Renato Rezende
Renato Rezende
1997 Aura
O instante, ínfimo, que separa
o sono da vigília;
o momento em que o sino se cala
(quando?)
no átrio de um templo;
o espaço
entre uma palavra
e outra:
O que se esconde por trás de tudo,
o que sempre se mascara
-- Sorri
(como todos os dias
o sol abre
sua cortina sobre o nada).


Bombaim, novembro 1991
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