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Amigo
Mal nos conhecemos
Inauguramos a palavra amigo!

Amigo é um sorriso
De boca em boca,
Um olhar bem limpo

Uma casa, mesmo modesta, que se oferece.
Um coração pronto a pulsar
Na nossa mão!

Amigo (recordam-se, vocês aí,
Escrupulosos detritos?)
Amigo é o contrário de inimigo!

Amigo é o erro corrigido,
Não o erro perseguido, explorado.
É a verdade partilhada, praticada.

Amigo é a solidão derrotada!

Amigo é uma grande tarefa,
Um trabalho sem fim,
Um espaço útil, um tempo fértil,
Amigo vai ser, é já uma grande festa!
Alexandre O'Neill
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Tomaz Vieira da Cruz

126 anos do seu nascimento

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Pierre Albert-Birot

150 anos do seu nascimento

-
Louise Glück

83 anos do seu nascimento

-
Geraldo Bessa-Victor

41 anos da sua morte

-
Antônio Augusto de Lima

92 anos da sua morte

-
Vicente de Carvalho

102 anos da sua morte

-
Miguel de Cervantes

410 anos da sua morte

-
Georg Stiernhielm

354 anos da sua morte

-
Tchicaya U Tam'si

38 anos da sua morte

-
Jorge Teillier

30 anos da sua morte

-
Mircea Eliade

40 anos da sua morte

-
Sérgio Jockyman

Sérgio Jockyman é um poeta brasileiro contemporâneo, cuja obra se destaca pela exploração de temas existenciais, sociais e filosóficos, muitas vezes entrelaçados com uma profunda reflexão sobre a linguagem e a condição humana. A sua poesia, marcada por uma linguagem precisa e por uma visão crítica do mundo, aborda a solidão, a busca por sentido e a complexidade das relações interpessoais, consolidando-o como uma voz relevante na poesia brasileira atual.

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Florbela Espanca

Florbela Espanca foi uma poetisa portuguesa cuja obra, profundamente marcada pela paixão, pela dor e pelo sofrimento amoroso, a tornou uma das vozes femininas mais reconhecidas da literatura portuguesa. Sua poesia, intensamente lírica e confessional, explora as angústias do amor não correspondido, a efemeridade da felicidade e a força avassaladora dos sentimentos, utilizando uma linguagem rica em metáforas e em forte expressividade. Apesar de uma vida curta e atormentada, Florbela deixou um legado poético de rara intensidade e beleza, que continua a cativar leitores pela sua honestidade brutal e pela sua capacidade de expressar as mais íntimas dores e anseios da alma humana.

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Vinicius de Moraes

Vinicius de Moraes foi um poeta, dramaturgo, jornalista e compositor brasileiro, considerado um dos maiores expoentes da poesia lírica em língua portuguesa. Sua obra é marcada por um lirismo profundo, que explora temas como o amor, a beleza, a melancolia e o cotidiano, com uma linguagem acessível e musical. É também lembrado como um dos pais da Bossa Nova, tendo composto diversas canções que se tornaram clássicos da música popular brasileira.

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Matsuo Bashō

Matsuo Bashō was the most famous poet of the Edo period in Japan. He is considered one of the greatest masters of haiku, and his work has had a profound influence on Japanese literature. Bashō traveled extensively throughout Japan, composing poetry inspired by his journeys. His style is characterized by its simplicity, depth, and connection to nature. He is also known for his travel diaries and prose.

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Neimar de Barros

Neimar de Barros é um poeta cuja obra se destaca pela profundidade lírica e pela exploração de temas existenciais e da condição humana. Sua poesia é marcada por uma linguagem cuidada e uma forte musicalidade, convidando à reflexão sobre a passagem do tempo, a memória e a efemeridade da vida. O autor navega entre o pessoal e o universal, construindo imagens vívidas e sensoriais que ressoam com a experiência do leitor. O conjunto da sua produção poética reflete uma sensibilidade aguçada para as nuances da alma e do mundo, com versos que evocam tanto a melancolia quanto a esperança. Sua obra insere-se num contexto literário contemporâneo, dialogando com as preocupações estéticas e temáticas da poesia atual, ao mesmo tempo que se afirma por uma voz autoral distintiva e um olhar atento sobre a complexidade da existência.

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Julião Soares Sousa

Julião Soares Sousa foi um poeta angolano cuja obra se insere na linha da poesia de intervenção e de exaltação da identidade africana. As suas composições poéticas são frequentemente marcadas por um forte lirismo, pela exploração da paisagem e da cultura angolana, e pela expressão de um sentimento de pertença e orgulho nacional. A sua poesia busca celebrar as raízes e a resiliência do povo angolano, num contexto de afirmação cultural e de busca por um futuro promissor. A sua escrita reflete uma profunda ligação à terra e às tradições, posicionando-o como uma voz relevante na literatura angolana.

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Gustavo Adolfo Bécquer

Hoje sorriem-me a terra e os céus;
sinto no fundo da minha alma o sol;
eu hoje vi-a..., vi-a e ela olhou-me...
Creio hoje em Deus!

-
Eugénio de Andrade

Ainda sabemos cantar,
só a nossa voz é que mudou:
somos agora mais lentos,
mais amargos,
e um novo gesto é igual ao que passou.

Um verso já não é a maravilha,
um corpo já não é a plenitude.

-
Gustavo Adolfo Bécquer

Deus meu, tão sozinhos
que ficam os mortos!

Autores

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António Gedeão
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Mário Quintana
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Nuno Júdice
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Affonso Romano de Sant'Anna
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Angel González
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José Pedroni
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António Ramos Rosa
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Eugénio de Andrade
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Meira Delmar
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José Zorrilla

Poemas

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Há-de flutuar uma cidade
Al Berto
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Penélope
David Mourão-Ferreira
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27 - Só a Natureza é divina, e ela não é divina...
Fernando Pessoa
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O amor é uma companhia
Fernando Pessoa
-
breve ensaio sobre a potência 29
Rui Costa
-
Pura
Raquel Nobre Guerra
-
Eu sei, mas não devia
Marina Colasanti
-
A boca
Eugénio de Andrade
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20
Pablo Neruda
-
Amar
Carlos Drummond de Andrade

Premiados

Ada Limón
NBCC Award for Poetry (2018)
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José Luís Peixoto
Prémio Oceanos (2016)
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Maria da Saudade Cortesão Mendes
Prémio P.E.N. Clube Português de Poesia (2010)
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Armando Freitas Filho
Jabuti (2025)
Susan Atefat Peckham
National Poetry Series (2000)
Javier Acosta Escareño
Premio Bellas Artes Poesía Aguascaliente (2010)
Francisco López Serrano
Premio Emilio Alarcos (2022)
Tomás Sánchez Santiago
Premio de la Crítica Poesía (2024)
Carlos Sahagún
Premio Nacional de Poesía (1980)
-
William Carlos Williams
Bollingen Prize for Poetry (1952)

Movimentos

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Simbolismo
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Romantismo
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Simbolismo

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