Tudo se funde no movimento
Tudo se funde no movimento
(...)
E cada arbusto fitado
Nem é o terceiro que está a seguir.
A bondade da chama nocturna em casas distantes,
Os lares dos outros meras estrelas humanas na noite
A indefinida felicidade para nós de ver outros a distância.
Chove muito, chove excessivamente...
Chove muito, chove excessivamente...
Chove e de vez em quando faz um vento frio...
Estou triste, muito triste, corno se o dia fosse eu.
Num dia no meu futuro em que chova assim também
E eu, à janela de repente me lembre do dia de hoje,
Pensarei eu «ah nesse tempo eu era mais feliz»
Ou pensarei «ah, que tempo triste foi aquele»!
Ah, meu Deus, eu que pensarei deste dia nesse dia
E o que serei, de que forma; o que me será o passado que é hoje só presente?...
O ar está mais desagasalhado, mais frio, mais triste
E há uma grande dúvida de chumbo no meu coração...
Basta ser breve e transitória a vida
Basta ser breve e transitória a vida
Para ser sonho. A mim, como a quem sonha,
E obscuramente pesa a certa mágoa
De ter que despertar — a mim a morte
Mais como o horror de me tirar o sonho
E dar-me a realidade me apavora,
Que como morte. Quantas vezes, (...),
Em sonhos vários conscientemente
Imersos, nos não pesa ter que ver
A realidade e o dia!
Sim, este mundo com seu céu e terra,
Com seus mares e rios e montanhas,
Com seus arbustos, aves, bichos, homens
Com o que o homem, com translata arte
De qualquer outra, divina, faz —
Casas, cidades, cousas, modos —
Este mundo que sonho reconheço,
Por sonho amo, e por ser sonho o não
Quisera deixar nunca, e por ser certo
Que terei que deixá-lo e ver verdade,
Me toma a gorja com horror de negro
O pensamento da hora inevitável,
E a verdade da morte me confrange.
Pudesse eu, sim pudesse, eternamente
Alheio ao verdadeiro ser do mundo,
Viver sempre este sonho que é a vida!
Expulso embora da divina essência,
Ficção fingindo, vã mentira eterna,
Alma-sonho, que eu nunca despertasse!
Suave me é o sonho, e a vida porque é
Temo a verdade e a verdadeira vida.
Quantas vezes, pesada a vida, busco
No seio maternal da noite e do erro,
O alívio de sonhar, dormindo; e o sonho
Uma perfeita vida me parece...
Perfeita porque falsa, e porventura
Porque depressa passa. E assim é a vida.
Não fales alto que isto aqui é vida —
Não fales alto que isto aqui é vida —
Vida e consciência dela,
Porque a noite avança, estou cansado, não durmo,
E, se chego à janela
Vejo, de sob as pálpebras da besta, os muitos lugares das estrelas...
Cansei o dia com esperanças de dormir de noite,
É noite quase outro dia. Tenho sono. Não durmo.
Sinto-me toda a humanidade através do cansaço —
Um cansaço que quase me faz carne os ossos...
Somos todos aquilo...
Bamboleamos, moscas, com asas presas,
No mundo, teia de aranha sobre o abismo.
MEN OF SCIENCE
To toil through time and hate and to consume
Far more than life in Error's hard defeat,
Seeking e'er for the true, for the complete,
Careless of faith and misery and doom
Is there a nobler task, while life doth fleet,
Than this, to strive to make light amid gloom,
And with hands bleeding to part and make room
In life for weaker and more unsure feet?
The void o'th' world must with an arch be spanned,
The ways of Nature must be read aright
That there may be a wise and friendly hand
To make this dark world better and more bright.
Oh, with what joy and love I understand
These master-souls that ache for truth and light.
WALT WHITMAN
WALT WHITMAN
Onde não sou o primeiro, prefiro não ser nada, não estar lá,
Onde não posso agir o primeiro, prefiro só ver agir os outros.
Onde não posso mandar, antes quero nem obedecer.
Excessivo na ânsia de tudo, tão excessivo que nem falo,
E não falo, porque não tento.
«Ou Tudo ou Nada» tem um sentido pessoal para mim.
Mas ser universal — não o posso, porque sou particular.
Não posso ser todos, porque sou Um, um só, só eu Não posso ser o primeiro em qualquer coisa, porque não há o primeiro.
Prefiro por isso o nada de ser co-primeiro em ser nada.
Quando é que parte o último comboio, Walt?
Quero deixar esta cidade, a Terra,
Quero emergir de vez deste país, Eu,
Deixar o mundo com o que se comprova falido,
Como um caixeiro viajante que vende navios a habitantes do interior.
O fim a motores partidos!
Que foi todo o meu ser? Uma grande ânsia inútil —
Estéril realização com um destino impossível —
Máquina de louco para realizar o motu continuo,
Teorema de absurdo para a quadratura do círculo,
Travessia a nado do Atlântico, falando na margem de cá
Antes da entrada na água, só com eles e o cálculo,
Atirar de pedras à lua
Ânsia absurda do encontro dos paralelos Deus-vida.
Megalomania dos nervos,
Ânsia de elasticidade do corpo duro,
Raiva de meu concreto ser por não ser o auge-eixo
O carro da sensualidade de entusiasmo abstracto
O vácuo dinâmico do mundo!
Vamo-nos embora de Ser.
Larguemos de vez, definitivamente, a aldeia-Vida
O arrabalde-Mundo de Deus
E entremos na cidade à aventura, ao rasgo
Ao auge, loucamente ao Ir...
Larguemos de vez.
Quando parte, Walt, o último comboio p'ra aí?
Que Deus fui para as minhas saudades serem estas ânsias?
Talvez partindo regresse. Talvez acabando, chegue,
Quem sabe? Qualquer hora é a hora. Partamos,
Vamos! A estada tarda. Partir é ter ido.
Partamos para onde se fique.
Ó estrada para não-haver-estradas!
Término no Não-Parar!
FAUSTO: Febre! Febre! Estou trémulo de febre
FAUSTO:
Febre! Febre! Estou trémulo de febre
E de delírio, e ainda assim é grato
Tudo isto a não sei que se passa
Sem propósito de passar e... não, não, não...
Fiquei fingindo que fujo... Fugirei...
Onde estou? O que foi? que faço aqui?
Arde-me a alma toda, arde-me arde
Como uma cousa que arde.
(foge de casa)
Ancião, não podes tu
Arranjar-me um remédio para a vida?
Quero vivê-la sem saber que a vivo,
Como tu vives... Corta-me o sorriso
Ou te apunhalo! De que te ris? Não rias!
Dá-me já, dá-me, dá-me filtros ou (...)
Com que eu me esqueça.
(estende a mão)
Dá cá, não importa
Falar Tudo é inútil.
(arranca-lhe o frasco da mão)
Atordoar-me-á isto a alma toda
Toda até dentro, muito dentro, velho?
VELHO:
Não te compreendo, mas se é esqueceres
Que queres, bebe.
FAUSTO:
Quero, quero, vamos,
Esqueçamo-nos. Tens algo de mais forte
Para mais do que esquecer; depressa, diz.
VELHO:
Mal te compreendo, mas não tenho.
FAUSTO:
Este
Quer (...) fins.
(bebe sofregamente)
E dormirei, ó velho,
Acabará em mim parte de mim
E viverei morto para viver
(cai no chão)
VELHO:
Estranha e horrível criatura!
O que de temor me faz. Todas espécies
De homens conheço, por ciência
Sei ler os vícios íntimos e os crimes
Nos olhares. Mas este... Não é vício
Nem crime, nem tristeza, nem parece
Propriamente pavor, o que obscurece
Como uma escuridão de dentro d'alma,
Toda a vida e expressão de sua face.
E essas palavras de que usa «esquecer
A vida», «mais do que esquecer» «em
Acabará então parte de mim»
Que significam? Não sei, mas sinto
Que condizem secreta e intimamente
Com esse íntimo ser que eu não conheço.
Qualquer que seja essa desgraça, estranho,
Dorme e ou esqueça ou aconteça em ti
Isso que semelhante ao esquecer
Desordenadamente me disseste
No teu intimo (...) desejar.
Dorme, e que o filtro opere no silêncio
Da tua alma, obra interior de paz
E que ao descerrares para mim os olhos
Eu lhes veja a expressão já transmutada
Para compreensível e humana
Expressão de um humano sentimento.
(Vai para o levantar mas retrai-se)
Não; dorme onde caíste e que o filtro
Sem sonho ou (...) de alteração
Te adormeça a existência intimamente
E ao escuro desejo que tu tens
(exit)
FAUSTO:
Eu sou outro que os homens, ó ancião,
O teu filtro de paz e esquecimento
Não me faz esquecer e só a sombra
De uma possível paz me entrou n'alma.
Para a paz que eu queria esta que tenho
É como archote para a luz do sol.
Intimamente nada se parece.
Paralisaste em mim a engrenagem
Do pensamento e sentimento antigos
Mas quebrados ficaram-me visíveis
E inesquecidos n'alma. Sou demais
Em consciência para os filtros frágeis
De que o teu tosco engenho te fez sábio.
Não tornarei, eu sinto-o, a sentir
O que sentia antigamente. Foi-se
Não sei como, o interior do meu ser
Com suas intuições, mas não se foi
A memória terrível do horror
Da minha vida antiga, perto e longe
Já do que eu sou, nem o que o uso fez
Ao sentimento e ao pensamento antigos;
Ainda os tenho comigo. Fica com eles
A memória presente do terror. Sou o que era, velho.
Nas cinzas do meu ser ainda há calor
Para que o fogo lembre.
VELHO:
Esfriarão.
FAUSTO:
Não o sinto possível. Há ainda
Memória e consciência de existir
Por demais em minha alma. O teu filtro
Não foi feito para entes como eu.
Entes? Não que como eu, só eu.
VELHO:
Virá
VELHO:
Dentro em breve o sossego.
FAUSTO:
Por que o dizes?
VELHO:
A outros veio!
FAUSTO:
A outros, mas que outros
Se assemelham a mim, ó velho estulto?
Alma vazia cheia de licores!
Mas de que serve injuriar-te? Tu
Não serás por injúrias acordado
Para a compreensão.
(Soergue-se)
Estranho sentimento. Como que a alma
Corporeamente me é pesada! A vida
Como que está atordoada e lenta...
Mas tenho, ó velho, consciência disso!
Teu filtro, miserável, é humano!
É para entes humanos que foi feito.
Inda me lembro bem que eu não o sou.
(pausa)
Olha pr'a mim! Que tenho no olhar
Como pareço ser?
VELHO:
Doente, triste
E como que quem sente vago pavor...
FAUSTO:
Maldita a ideia que te faz tocar
No que eu não posso mais sentir, mas posso
Apavorar-me de já ter sentido
E lembrar-me. Não fales mais. Eu vou...
(Pondo-se de pé)
Eu vou não sei onde...Como me treme
Com que debilidade e sentimento
De estar mudado o corpo todo. Velho,
Adeus, quisera ter achado em ti
O que em ti não podia ter achado.
Os teus remédios nada valem. Eu
Deveria ao pedir tê-lo sabido;
Mas... Não tens outro, diz-me... Tu que filtros
Possuis, não tens venenos mais subtis
Para a existência?
VELHO:
Tu bebeste aquele
Que eu de mais forte tinha, e que eu quisera
Não te dar. Arrancaste-mo da mão.
Talvez não vejas quanto estás melhor...
FAUSTO:
Velho, eu não erro com o pensamento.
Sei como estou. Não estou como quisera
Que me fizeras estar.
VELHO:
Há um filtro
Diferente daquele que tomaste;
Diverso na intenção com que obra n'alma,
Mas parecido no fazer esquecer.
FAUSTO:
Como diverso na intenção?
VELHO:
Em vez
De apagar, (...), adormecer,
Faz, com terrível excitar da vida,
Nascer n'alma um conflito de desejos
Um desejo de tudo possuir,
De tudo ser, de tudo ver, amar,
Gozar, odiar, querer e não querer,
Reunir vícios e virtudes — tudo
Como que na ânsia férvida dum trago
Da taça de existir.
FAUSTO:
E tu...
VELHO:
Não fui eu
Quem concebeu ou fabrica o filtro
Nem há mais (...) do que para um homem.
FAUSTO:
Tu vendes-mo... Ah, não, que eu nada tenho
Nem sei se tive ou poderia ter.
Tu dás-mo, velho. Não te servirá
De nada. Talvez esse filtro dê
O esquecimento (...) à minha alma.
Inda que a decepção me cause um vago
Desejo inquieto e como que inquerente
Entre um querer e um não querer, sendo ambos
E nenhum. Torna a ele. Quem o fez?
Porque o fez? Onde o tens? Repete mesmo
O que de seus efeitos me disseste.
E esses efeitos tê-los-á; repete,
Quero que ainda me decida mais
A pedir-to e a usá-lo. Por enquanto
Sou para ele a própria indecisão.
VELHO:
(...)
FAUSTO:
Que me decida ou não a beber dele
Esse filtro a ti de nada serve.
Dá-mo pois.
VELHO:
Não to dou.
FAUSTO:
O filtro, velho.
Não me (...); o filtro.
VELHO:
Não to dou.
FAUSTO:
O filtro.
VELHO:
Não to posso dar.
FAUSTO:
O filtro.
VELHO:
Para que avanças? Eu que mal te fiz?
FAUSTO:
O filtro; dá-me o filtro.
VELHO:
Mas não posso.
FAUSTO:
Velho, repara em mim. Há na minha alma
Uma ira calma e fria! Foge que ela
Na acção te mostre o que é.
VELHO:
Não posso dar-te,
Em verdade to digo, o filtro. Eu
Fiz-te o bem que pude; porque então
Avançando assim calmo para mim
No horror de qualquer (...) intenção
Te vejo o mesmo sempre? Poupa-me isso
Terrível que há em ti e que não trais
Em movimento ou vaga intimidade
Do olhar.. Piedade, piedade...
Piedade, senhor! Eu dou-te o filtro
Eu dou-te o filtro. Piedade eu dou.
(Fausto levanta do punhal e fells him)
(após matar)
FAUSTO:
Nem sinto horror, nem medo, ou dor, ou ânsia
Nem qualquer forma de estranheza sinto
Pelo que fiz por mais que tente querer
Sentir, e pelo próprio pensamento
De o dever sentir à força ter
Uma dor, um remorso, um sentimento.
Nada... Vejo, sinto, e vejo apenas
Como qualquer cousa natural
Visse, sem que devesse invocar
Sentimento (...) algum. Por mais
Que queira pensar-me a conceber
Quanto é estranho, e horroroso,
O que fiz, não me posso humanizar
Ao ponto de (...)
Por mais que a mera vista me convença
De que matei, por mais que tente
Fitar com a alma o corpo e o derramado
Sangue que vejo, nega-se-me o ser
A mais do que a olhar e só olhar.
É uma alma morta ante um corpo morto.
Compreendo bem o que sentir eu devo
Mas não consigo mesmo a imaginar-me
Sentindo-o. Estranho! Nem sequer evoco
Por sentimentos de quanto é de horror
A morte, um ente morto, e o mistério
Nisto tudo. Sim, sinto-lhe o mistério
Mas este sentimento de mistério
Não se me liga a um sentimento
Que liga esse corpo a mim que fiz
O que de mistério está ali.
Tremo ao sentir quanto é mistério a morte;
Mas na alma desligado está
Com completa separação e nítida
De sentimento algum que me deixasse
O ser na ânsia de inquirir.
(pausa)
Visto porém, que nada sinto, nada,
Acabe este mesmo reflectir
Mais que infrutífero de sentimento,
Porque mais frio cada vez me sinto
Ao perceber que nada sei sentir
Nem estranheza sinto
Nem estranheza de não ter estranheza
Nem estranheza mesmo
De não sentir por mais que eu queira
Fazer crer que devia sentir estranheza.
Procuremos o filtro.
THE GAME
Come, let us play a game, little boy,
To while the world away.
What shall be - tell me - our harmless toy?
At what shall we play?
Shall we play - shall we? - at being great?
No, nor at being grand
Shall we believe that we are Fate
And make up lives out of sand?
No, little boy, we will play that we are
Happy, and that we are gay;
Let us pretend we are dreams, very far
From the world in which we play.
Mas eu não tenho problemas tenho só mistérios.
Mas eu não tenho problemas tenho só mistérios.
Todos choram as minhas lágrimas, porque as minhas lágrimas são todos.
Todos sofrem no meu coração, porque o meu coração é tudo.
Penso em ti no silêncio da noite, quando tudo é nada,
Penso em ti no silêncio da noite, quando tudo é nada,
E os ruídos que há no silêncio são o próprio silêncio,
Então, sozinho de mim, passageiro parado
De uma viagem em Deus, inutilmente penso em ti.
Todo o passado, em que foste um momento eterno
E como este silêncio de tudo.
Todo o perdido, em que foste o que mais perdi,
É como estes ruídos,
Todo o inútil, em que foste o que não houvera de ser
É como o nada por ser neste silêncio nocturno.
Tenho visto morrer, ou ouvido que morrem,
Quantos amei ou conheci,
Tenho visto não saber mais nada deles de tantos que foram
Comigo, e pouco importa se foi um homem ou uma conversa;
Ou um [...] assustado e mudo,
E o mundo hoje para mim é um cemitério de noite
Branco e negro de campas e [...] e de luar alheio
E é neste sossego absurdo de mim e de tudo que penso em ti.
pode alguem me ajudar em relacao da referencia de publicao deste livro
Sim Fernando
Amo Fernando Pessoa, e o meu preferido é AQUI NA ORLA DA PRAIA...
O Cosmos descortinado...O sonho coberto de poesias...Assim é Fernando Pessoa.
Great Man ...
e lindo
Tantas citações que poderiam usar, e usam logo uma que a Internet lhe tem atribuído erradamente...
alguem podia me fazer uma interpretação do poema sff?
Gostei do blog
O Fernando Pessoa é um exemplo para qualquer "Pessoa", Rsrsrs.
adorei por ele foi muito emportate eu adorei a historia dele
bem eu acho que ele tem uma forma unica de se expresar apesar de tudo que ele pasou na infancia nao desistiu dos seus sinho em nenhum momento e isso que temos que capitar ou seja jugar mais nossos pensamentos
Fernando Pessoa escreveu com coração as vezes triste outra vez felíz,foi lindo.
È muito entereçante da estoria e das epocas que foram lançadas na quele tau dia e é só obrigado. Ass;ESDRAS.
eu acho que fernando pessoa foi um grande homem porque nao teve uma infancia facil mas nem assim desistiu,saiu do pais aprendeu uma lingua nova e tb renunciou ao seu verdadeiro amor por causa do seu trabalho e da sua profissão. por isso é que ele é um grande poeta e um grande escritor
eu acho que fernando pessoa foi um grande poeta mas tambem um grande homem a nivel pessoal. ja li um dos livros que falava sobre a sua vida e gostei,ele tambem não teve uma infancia facil como nos temos agora por isso é que eu admiro muito o fernando pessoa como escritor e poeta. tambem ele teve que renunciar ao seu verdadeiro amor para proceguir com a sua carreira nós provavelmente nao faria-mos isso.por isso não devemos julgar as pessoas pela sua aparencia fisica mas sim pelo seu interior. eu gosto de fernando pessoa
adoro fernando pessoa, então agora desde que comecei a compreender...
É estremamente profunda, a simplicidade de um toque, o fato de se sentir tocado por uma pessoa que supostamente te faz feliz... é explendido e verdadeiro. Diana.
Que pena!Hoje em dia os jovens não serem apreciadores de uma bôa obra literária.Fernando Pessoa foi um dos poetas mais sincero que tive o prazer de ler,ele se conhecia...
Simplesmente, Fernando Pessoa foi e sempre será um grande mestre da Poesia. Adoro seus poemas, suas crônicas, enfim, tudo o que Ele escreveu.
oi ele e tudo de bom , que ler fernando pessoa ,fica a cada dia melhor como pessoa e aluno .bjs
muito bom vemos grandes sabedorias,belos poemas de muita classe,basta ter bom senso para adimitir seu belo trabalho!!!!
Adorei
O jeito dele de escrever, o seu caráter é raro hoje em dia, ninguém mais se preocupa com a linguagem! Muitos ainda parece que nem sabe o que é isso, nem se interessam com os poemas, que são lindos, e os deles são interessantíssiiiimos!
fdz olha como ela é grande!
é grande, mais vale a pena
Eu amei tudos os poemas E adimiro bastante o poeta Fernando Pessoa ele tem uns poemas Muito lindo que meche com agente Gostei muito mesmo
amei isso e de mais
gostei muito
olha...e bom saber sobre...mas bem q poderia da uma resumida boa nessa boigrafia
gostei muito
eu acho uma poca vergonha andarem a escrever coisas mas de Fernando Pessoa vosses secalhar ja leram os livros dele e gostaram. Olha eu gostei
fernabdo pessoa foi um grande poesta e sera no nosso coralao
Eu acho que ele foi um grande poeta e que sociedade nunca o espuecerá............
horror
Eu nao gostei nada ele é boé cota arranjem alguem novo
Muito lindoo