

Dhiogo José Caetano
Graduado em História pela UEG - Universidade Estadual de Goiás, jornalista, Pós graduado em História do Imaginário e Literatura. Ganhador dos Prêmios Nacional Olavo Bilac, Buriti, Carlos Drummond de Andrade. Comendador da ALG Academia de Letras de Goiás Velhos.
Desnudo
Fico feliz com as portas que se abrem ao
longo do infinito horizonte existencial, mas fico triste com as portas que
preciso fechar; como dói dizer adeus.
Ao longo da caminhada evolutiva nos
deparamos com diversas coincidências, elas vêm e vão, dói a sua definição, mas
aprendemos a viver a vida de forma plena, feliz e com exatidão.
No horizonte do Brasil o grito de um
idealista. Obrigado pela atenção excelentíssimo presidente. Espero que um dia
os governantes não só do meu estado, mas do nosso Brasil, possam me ver e me
reconhecer enquanto cidadão.
Amar o próximo e a nós mesmos, deveria
ser uma missão universal.
O escapismo é utilizado como fuga da
realidade, mas a realidade é o contexto que nos circunda
As atitudes do outro me faz sofrer, me
faz refletir.
Que o outro me entenda, saiba que sou
humano e que simplesmente amo sem perguntar até quando.
Desejo simplesmente ser visto e nada
mais. Sinto-me só mesmo no meio de uma multidão.
Somos tão insignificantes, somos
simplesmente nada; mas nos julgamos seres superiores.
Tudo passará, as dores evaporaram e os
resquícios de aprendizado e evolução ficarão no ser e no íntimo da alma.
Que possamos ao longo da caminhada
evolutiva disseminar uma mensagem que produza frutos no amanhã.
Quero ser um homem que quando fala, não
simplesmente diz: Ensina.
Nesta caminhada evolutiva quero caminhar
pelos vários caminhos, sem esquecer de deixar uma semente, que no futuro se
transformará em uma grande árvore que contemplará toda humanidade.
Não temos o direito de rir dos sonhos de
alguém, por que dentro das possibilidades existenciais é um sonho e pertence a
um sonhador que vive as limitações da vida.
Quero viajar além dos limites só para
escrever poemas e poemas. Neste contexto quero dividir “tudo que sei, ou que
acho que sei”.
O que me inspira, são as perspectivas da
vida e as diversas crônicas do existir.
Quando pensamos que tudo findou, eis que
alguém se lembra que o mundo não acabou. Sou o nada de um tudo que na vastidão
deste vasto mundo se solidificou.
O mundo é um verdadeiro comboio de
emoções; onde a essência amor mantém a legião de seres humanos vivos e
determinados a sonhar e sonhar.
Em meio à complexidade do existir, as
histórias ocultas de um moinho que gira em duplo sentido.
Eliminemos a peste bubônica que afligem
o corpo e alma humana. Que o amor renasça, revelando a intrínseca clareza na
intuição e na afetuosa bondade do ser.
A arte de viver é um sofismo uma prática
que realizamos releituras todos os dias. Um aprendizado que construímos aos
poucos de forma lenta, onde juntamos várias peças conquistadas ao longo do
tempo, através de contatos e experiências com os outros seres que compõem a
essência do nosso planeta.
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