Quando se quer levar a virtude até seus extremos, de um lado e de outro, surgem vícios que nela se insinuam insensivelmente, em suas rotas insensíveis, do lado pequeno do infinito; e multidões de vícios se apresentam do lado grande do infinito, de modo que nós se perdemos nos vícios e não vê mais a virtude. Cai-se na armadilha da própria perfeição.

 

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