
Flávio Gomes da Silva
Canto versos sem me perguntar, sem procurar, sendo o quanto há de ser sem algemas
1968-09-09 Rio de Janeiro
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TODOS OS DIAS SÃO DIAS
Tão logo aponta o dia, o cantar do pardal
Escolho o destino deste mundo, que me vem em retalhos
E me diz a rotina dos dias, do levantar-se e cursar
Começo a remendar uma estrada
Para caminhar do bocejo ao sono
Um tapete vermelho
Quero um tapete vermelho sobre os remendos
Um sossego, sossego de rei
Ao saborear a alegria do povo
Um banquete diário quero
Um caminho notável
Aconchego da igualdade
Remendo meus dias, uso linha forte…
São dias de renovo, dias de arrepender-se
Dias de perdoar, sim, de esquecer
BOM DIA!
Dias de acolher e descansar
De dizer palavras mágicas
Dias de acalentos
Incansáveis dias
Diariamente
Dias de criança
Inesgotáveis
Afáveis
Inefáveis, escolho
Escolho o destino deste mundo, que me vem em retalhos
E me diz a rotina dos dias, do levantar-se e cursar
Começo a remendar uma estrada
Para caminhar do bocejo ao sono
Um tapete vermelho
Quero um tapete vermelho sobre os remendos
Um sossego, sossego de rei
Ao saborear a alegria do povo
Um banquete diário quero
Um caminho notável
Aconchego da igualdade
Remendo meus dias, uso linha forte…
São dias de renovo, dias de arrepender-se
Dias de perdoar, sim, de esquecer
BOM DIA!
Dias de acolher e descansar
De dizer palavras mágicas
Dias de acalentos
Incansáveis dias
Diariamente
Dias de criança
Inesgotáveis
Afáveis
Inefáveis, escolho
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