Papelão na calçada
‘Escrito na cidade de São Paulo - SP, em 02 de março de 1995,
às 21hs00’. Poema de: Rerismar Lucena de Morais
às 21hs00’. Poema de: Rerismar Lucena de Morais
Chego à rua, descalço
- Papelão na calçada
Chove chuva, chove nada
Chove... – cansaço.
Frutos verdes. A feira
Lama, poeira. Suja
A rua, que queira ser tua.
Apaga o brilho, da rua
Tristes focos. Nua,
A calçada suja.
O sol despoja
Afrouxa a tua luz na rua.
Afrouxa essa ilusão, essa maldição
Num olhar audaz, que traz
A frieza crua da rua.
Rerismar Lucena
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski