MEUS BRAÇOS E ABRAÇOS
Meus braços obreiros
Fabricam abraços
Que brunem o bronze
E abriram-se abruptos
Aos breves cabrestos.
Meus braços te abrandam
Com brio e nobreza,
Se a bruta lembrança
Te obriga a cobrar-te,
Com brados, de bruços.
Meus braços febris
São brasas vibrantes
Que brilham por brechas
Se o breu te acabrunha
E a brisa enebria.
Meus braços te abrangem:
Cobriram-te abrigos
De bruscos abrolhos,
De brumas sombrias,
De brenha escabrosa.
Meus braços e abraços
São brandos lembretes.
(Autor: EDEN SANTOS OLIVEIRA. Escrito para a minha esposa Ingrid da Rosa em 03/04/2020)
Fabricam abraços
Que brunem o bronze
E abriram-se abruptos
Aos breves cabrestos.
Meus braços te abrandam
Com brio e nobreza,
Se a bruta lembrança
Te obriga a cobrar-te,
Com brados, de bruços.
Meus braços febris
São brasas vibrantes
Que brilham por brechas
Se o breu te acabrunha
E a brisa enebria.
Meus braços te abrangem:
Cobriram-te abrigos
De bruscos abrolhos,
De brumas sombrias,
De brenha escabrosa.
Meus braços e abraços
São brandos lembretes.
(Autor: EDEN SANTOS OLIVEIRA. Escrito para a minha esposa Ingrid da Rosa em 03/04/2020)
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