

AurelioAquino
Deixo-me estar nos verbos que consinto, os que me inventam, os que sempre sinto.
1952-01-29 Parahyba
297021
12
31
da vida em pauta compassada
se a vida atravessar
o compasso da vontade
e deixar-se reticente
pelas curvas da face
revolva-se o tempo
nos ombros da liberdade
construindo os futuros
em que ainda se cabe
o compasso da vida
tende a ser perdulário
nada como vivê-lo
com as notas que criarmos
43
0
Mais como isto
Ver também
Escritas.org