Denise Teixeira Viana

Denise Teixeira Viana

Denise Teixeira Viana é uma poeta contemporânea cuja obra se caracteriza pela exploração de temas como a identidade, a memória e a fragilidade das relações humanas. A sua escrita, marcada por uma linguagem evocativa e uma sensibilidade lírica, convida à reflexão sobre as experiências quotidianas e os dilemas existenciais. Com uma voz poética que transita entre o íntimo e o universal, Denise Teixeira Viana oferece aos seus leitores uma perspetiva sensível e profunda sobre o mundo e sobre si mesma.

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Sem Explicação

Ah, quantas noites fiquei sem dormir
quantas horas fiquei sem te ouvir
quanto tempo passei sem te amar.

Ah, quantas vezes fiquei sem falar
quantos homens não pude saciar
quantos meses ficaste sem bulir
na minha cavidade gosmenta.

Ah, se minha frase fosse
toda amor
e se essa flição
não demorasse tanto
tanto a se abrir
encabuladamente
oferecer-te-ia
meu coração:
depósito para o teu descanço.

Eu te quero
amor meu
a mudes dos teus lábios ferinos.
Quero as ondas médias
da tua clave de fá.

De batom escarlate
me lambuzaste o corpo
Quero esta toda fragilidade

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Biografia

Identificação e contexto básico

Denise Teixeira Viana é uma poeta contemporânea. A sua nacionalidade e língua de escrita são portuguesas. O contexto histórico em que vive e escreve é o da atualidade.

Infância e formação

Informações sobre a infância e formação de Denise Teixeira Viana não estão amplamente disponíveis em fontes públicas. Presume-se que a sua educação tenha contribuído para o desenvolvimento da sua sensibilidade literária.

Percurso literário

Denise Teixeira Viana é uma autora contemporânea, e o seu percurso literário tem sido marcado pela publicação de obras poéticas. Detalhes sobre o início da sua escrita, a evolução do seu estilo ou colaborações em publicações específicas não são pormenorizados nas fontes consultadas.

Obra, estilo e características literárias

A obra de Denise Teixeira Viana explora temas como a identidade, a memória e a fragilidade das relações humanas. O seu estilo poético é descrito como evocativo e com uma forte sensibilidade lírica, convidando à reflexão sobre as experiências quotidianas e os dilemas existenciais. A voz poética transita entre o íntimo e o universal. Informações sobre as suas obras principais, formas e estruturas utilizadas, recursos poéticos específicos, inovações, relação com a tradição ou movimentos literários associados não são detalhados.

Contexto cultural e histórico

Sendo uma autora contemporânea, Denise Teixeira Viana insere-se no panorama cultural e histórico atual. Informações sobre a sua relação com acontecimentos históricos, círculos literários, ou posições políticas/filosóficas não são detalhados.

Vida pessoal

Detalhes sobre a vida pessoal de Denise Teixeira Viana, incluindo relações familiares, amizades, profissões ou crenças, não são públicos.

Reconhecimento e receção

O reconhecimento e a receção crítica da obra de Denise Teixeira Viana não são amplamente documentados nas fontes disponíveis.

Influências e legado

As influências que moldaram a poesia de Denise Teixeira Viana e o legado que deixou ou poderá deixar são temas que carecem de informação detalhada.

Interpretação e análise crítica

Análises críticas específicas e interpretações aprofundadas da obra de Denise Teixeira Viana não estão disponíveis nas fontes de pesquisa.

Curiosidades e aspetos menos conhecidos

Aspetos menos conhecidos da personalidade ou da vida de Denise Teixeira Viana não são divulgados publicamente.

Morte e memória

Por ser uma autora contemporânea, não se aplicam informações sobre morte e memória póstumas.

Poemas

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Ah, quantas noites fiquei sem dormir
quantas horas fiquei sem te ouvir
quanto tempo passei sem te amar.

Ah, quantas vezes fiquei sem falar
quantos homens não pude saciar
quantos meses ficaste sem bulir
na minha cavidade gosmenta.

Ah, se minha frase fosse
toda amor
e se essa flição
não demorasse tanto
tanto a se abrir
encabuladamente
oferecer-te-ia
meu coração:
depósito para o teu descanço.

Eu te quero
amor meu
a mudes dos teus lábios ferinos.
Quero as ondas médias
da tua clave de fá.

De batom escarlate
me lambuzaste o corpo
Quero esta toda fragilidade

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