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Despedida

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Gênese
Emílio Moura
Emílio Moura
Ventura que nunca tive,
paz irreal que nunca veio.
A vida fecha o horizonte,
chega a noite sem rumor.

Cala-se a voz. (já era tímida).
Meu eco morre aqui mesmo.
Que importa à sombra que desce
o grito que não se ouviu?

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Alma Desilusão e Desamor Solidão Tristeza e Melancolia
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Emílio Moura BR

Emílio Moura

1902-08-14 — 1971-09-28 · Dores do Indaiá

Emílio Moura é um poeta cuja obra se destaca pela introspeção e pela exploração da condição humana. A sua poesia navega entre o quotidiano e o transcendente, abordando temas como a passagem do tempo, a efemeridade da vida e a busca por sentido num mundo em constante mudança. Com uma linguagem cuidada e uma sensibilidade apurada, constrói versos que ressoam pela sua profundidade e pela capacidade de evocar emoções universais.

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