Quando se quer levar a virtude até seus extremos, — Blaise Pascal

Quando se quer levar a virtude até aos seus extremos, de um lado e de outro, surgem vícios que nela se insinuam insensivelmente, nas suas rotas insensíveis, do lado pequeno do infinito; e multidões de vícios apresentam-se do lado grande do infinito, de modo que nós nos perdemos nos vícios e já não se vê a virtude. Cai-se na armadilha da própria perfeição.
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