conforma.
Mas não saber de ventre que era novo
trazendo, à luz da noite, a noite e a povo
a rosa que era fim de rosas trágicas.
Se não gera a magia os olhos régios
nada ficava a vir de sortilégios
porque eram vida então maiores mágicas.