Reputa-se por escravo quem vive com dependências. De muito necessita o corpo para a ostentação comum; e já por fazer gala das necessidades intentou o corpo para a necessidade o fazer-lhe galas, querendo que parecesse ostentação o que só é remédio da sua desnudez. A alma necessita de tão pouco que até a mesma respiração com que se conserva no corpo a lança outra vez de si.
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