Ao reler o seu livro [ A condição da classe operária na Inglaterra (1844)], dei-me conta com pesar do avanço de nossa idade. Quão vigorosa e apaixonadamente, com que ousadia e ausência de dúvidas científicas tudo era ainda tratado ali! E a própria ilusão de que o resultado irromperia à luz clara da história logo no dia seguinte ou no próximo dá ao livro um tom caloroso e jovial, perto do qual o “cinza sobre cinza” de agora representa um maldito e desagradável contraste.

 

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